<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864</id><updated>2011-12-19T15:09:49.661Z</updated><title type='text'>Crónicas de um Bom Rebelde</title><subtitle type='html'>&lt;b&gt;" Um quase diário, uma quase ficção "&lt;/b&gt;</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>61</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-8977297584590679577</id><published>2011-02-19T23:38:00.003Z</published><updated>2011-02-19T23:43:18.168Z</updated><title type='text'>distance is nothing</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-cQ6ynivtV3k/TWBUtWiZbbI/AAAAAAAAAPo/48wZmP4SM0Y/s1600/tumblr_lai79iI1IM1qb5buto1_500_large.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 242px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-cQ6ynivtV3k/TWBUtWiZbbI/AAAAAAAAAPo/48wZmP4SM0Y/s320/tumblr_lai79iI1IM1qb5buto1_500_large.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575549476805373362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O calor tropical amiúde, nasce como que do mais gélido e torturante frio árctico. Retórica adjacente e perdida. Da nebulosa sombra nasce a luz ténue e límpida que me entra janela de casa dentro. Lá estás tu reflectida - és cada traço aligeirado, o fio condutor de uma história encalhada no compasso do espaço e do tempo. Reergues-te de um livro acomodado numa prateleira de madeira bem tratada onde repousavas ténue figura. O medo erosivo de te desfolhar, folha-a-folha corrói-me. Medo de acordar, que te desmorones, tamanha delicadeza acarretava o movimento translativo de te sonhar. Se me queres, faz com que saiba, faz-me embarcar nesta aventura tão propícia e ajustada às circunstâncias do coração com que nos deparamos. Vê-me de mala feita, pronto a embarcar. Basta um gesto convidativo uma palavra afectuosa, movimenta-te de forma a fazeres-te notar. Dá corda a caixinha de música que enfeitiça o meu mundo, dança tal e qual a bailarina que transportas no interior de ti própria. Visualiza o nosso reino comum, numa viagem de palavras com simbologias inequívocas que confundem o olhar corriqueiro. Um quase código secreto que sobrevive e não se desfaz face à distância, e ao ruído envolto no turbilhão de emoções compartilhadas sem presença física. Sem o poder intemporal do toque que se grava na alma. Ardo em vontade de não mais ter que partir de um lugar que ainda não alcancei, mas que já sinto meu. Um crescente sentido de decorar a palma da tua mão de encontro à minha. Sem o imaginares vais transportando o meu coração e elevando-o a patamares desconhecidos. Se já te tentei desenhar, hoje escrevo-te, imagino-te palavra atrás de palavra como o mais belo poema escrito à luz de vela, uma mão cheia de dias que já se passaram. Daqui aperto-te de encontro ao meu peito, aí talvez só sintas uma leve brisa, vestígio breve da minha presença pouco notada. Decisões são tomadas, numa demanda que só vivemos uma vez singular. Perco-me na lua, e viajo nas estrelas, só queria, que esta noite visemos o mesmo céu de forma cúmplice, ainda que numa perspectiva distinta. Sussurro ao vento palavras de embalar, que se estiveres sozinhas por certo te irão aconchegar. Escuto guitarras nostálgicas que podiam anunciar a tua chegada, abro os braços e entrego-me à escuridão desconhecida, sonho-te acordado uma e outra vez. Em que caminhos andarás tu esta noite? A distância nada é.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-8977297584590679577?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/8977297584590679577/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=8977297584590679577&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8977297584590679577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8977297584590679577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2011/02/distance-is-nothing.html' title='distance is nothing'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-cQ6ynivtV3k/TWBUtWiZbbI/AAAAAAAAAPo/48wZmP4SM0Y/s72-c/tumblr_lai79iI1IM1qb5buto1_500_large.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-7998807299457433137</id><published>2011-01-23T17:11:00.006Z</published><updated>2011-01-23T17:44:07.815Z</updated><title type='text'>abstinência contida.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TTxmMp1tuxI/AAAAAAAAAPc/334F4y-XUb0/s1600/preto%2Be%2Bbranco%2B%25281%2529.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 202px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TTxmMp1tuxI/AAAAAAAAAPc/334F4y-XUb0/s320/preto%2Be%2Bbranco%2B%25281%2529.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565435607098702610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;O vulgo recipiente de afectos amargurados forjado a ferro e fogo, outrora numa demência transbordante, e embriagado de si mesmo, repousa neste ínfimo instante, cálice fracturado de abstinência descaracterizada pelo angular desgaste corrosivo do vai e vem dos ponteiros lineares. Tempo efémero que nada sustem, paredes de betão franzinas expostas ao frágil sopro da brisa do vento. Contrariamente ao que é dito, nada dura, nem tem por certo o poder de durar para sempre. Nada ostenta o domínio da eternidade e muito menos da imortalidade. Tudo pode afinal, encontrar substituto à altura caso exista vontade férrea e celebre do coração. Momentâneos - todos somos. Entrego-te pedaços de alma mastigada e retalhada a preceito, radiografia de uma mente escrutinada por quem escolhe e deixa-se escolher. O ontem foi hoje, o futuro é escrito de passado presente do que já vimos acontecer. Experienciámos o que ainda não sentimos, mas imaginamos saber de cor, tal e qual a debutante sensação à flor da pele. Faz arrepiar o que nunca te tocará de verdade. Como podemos de facto sentir pela primeira vez paladar de futuro, se já o vimos acontecer, alojado em nós. Aqui estamos nós, e não vamos, não partimos. Apresentaste numa nova perspectiva arrumada para parecer radicalmente diferente.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Caminhamos sob os mesmos e idêntico carris, perpendiculares a nenhures de tão peculiares que são. Viajas numa velocidade distinta. Abstenho-me de pensamentos amovidos, entrego-me em acções, deixo-te fluir em mim, livremente sem compromissos. Corres desenfreada, fruto de um trágico desejo compulsivo. Alimenta-te de necessidades prementes sem deixar vestígios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;A noite gélida passa a dia, e evolui rapidamente lá fora. O teu coração bate quente, ainda ofegante, quase queimando e contagiando o meu adormecido. Dás motivo e força à causa. Fogachos imediatos que não se extinguem, o elucido pensamento descrente que se compõe. Enche-me de esperanças vãs, talvez não naufraguemos e cheguemos porventura a bom porto. Desvanece-te solidão: uma corda roída, e um agora ou nunca de ocasião. Aposta a última ficha sem crença, deixa cair a moeda desconhecida. O carrossel num solavanco ameaça movimentar-se. A mente é vagarosa, demora a processar o que já circula nas veias. Demora-se em pormenores, perde-se em padrões não padronizados. Existe um lugar vago, pleno de oportunidade.&lt;/span&gt; Quando dás por ti, já te moves lesto e expedito na pista de dança, tentando acompanhar o ritmo do teu par.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-7998807299457433137?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/7998807299457433137/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=7998807299457433137&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/7998807299457433137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/7998807299457433137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2011/01/abstinencia-contida.html' title='abstinência contida.'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TTxmMp1tuxI/AAAAAAAAAPc/334F4y-XUb0/s72-c/preto%2Be%2Bbranco%2B%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-8093526928067953533</id><published>2010-10-31T11:57:00.005Z</published><updated>2010-10-31T12:16:40.736Z</updated><title type='text'>Symphony.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TM1b0OOGraI/AAAAAAAAAPQ/SHWaQ4ncFCs/s1600/ES_SO_OTeuCorpo_13.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 246px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5534180469836787106" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TM1b0OOGraI/AAAAAAAAAPQ/SHWaQ4ncFCs/s320/ES_SO_OTeuCorpo_13.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TM1ZzKyAeeI/AAAAAAAAAPI/fFwC2yL5r0g/s1600/ES_SO_OTeuCorpo_13.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Atravessaste-te num ápice à minha frente. Patenteaste-te na minha rota e num assombroso colocaste o pé na primeira risca da passadeira que nos separava. Cruzaste e ludibriaste o destino só para que me fosse possível contemplar a tua face translúcida e jovial. O propósito tem destas incoerências, tem destes desatinos, que nos baralham e trocam as voltas da alma. Coloca-nos como que entre a espada e a parede, coloca-nos numa espécie de avesso que desaprendemos a reconhecer tamanha é a falta de prática. Vemo-nos apanhados desprevenidos quando acasos do género ocorrem. Ou será que sempre estiveste predestinada a entrelaçar-te comigo, só para me provares que é possível sorrir, mesmo quando me encontrava – desesperadamente - a empreender uma marcha de fuga à velocidade da luz das trevas alarmantes. As excepções sempre ocorrem quando não as desejamos e muito menos as esperamos embrulhadas a papel reluzente à porta de casa. Desconfiado limitei-me a observar-te enquanto colidias violentamente com a serenidade da minha existência, colocando em desvario a pacatez do meu dia-a-dia enfadonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim eras tu, vinhas vestida de imprevisibilidade em estado imaculado. Despida de quaisquer desígnios ou mesmo objectivos. No marasmo de um mar de almas idênticas eras genuinamente tu. Tinhas para oferecer aquilo que com precisão eras, nada mais. Tu que preenchias com uma palete de cores às cegas um espaço austero e desprovido de conteúdo estético e harmonioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto lutava por extinguir fogos envelhecidos que teimavam em tentar o prado das paixões mortificadas, surgiste do nada e obrigaste-me a ficar cansado de escrever sobre negrume. Sobre o preto que cobria a minha subsistência momentânea. Anunciavas que vinhas em missão, cavavas o buraco onde enterraríamos juntos a sepultura de todas as dores antecedentes. De repente luz ao fundo do túnel, quando quase já tinha esquecido o aroma e o sabor renovador de primavera que sempre dá azo a um novo amanhecer. Afinal todos os invernos têm um fim merecido, por mais rigorosos e prolongados que possam sugerir ou mesmo parecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enverguei a alegria esquecida, vesti um sorriso contagiante com urgência de um aprendiz e saí. Saí à rua radiante por te encontrar, por te descortinar novamente no meio da multidão de caras indecisas e maldispostas. Queria sentir o arrepio eléctrico que percorre o corpo por completo, aquando da descoberta que é contemplar-te dia após dia e confirmar que continuas irrepreensivelmente perfeita. Fechei os olhos para idealizar mais uma vez o sonho que são os teus traços. Sacudo de cima de mim os pingos de chuva esquecidos. Todos os poros irradiam anseio por sentir o calor da tua mão na minha. Tenho-te como um quadro abstracto que só eu consigo descortinar e perceber a tua real essência. Dás vida colorida a lugares onde reinava a descrença. O teu plano é perfeito, mesmo que não tenhas nenhum. Mesmo que não passes de ficção na minha mente, soas como a mais doce sinfonia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-8093526928067953533?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/8093526928067953533/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=8093526928067953533&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8093526928067953533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8093526928067953533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/10/symphony.html' title='Symphony.'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TM1b0OOGraI/AAAAAAAAAPQ/SHWaQ4ncFCs/s72-c/ES_SO_OTeuCorpo_13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-8402181879085972621</id><published>2010-10-24T11:35:00.007+01:00</published><updated>2010-10-25T09:16:25.649+01:00</updated><title type='text'>O Capítulo que ninguém leu.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TMQMRxNGh9I/AAAAAAAAAO8/cUJuTj5zGf8/s1600/livroDetail.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5531559741723412434" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TMQMRxNGh9I/AAAAAAAAAO8/cUJuTj5zGf8/s320/livroDetail.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Avisto um caminho difuso a encruzilhada surge apressada arriscando engolir-me. Sinto-me sem dar fé de tal conjectura. Acordo do pesadelo hediondo e encontro-me subjugado à beira do precipício que sou eu próprio. Domesticado pela robustez dos meus atordoados pensamentos. Tem vezes que me perco. Tem dias que te encontro. Encontro-te assim, com quem num acaso revê uma velha companhia que ficou acomodada num passado longínquo. Abandonada às portas de um episódio transacto e prescrito por lei. Encontro-te em palavras que não quero, que não minhas. Tropeço em letras de outros e de sua autoria. Por lá vejo-te e identifico-te sem complicação de forma descarada. És tu. À primeira vista desenho a hipótese de não passares de uma miragem num deserto sem pingo de cor. Vulgar desconhecida face à pequenez da caligrafia que sugere uma lupa arcaica para sua percepção parcial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a proximidade vai-se aguçando o interesse, incendeia-se a fogueira dos sentidos. Frases tornam-se cúmplices, claras, assustadoramente perceptíveis. Trazem-te acorrentadas contigo, acompanhadas da tua essência sem significado. Melodia melancólica e corrosiva no virar de uma página que se desfolha, que se desgasta, ficando para trás esquecida. Talvez nunca mais visitada. Limitando-se a ser peça que proporcionou vida a um enredo montado e contínuo. Espreitas-me dessa fresta figurada, vislumbre do teu aroma que se apaga. Por momentos momentâneos o teu perfume ataca-me o sistema nevrálgico. Confunde-me as coordenadas. Vislumbro-nos separados no papel límpido e incólume de uma obra que ninguém ousou tocar. Por breves instantes dura uma luta de colossais gigantes com a complexidade dos destinos que não tem decifração. A bem dizer - temos tão pouco um do outro. Nada que nos una, que nos sustenha um no outro. Tal e qual como no firmamento, separados por galáxias disformes e tremendamente remotas. És sentimento oco, sem nome nem rosto a quem atribuir transgressão. Às vezes chegas-me às mãos sem saber de que destino acorres. De que autocarro desceste. De que braços te desprendeste e encostaste a mim. Desconheço de que cruzada advéns. Assaltas-me o pensamento e trocamos palavras corriqueiras de quem mais nada tem para apresentar e partilhar e ficamos assim - suspensos sem propósito. Hoje cruzei-me contigo em palavras que não são minhas, muito menos saídas do teu esboço. Palavras que nada nos dizem, a outros dirigidas. Encontrei-te impingida em letras de desconhecidos. De terceiros que pareciam tanto de nós saber. Pareciam sussurrar segredos nossos. Por nós trocados em tons soltos de confidência em cidades e locais que se desmoronaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já nada tenho de ti, uma mera fotografia que me faça avivar a memória que partiu para longe numa viagem sem destino nem regresso. Selámos malas carregadas e bagagens acondicionadas de sentimentos agridoces. Nunca trocámos despedidas nem promessas de voltarmos a destinos onde fomos felizes. Ninguém o fez face à sensação de ter batalhado numa guerra santa sem fundamento. Hoje encontrei-te no local mais improvável de te ter descoberto. Quando olhei bem para ti vivias em mim alojada, clandestina sem pagar aluguer. Assustei-me com a descoberta, com o facto absurdo com que me deparei e por lá te deixei habitar. Encerro-te em mim para não ter que conviver com o fantasma que assombra o nosso livro quimérico de recordações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-8402181879085972621?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/8402181879085972621/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=8402181879085972621&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8402181879085972621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8402181879085972621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/10/o-capitulo-que-ninguem-leu.html' title='O Capítulo que ninguém leu.'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TMQMRxNGh9I/AAAAAAAAAO8/cUJuTj5zGf8/s72-c/livroDetail.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-5489639809840901330</id><published>2010-10-02T15:34:00.003+01:00</published><updated>2010-10-02T15:47:49.123+01:00</updated><title type='text'>Tela vazia. Retrato de um Domingo.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TKdDJe8BXeI/AAAAAAAAAO0/bVswXVAGyKM/s1600/Horas-vazias.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 231px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5523457298195897826" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TKdDJe8BXeI/AAAAAAAAAO0/bVswXVAGyKM/s320/Horas-vazias.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Confundo-me com um domingo vulgar. Os domingos são assim, telas vazias. Ecoam desprovidos, escasseia o ruído abunda o silêncio estridente. Um domingo é nostalgia que caminha discreta sem se deixar ver pelas ruas desérticas, sem deixar vestígio à espreita. Vai incendiando tudo aquilo em que um dia ousei acreditar. Cometi momentaneamente a imprudência de pensar que num destes dias conformes, seria completo de felicidade de facto. Limito-me por ora a ser, ser resto. Resto de sonhos; resto de almas esventradas e destroçadas de coeficientes incógnitos que causam pesar. Retiro às palavras brilho, tendência suicida de as embelezar e abrilhantar com o que de real nada possui. Martírio numa envolvência crescente que se apresenta mascarado de veracidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tento apressadamente fugir à vulgaridade com que me assemelho. Sombra de um &lt;em&gt;Eu &lt;/em&gt;maior, que passeava triunfante, com a perdida e longínqua áurea, que agora se desvanece em pedaços desconformes. Quando quase te encontrei naquele acaso, como sempre acontece, pensei estar insano e perdido. Ter batido à porta errada. Olhei a rua duas vezes, num trejeito de confirmação. Observei-te e continuavas no mesmíssimo local, onde te encontrara. Ali estavas tu, davas-me troco, parecias feliz. Fazias-me crer vencer a curta distância que nos sustinha separados. Senti-me num ápice abastecido de contentamento. Vi-me impelido como um satélite fora de rota e controle, de encontro à tua invulgar capacidade de preencher os meus dias sisudos, transformando a minha expressão facial em sorrisos que perduram. Senti-me tentado a retribuir-te na mesma moeda. Mas assim que olhei para mim, encontrei-me de mãos cheias de um nada que se esvazia perante o tudo que era a tua feição imaculada. A mim confundi-me com a ninharia, que tudo lhe falta. Vejo-me correr neste circuito fechado, neste círculo demasiado perfeito, de modo a apresentar brechas por onde escapar. No percurso nenhuma escapatória possível fora detectada, a fim de virar costas a esta triste dormência, velho fado sabido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre falho. É fácil falhar quando me vejo no papel principal, maestro de banda que não afina, tentativa após tentativa forçada. Não gosto de domingos, como poderia não gostar de sábados. Afligem-me a alma, consomem-me o calor que vai sobrevivendo ténue. Em paralelo com a relatividade da tua presença espiritual, física ou vice-versa. Tudo é relativo quando não partilhamos o mesmo chão. Quando não existem mãos apaziguadoras para acalmar. Lembro-me de despedidas forçadas, efectuadas em domingos nocturnos. Ruídos de comboios estridentes a partir rumo ao desconhecido pardo. Ficam os sonhos que não ousamos contar, ou mesmo realizar. Falta de coragem ou medo de ir mais além, há quem diga.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-5489639809840901330?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/5489639809840901330/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=5489639809840901330&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5489639809840901330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5489639809840901330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/10/tela-vazia-retrato-de-um-domingo.html' title='Tela vazia. Retrato de um Domingo.'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TKdDJe8BXeI/AAAAAAAAAO0/bVswXVAGyKM/s72-c/Horas-vazias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-5151765585497804378</id><published>2010-09-19T15:01:00.007+01:00</published><updated>2010-09-19T15:48:41.615+01:00</updated><title type='text'>Broken Garden</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TJYcUzy2l_I/AAAAAAAAAOs/cjkvAhCL9sE/s1600/gallery-david-lachapelle-008.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518629537215584242" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TJYcUzy2l_I/AAAAAAAAAOs/cjkvAhCL9sE/s320/gallery-david-lachapelle-008.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;I&lt;br /&gt;Perdido neste insípido banco de madeira. Neste escuro e sujo assento, perco-me e encarno em mim o mundo exterior. Deixo-me ficar prostrado no jardim que floresce agora, fruto de um sol madrugador que trás com o dissipar da neblina matinal, a renovação do clico de vida e espécies que rebentam continuadamente. Observo mudo no mais caricato silêncio interior, acompanhado somente pela astúcia cirúrgica, o reboliço mecanizado que vigora e exala em minha volta. Alheio a qualquer espécie de interacção ininterrupta, rodopio suave e lentamente a mente. Que vai esboçando geometricamente a régua e esquadro, panoramas fictícios ao compasso do som. Melodia composta e delineada por acordes rectilíneos e estridentes que me vão chegando. Cismam em não mais chamar-me à razão. É um dia bonito, verbalizam-me repetidamente ao ouvido de forma semi-coordenada e melosa. Arremessando ao mesmo tempo tamanha ironia em trejeitos mal disfarçados. O céu do seu alto afigura-se aperaltado, vistoso até no seu jeito engalanado de uma qualquer manhã de veraneio. Alheio vai reinando de cima no seu trono raiado a amarelo-torrado. Cá em baixo, vou até onde a minha caneta me leva, vagueio por vales de folhas de papel esbranquiçadas, que só em mim flutuam fantasiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;Já esqueceu uma fugaz e desgastada fábula arrojada, que em tempos remotos, teve para si como totalmente sua. Desígnio de vida, carregado junto do seu peito despido e queimado pelo desenrolar dos dias vãos de chama. Era na realidade fogo que consumia e ardia em volta de si mesmo. Era a chama fugidia e gasta que o aquecia, nas noites mais vincadas de frio árctico. O vento zunia-lhe mortífero aos ouvidos, era como que um inverno glaciar fora de horas, deslocado do relógio da sua estação de origem. O conto perdido fora alvo de um atentado ao pudor. Fora manietado. Elaborados planos foram alçados de forma arrojada para o desmoronar por completo, como um todo. Qual castelo de cartas pouco estanque. Foi tudo, não foi nada. Desvaneceu-se para logo de seguida, voltar a erguer-se com a força abrupta. E por fim extinguir-se, deixando atrás dele rasto de estilhaços dolorosos. Deixou de ser &lt;em&gt;Fénix&lt;/em&gt; por um dia que durou uma eternidade. Deixou, por se cansar de voltar a reerguer das cinzas, por se cansar de sonhar. No dia em que se esqueceu de sorrir, desvaneceu-se permanentemente. Hoje é figura horripilante, que caminha descalço sob o solo moído e abrasador das tenebrosas trevas. Resiste debilmente à luz solar que o apoquenta, queima-lhe as pálpebras cansadas e desgastadas de jornadas sumidas. Já esquecida ficou a doce sensação do prazer de contemplar sem nada requerer em troca. Hoje beija descrente o lado negro, dá o braço de bom grado às forças malignas, descendo a avenida. Destila impotente ódio no olhar vazio, escurecido. Despreza o mínimo sinal de compaixão, ou mera bondade. Afoga-se na imensidão da fogueira dos seus inúmeros talentos, empoeirados e esquecidos. Encostados à viola que não é tocada. Aos discos de vinil, que jamais ninguém ouvirá. Dá um trago e mergulha em si, escorrega num mundo sadio e cru. Vê-se refletido num espelho quebrado, com uma célula ínfima de uma equação complexa, sem solução à vista. Sem meios, sem fins, adivinha e antecipa um final precipitado. Já antes anunciado como tragédia grega. Se pelo menos tudo fosse tão mais fácil, como rebolar na relva fresca e relaxante do tapete verdejante do jardim. Deixar o cabelo esvoaçante e desalinhado ao vento sem preocupações de maior. Vestir-se debutante de esperanças e correr sem propósito. Correr com uma criança despreocupada que abre os braços ainda débeis de movimento organizado para abraçar o mundo novo de experiências. Ou o miúdo vivaço, que cheio de ilusões, chuta uma bola corroída, impregnado de fé nos seus anseios e sonhos ainda não reprimidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III&lt;br /&gt;Lá atrás, em tempos idos, todos fomos assim. Partíamos risonhos à velocidade da luz da ombreira da janela do nosso quarto e descolávamos. Descolávamos em direcção ao nada, mas para o nosso tudo que idealizávamos. Partíamos para não mais regressar ao nosso próprio reino encantado. Reino que agora, só muito de fugida ainda visitamos de forma comprometida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-5151765585497804378?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/5151765585497804378/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=5151765585497804378&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5151765585497804378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5151765585497804378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/09/broken-garden.html' title='Broken Garden'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TJYcUzy2l_I/AAAAAAAAAOs/cjkvAhCL9sE/s72-c/gallery-david-lachapelle-008.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-5477510532325552815</id><published>2010-09-15T18:49:00.010+01:00</published><updated>2010-09-18T14:12:23.394+01:00</updated><title type='text'>Jump into the dark pool</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TJEXGpG-NII/AAAAAAAAAOk/LZvkcIb6M6k/s1600/pool_dark.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5517216421387318402" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TJEXGpG-NII/AAAAAAAAAOk/LZvkcIb6M6k/s320/pool_dark.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;I&lt;br /&gt;Solta-te, executa um movimento transversal em paralelo com a arte digna de contorcionismo de um moribundo bailarino profissional. Executa uma manobra transcendente, sem o auxílio da protectora rede de segurança. Mesmo que a cruel morte já espreitei à esquina de afiada foice em riste, que vai ceifando vivacidade amiúde. Sabes à partida, que nem tudo irá ficar bem. Nada acabará eventualmente bem. Desprezas o copo meio cheio, meio vazio de bebida anestesiante. Evitas e não ligas peva aos espécies de finais semi-perfeitos, debuxados a sorrisos luzidios. Meramente forjados em tela cinematográfica, ensaiados de forma pomposa para comprazer dos tolos de amor. A televisão desligada e teimosa, não os para de emitir. Teima num embirração latente em devolvê-los à cara desarmada, nada irá ficar bem. Concluís. E daí? Desde quando te habituaste a conviver de braço dado com a resplandecente fortuna; a suprema e imponente felicidade. Nunca em momento algum da história transacta, foram mais que vulgares conhecidos às turras. Foram-se cruzando pelas ruas íngremes da angústia. Pelos recantos obscuros pintados de amargura de desilusões contínuas. Se o que desejas é porventura uma amizade íntima com o gáudio, o cenário cintilante, encontrasse completamente posto de parte. É à partida um caso dissolvido, perdido entre acordes e gemidos que ecoam e esvoaçam de uma triste guitarra, que vendeu barata a alma, ao mais afoito fado castiço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;Sentas-te só, na maior solidão, sorte do luar que te tem a ti. Só aqui vieste para contemplar a vista desértica e fantasmagórica que te preenche o vazio. Que agora quase te absorve as entranhas findas por completo. Não te deverias ter deixado embalar por tamanhas notas de uma musicalidade dançante, que enfeitiça até, o mais sábio dos marinheiros. Quase te obrigam a sucumbir face à pureza da sua fragrância eloquente de Olimpo. Grita, inspira e expira apressadamente de forma descontrolada. Deita cá para fora, o tanto que prendes e sufocas nesse nó de garganta, nessa alma mal amada. Assume o teu potencial, afirma a tua personalidade aguerrida. Hoje és tu lá em cima, és tu vestido de artista principal que assola o palco num solo arriscado. Os holofotes reflectem o teu brilho interior. Por mais quanto tempo serás refém dessa tua pele pestilenta, até quando serás prisioneiro incondicional de ti mesmo, dessa pesada e tenebrosa mascara que quase te obstrui a visão. A tal que te impede de ver o mundo com a transparência despreocupada, de quem já nada espera realmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III&lt;br /&gt;Largas os sapatos de ténis à deriva pelo corredor fora. Maldizes o impacto colateral que isso terá no andar da vizinha de baixo. A solução carece de uma solução efectiva e eficaz. Preparas resignado algo para bebericar, por norma para dois, ainda que sem companhia à vista do que mais, que os habituais móveis e sofás gastos de uso. Chamas-lhe a força do velho hábito de monge. Agora aqui recolhido, suspiras à janela da sala. As gotículas de chuva, cobrem e envolvem o parapeito descuidado de limpeza. Sente momentaneamente um ardor antigo, a queimar precisamente no local onde em tempos repousou um coração aquecido a afectos, movido a emoções palpitantes. Uma nostalgia paupérrima arriscasse a tocar à porta, mas fica sem resposta. Deitas o olhar ao arcaico relógio de parede herdado às custas do teu bisavô, e constatas o avançar tardio das horas. Tarde, demasiado tarde, para sequer colocares a mera hipótese, e deixares dançar sobre ti o leque das suposições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV&lt;br /&gt;Assustaste, atemorizaste, mas esta noite, és outro alguém. És outro tu, encarnando outro dos teus inúmeros heterónimos, que habitam a tua casa vazia de presença física. Nessa grande, desconfortável e desconhecida residência. Não te importas com o facto consumado, a conjectura dos factores assim obriga esta madrugada. Repousas finalmente a cabeça no seio da almofada apática, sem com isso acarretar a dependência de um outro alguém. Faz tempo que desconhecias essa realidade, que agora te entra pelo meio dos olhos e te entenebrece os sonhos. Saboreias uma última golfada de ar puro e consciente. Amanhã, ao despertar, não terás tanto seduzo. Mas, e daí?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-5477510532325552815?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/5477510532325552815/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=5477510532325552815&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5477510532325552815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5477510532325552815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/09/jump-into-dark-pool.html' title='Jump into the dark pool'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TJEXGpG-NII/AAAAAAAAAOk/LZvkcIb6M6k/s72-c/pool_dark.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-7228100391579230539</id><published>2010-08-03T13:58:00.004+01:00</published><updated>2010-08-03T14:09:35.579+01:00</updated><title type='text'>As Crónicas chegam ao Facebook</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TFgSgavsBKI/AAAAAAAAAOU/en2BA08g5VQ/s1600/Sem+T%C3%ADtulo.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 114px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TFgSgavsBKI/AAAAAAAAAOU/en2BA08g5VQ/s320/Sem+T%C3%ADtulo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501167292977513634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Aviso à navegação - vulgos seguidores, interessados e fãs aqui do blogue. A partir de hoje, as &lt;i&gt;Crónicas de um Bom Rebelde&lt;/i&gt;, têm a sua página oficial e dedicada, presente no Facebook. O objectivo centra-se na divulgação de todos os textos e conteúdos do blogue, bem como um contacto mais estreito e interactivo, com o conjunto de todos os seguidores e fãs. Como tal, para seguirem as &lt;i&gt;Crónicas&lt;/i&gt; no Facebook, é só adicionarem e seguirem, o  seguinte &lt;i&gt;link &lt;/i&gt;que se encontra disponível no canto direito inferior. Agradeço desde já a vossa atenção. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-7228100391579230539?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/7228100391579230539/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=7228100391579230539&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/7228100391579230539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/7228100391579230539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/08/as-cronicas-chegam-ao-facebook.html' title='As Crónicas chegam ao Facebook'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TFgSgavsBKI/AAAAAAAAAOU/en2BA08g5VQ/s72-c/Sem+T%C3%ADtulo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-4154826452725038929</id><published>2010-08-01T15:25:00.002+01:00</published><updated>2010-08-01T15:38:05.124+01:00</updated><title type='text'>Flashback in color</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TFWEarGWnEI/AAAAAAAAAOM/BAF2uScI2Zg/s1600/tumblr_l51bsxnJUk1qa2sy4o1_500_large.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 310px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TFWEarGWnEI/AAAAAAAAAOM/BAF2uScI2Zg/s320/tumblr_l51bsxnJUk1qa2sy4o1_500_large.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5500448113683766338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Quando chegou de mansinho nada disse. Estava ela prestes a desaguar e abandonar a suja estação de desembarque,  dos que carregam a cruz dos descrentes da paixão. Os em voga  errantes por amores perdidos. E era invariavalmente a já gasta e perdida  causa, que no último e fogaz &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;frame&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt; os obrigava a contemplar. Os olhos beijavam-se em surdinia no sombrio silêncio, enquanto voluteiam mesmo cerrados e cegos de conhecimento. Foi como que se à primeira vista, todos os amores falhados cegassem, face à impetuosidade do que nascera no centro do nada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Quando lhe colocou o olhar tímido de criança  em cima, visualizou nela, a harmonia constante, que se desprendida despreocupada, de tão corpo desenhado e moldado numa manhã suave e  radiante. Possuía as formas delicidas de uma qualquer diva &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;hollywoodesca&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;. A  ingénua simplecidade complexa, desarmou-lhe o olhar desconfiado, e cedo lhe cativou. Era feita de um como sem porquê. De uma mistura de inocência, com sabedoria ancestral. Conseguia numa fracção ser professora rígida e imponente. E no segundo seguinte, ser aluna atenta e concentrada  da carteira da frente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Ele, a medo, deixo-a afigurar-se, chegar-se mais perto. Primeiro desconfiado, contemplando os passos cautelosos mas altivos de musa. Foi acima de tudo, o modo dela ver o mundo de forma despreocupada. Encheu-lhe a vista, preencheu-lhe a alma à medida. Ainda hoje desconhece, não o sabendo precisar. Mas o coração devolve-lhe um chorrilho de confissões sentidas a peito. Disseram dias depois, a letras garrafais na primeira página de um jornal já velho de notícias desgastadas, que, qual obra do acaso, o dito lhe tinha adorado na primeira instância. Desde o primeiro momento, brandiam. Hoje é difícil  descortinar uma altura ou data exacta, detectar com firmeza e exactidão o momento em que o coração cedeu, face à impotência de sentimentos certeiros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Como se isso - o facto, fosse algo realmente digno de registo ou mesmo de armazenamento permaturo por amadurecimento. A suposição à qual perdermos tempo a chamar de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;tempo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;, cadece de importância, quando os sentimentos são chamados à prestar serviço às ordens do corpo e da mente. Qual sabor a que ardem as rédias  da paixão momentânea.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-4154826452725038929?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/4154826452725038929/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=4154826452725038929&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4154826452725038929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4154826452725038929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/08/flashback-in-color.html' title='Flashback in color'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TFWEarGWnEI/AAAAAAAAAOM/BAF2uScI2Zg/s72-c/tumblr_l51bsxnJUk1qa2sy4o1_500_large.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-5489906620028677344</id><published>2010-07-21T14:32:00.005+01:00</published><updated>2010-07-21T15:31:01.949+01:00</updated><title type='text'>Into the City</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TEb4RS4PaZI/AAAAAAAAAOE/_7bFqBgeJHs/s1600/lisboa+electrico+3+-+marek+sawicki.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TEb4RS4PaZI/AAAAAAAAAOE/_7bFqBgeJHs/s320/lisboa+electrico+3+-+marek+sawicki.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496353371261462930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Um infortúnio, reflexo de um mero acontecimento - por mais insignificante que seja - assume o poder da mudança. Na realidade, traz consigo a capacidade de ruptura. Designa, e altera consigo o rumo de vida carregada de monotonia. Vem, e modifica rotinas instaladas. Clichês diários implantados à força, que se movimentam por si só. Conjecturas de vidas vestidas a cinza sem alma.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;É assim que a vejo. É assim, que a tenho e a sinto. Observo o turbilhão matinal sentado à mesa de um qualquer café, enquanto rabisco perdido no &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;moleskine&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;. O turbilhão que por momentos quase esqueci, quando não estou aqui. Analiso estupefacto o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;ADN&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; complexo da cidade que já se agita, diante mim. A imensa cidade. Levanto-me e deixo-me ir então por entre eles. Ao sabor da brisa matinal. Os &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;eles&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, que são a multidão apressada e barulhenta. Aqui existo. Apesar de ser mais um. Uma cara desconhecida por entre outras, a quem ninguém esboça um bom-dia convicto. Por um momento questiono-me, se somos todos invisíveis aos demais. Dizem que a culpada é a maldita pressa. A mãe das desgraças que a todos nos rouba constantemente. A azáfama, matou por fim os bons e antiquados modos tradicionais. Somos só parte de uma unidade e identidade comum. De um todo, conjucturado de unos, que formam o muito - às vezes pouco - designado por marcha de seres humanos robotizados. Já avisto os múltiplos edifícios de personalidade espartana. À medida que me encaminho na sua direcção, engolem-me face à miniatura do meu ser. Nas ruas de calçada, deparo-me com sonhos à solta. Vejo-os a segredar no canto de uma esquina solarenga. No rosto fechado de um engravatado acelarado, destilando pretensões, sem tempo a perder para a mínima  paragem. No velho de expressões vincadas pelo passar dos anos, assentes no rosto triste. Enclausurado ao mesmíssimo banco gasto e sujo do jardim de há anos para cá. Não há quem não contenha a sua quota-parte de devaneios. Acompanhados e servidos por vezes, de algumas pitadas dispersas de bom-senso.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Encolho os ombros, e comprimo-me ainda mais no meu lugar à janela no metro. Navego à velocidada da luz, enquanto vou erguendo no meu interior ideiais de um futuro que se quer pintado de cores radiosas. Deixei o velho e corrosivo passado na estação, que já fica para trás, numa distância segura, ao que à vista diz respeito. Movi-me, soltando a uniformidade disforme que ainda amparava&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-5489906620028677344?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/5489906620028677344/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=5489906620028677344&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5489906620028677344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5489906620028677344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/07/into-city.html' title='Into the City'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TEb4RS4PaZI/AAAAAAAAAOE/_7bFqBgeJHs/s72-c/lisboa+electrico+3+-+marek+sawicki.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-4643263310760774541</id><published>2010-06-28T19:25:00.008+01:00</published><updated>2010-07-01T04:02:58.740+01:00</updated><title type='text'>Goodbye. It´s the last chapter. Bittersweet.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TCjp6K_AHwI/AAAAAAAAAN8/20mV1dwReLg/s1600/Michael-Maier-Fantasy-Emotions-Grief-Contemporary-Art-Post-Surrealism.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 317px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TCjp6K_AHwI/AAAAAAAAAN8/20mV1dwReLg/s320/Michael-Maier-Fantasy-Emotions-Grief-Contemporary-Art-Post-Surrealism.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5487893331541237506" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;É hora. Faz-se tarde. Percebi que não vens mais. A última chamada para o embarque já soou. Adeus meu amor. É a última vez, que escrevo acerca de ti, de nós. É a despedida temida, que não queria fazer. Hoje encerro-nos assim, por fim. É o último capítulo, preenchido com palavras entristecidas e frases  sentidas, sobre aquilo que poderias ter sido e não foste. Adeus, é a última vez que falo de ti, por aqui. Em mim. E ao mundo. Por mais que me faça doer, sofrer. As tuas palavras ecoam ferozmente ainda neste cubículo subsmerso. Atingiram-me como uma espécie de bomba que detonou à distância. Mas que ainda assim foi provocando graves danos com proporções arrasadoras à minha volta. Atingindo-me e percorrendo todos os orgãos e artérias vitais do meu corpo. Uma bomba que fez ecludir o meu coração, já de si quebrado e pouco resistente. Quebraste-o em mil pedaços, mas garanto-te, que desta vez, foi a última. Ele, que mal se sustia, débil e preso numa cama de um frio e inspídido hospital. Ligado à máquina, preso a uma réstia de esperança vã, que só ele, tolo, teimava ainda acreditar que seria possível. - Em ti. Ontem, madrugada fora, desligaste por completo a máquina, que o mantinha à tona por breves instantes. A máquina que nos ligava, que nos mantinha vivos. Os batimentos deixaram de se fazer sentir e notar. Não tive como não assistir à distância, que já de mim estavas. Foi inevitável, não ver, como não te preocupavas sequer com o meu estado. Por um segundo não paraste, para te questionares. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Sabes, as tuas palavras foram tão duras de ler. Doeram mais que facas afiadas, provocando cortes incisivos à flor da pele, que ias perfurando. Palavras malditas,  que apesar de eu próprio já as saber de cor. Já as ter como certas para mim, fizeram mais uma vez mossa devastadora. A verdade, é que nunca estamos mentalmente preparados, para as ler, vindas da pessoa, que para nós é o centro do universo. De um ser irreal. Eu não estava minimanente preparado para as sentir. Para a dor que causaram e infligiam enquanto as lia, uma e outra vez, algo em mim corria. Não querendo sequer acreditar. Estás tão longe de mim. Tão presa a outro alguém. Que me custa literalmente acreditar. Se não estou momentaneamente demente, se realmente existiram, estes quase nove meses de uma vida vivida. Que deitaste sorridente no caixote mais próximo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Eu fui o substituto imperfeito, como que um boneco a quem lhe falta um braço. Que nunca preencheu o lugar devidamente. Apenas o aqueci num inverno frio e rigoroso, enquanto te encontravas despida de outro alguém. Constanto agora, que sempre tive dependente das vontades e caprichos, de um terceiro, que afinal, é na realidade o primeiro. E eis que quando o terceiro-primeiro se agiganta novamente no ar. Porque pura e simplesmente lhe apetece entrar novamente em cena. E de novo, eis que se  assume logo como personagem principal. Enquanto eu sou relegado para os bastidores sem dó nem piedade, de todo este drama com contornos de tragédia ridícula.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Eu lia, relia, e não queria puramente acreditar. Não foi definitivamente por esta pessoa por quem me apaixonei perdida e redondamente.  Eu mereço bastante mais do que o reflexo tenebroso e medonho que o espelho me devolve por ora. Não preciso que mo digas, nem quero. Eu deixo-te, deixo-nos agora, nestas linhas que escrevo para sempre. Não mais quero olhar para trás. Por uma breve momento que seja. Vou estrear um coração novo, levantar-me e caminhar por um duro trilho. Não quero mais que o manchem de traição. Tenho tanta pena de não te ter do meu lado. Que não estejas lá, quando a felicidade por fim me contemplar e alumiar-me como raio de sol. Como promestes que estarias. Mas foi uma escolha tua, opção que nem sequer voto na matéria tive. Fui apenas votado ao silêncio de um segundo plano. Com o qual tenho hoje que aprender a conviver. Não quero mais, nem vou ser segunda opção. Não, nunca mais.  Adeus. Hoje, é para Sempre. Vou esquecer-me do que fui. Do que nunca foste. Do que nunca chegámos a ser um dia para ti. Vou esquecer-me da importância que nunca tive para ti. E de toda que tiveste em mim. Até Sempre meu amor. Vou tentar imitar-te na forma descartável, em como me arrumaste no armário mais velho do sótão. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Dizem sabiamente que a esperança, é sempre a última a morrer. E na madrugada de hoje, a minha desvaneceu-se por completo até ao nascer do sol. Em plena tormenta, por entre choros angustiantes e gritos de raiva e revolta contidos. Lia e relia. Para Ti não passei de mera ilusão, recordo-me de te exprimires de forma fria. Será sempre assim que te vou recordar. Com essas últimas palavras por ti esboçadas. E a mim dirigidas. Eu sou ilusão, mas um dia, serei a realização de um sonho, que tu deitaste fora, que simplesmente abandonaste. Adeus meu Amor. Até nunca. Até Sempre. Este é o último capítulo de uma história que nunca aconteceu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-4643263310760774541?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/4643263310760774541/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=4643263310760774541&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4643263310760774541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4643263310760774541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/goodbye-its-last-chapter-bittersweat.html' title='Goodbye. It´s the last chapter. Bittersweet.'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TCjp6K_AHwI/AAAAAAAAAN8/20mV1dwReLg/s72-c/Michael-Maier-Fantasy-Emotions-Grief-Contemporary-Art-Post-Surrealism.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-3724505032615885994</id><published>2010-06-26T18:52:00.004+01:00</published><updated>2010-06-26T20:16:23.062+01:00</updated><title type='text'>2 weeks later.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TCY-fUtfv-I/AAAAAAAAAN0/6YpwON5mSVc/s1600/surrealism.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 242px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TCY-fUtfv-I/AAAAAAAAAN0/6YpwON5mSVc/s320/surrealism.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5487141903853928418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Foi o mundo que mudou tanto neste curto espaço temporal? Ou fui eu susti os ponteiros do relógio, congelando tudo em redor. Talvez tenha sido só eu,  que morri aqui. À tua porta, às tuas mãos. E o mundo lá fora avança à velocidade repentina e imponente de então. O Verão eis que por fim chegou. Apregoam em frases distorcidas e distantes, lá ao longe. Mas em mim adensasse  uma estação invernosa, sem cor, sem fim à vista. Sem ser proclamada. Como decreto que teima em não ser aprovado. Os dias cinzentos sucedem-se. Impõem-se vestidos e recortados a um silêncio cortante. Nas ruas cheias, a multidão sorri continuamente, como se passeassem a sua alegria exterior. Mas a mim tudou me soa, a não mais  uma melodia vazia e dispersa de contéudo. O silêncio impera desde então. E uma estrada de quilómetros de distância acabou por surgir no infinito. Apanhando-me desprevenido e impôs-se. Afinal, não era essa estrada de adversidades, que nos mantinha unidos e nos fazia mais fortes que rochedo. Afinal não caminhávamos em paralelo, para um destino comum. A nossa estrada, não é mais a mesma. Os muros ergueram-se à minha volta, deixando-me nesta redoma, sozinho. E eu vi-te desaparecer assim, escapavas-me pelas brechas dos dedos das mãos. Sem palavras, sem gestos. Sem nada. Os sorrisos contagiantes, dos demais são a minha desgraça. Como é possível ter chegado a um estado de ruptura latente. Hoje os porquês, de nada valem. Prefiro e só quero esquecê-los. Porque as razões só me puxam mais de encontro ao abismo, em que me transformei. O fundo do poço, começa-me a parecer um local atraente para repousar a minha alma despida, e por lá conviver comigo mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Amo-te, soletra a minha boca, num trejeito em silêncio e contranatura. Será possível? Não o mereces na realidade. Mas o que posso fazer, se o meu coração te escolheu a ti? Não consigo contrariá-lo. Ainda que o tente ludibriar por breves instantes. Agora que estás reconfortada e embalada nos braços de outro alguém. Que posso eu fazer? Faz hoje duas semanas, que o meu amor por ti cresceu a olhos vistos. Mesmo não mais te tocando. Mesmo não te visualizando. Ou sequer ouvir uma simples palavra de tua autoria. E muito menos provando o sabor dos teus doces beijos. Apesar do imenso fracasso que reina em mim. Existe uma palavra altiva que teima em não me abandonar. E eu guardo-a para mim. Não tenho medo que se riam de mim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Por não saber de ti. Imagino-te. Imagino-te e crio-te, dia e noite. Invento-te constantemente  no interior do meu ser. E cá dentro habitas enroscada comigo. Como se fosse preciso, sequer inventar-te. Outrora apoderaste-te do  meu coração. Outrora em que me deixei levar por aquela, que eu julgava seres tu. És senão mais que um contra-senso que se concerne e arde no meu interior. Mas tu, só existes dentro de mim. Para mim. Mantenho-te prisioneira, no meu cérebro. Destilo-te nos meus olhos,  quando a saudade aperta e já causa mossa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Orgulho-me dos meus sentimentos feridos, e de, a eles ter sido inquestionavelmente fiel. Apesar de nada valerem aos teus olhos. Eu sou, e fui eu. Sem máscaras que me pudessem omitir.  Sem palavras-passe que encobrissem segredos confrangedores. Eu sou aquele que te Amava ontem. E hoje, deixa-me que te diga, passado duas semanas - Sou aquele que te Ama ainda mais. Ainda que não o sintas. Ainda que não oiças mais a minha voz. Habituo-me a este amor solitário, que comparti-lho comigo próprio. Acostumo-me sem mais dramas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Hoje sou a brisa fria, dos que não mais sorriem. Carrego com eles a cruz da não felicidade. Junto-me a eles e caminhamos em passo acertado. Como se de um exército mártir nos tratássemos. Aqui oiço choros retidos há muito. Oiço lamentos soluçados e tormentos perdidos, brandidos ao vento. Oiços silêncios, de quem lhes foram arrancadas, e extraídas vidas inteiras. Almas roubadas. E reconheço-me. Aqui no fim do mundo esquecido, solto um suspiro de revolta, ou que seja de conformação. Nasce e parte do fundo do coração, a conjugação de um verbo, que pelos demais é soletrado. Mas apenas por ímpares é sentido, com tamanha sinceridade. Eu sou a minoria dos que amam em vão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-3724505032615885994?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/3724505032615885994/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=3724505032615885994&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3724505032615885994'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3724505032615885994'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/2-weeks-later.html' title='2 weeks later.'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TCY-fUtfv-I/AAAAAAAAAN0/6YpwON5mSVc/s72-c/surrealism.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-923424569788574546</id><published>2010-06-23T02:26:00.013+01:00</published><updated>2010-06-23T03:40:49.299+01:00</updated><title type='text'>forget this fairytale.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TCFvY-DjF_I/AAAAAAAAANs/1KlyeX50aCE/s1600/Anonymous-New-York-Night-15821.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TCFvY-DjF_I/AAAAAAAAANs/1KlyeX50aCE/s320/Anonymous-New-York-Night-15821.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485788295879399410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Espero que a noite caia para sair sorrateiro à rua. Ombros descaidos, sem grande apreço pela figura que momentaneamente encarno. Sou tal e qual o vilão improvável que caminha nas sombras escondido da multidão. Não quero que vejam o meu rosto raiado de lágrimas, angustiado. Transformado num resto de nada que deixaste e aprisionaste em mim.  Que caprichosamente teima em não me abandonar, retém-se em mim morosamente. Caminho sem sentir o roçar dos meus pés frios de encontro ao chão sujo de uma rua maltratada. Só quero o silêncio e a escuridão que uma rua deserta me proporciona. Só eu e o nada, um dueto improvável. Rua vazia de tudo, tal como eu. Sem mais ninguém à vista que me possa olhar, questionar, ou mesmo destilar um olhar de mera compaixão. Rejeito a visualização  do meu olhar, da minha imagem ao próximo. A tristeza que em mim transparece, é não mais que o reflexo cruel e sincero da minha alma obscura. Sintonia que vai de encontro a mim, ao meu final. Vou ouvido uma nota musical já distante e dispersa, que me faz relembrar um momento de nostalgia passado. Só o meu velho &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;iPod&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; me acompanha nesta demada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Tento encontrar uma maneira de me suster em pé, aqui, mas nada é fácil. Equilibro-me dificilmente, afinal Tu partiste. E eu perdi todas as minhas faculdades. Esqueci-me de como sorrir. Apagou-se da minha memória a forma de articular os músculos faciais, desenhando um gesto automático, que se assemelhe a tal esboço perdido no tempo. Perdi a noção de felicidade. Caminho desamparado neste deserto agora quente, das noites de verão que já chegaram sem quase dar conta disso. Em tempos passados foram nossas. Ou será que foram minhas. Apenas e só, como tudo o resto. E hoje apesar de nada já ter a mínima importância. Continuo estagnado no tempo. Preso sem fluidez, na hora precisa, em que num simples minuto, destruíste sonhos que foram erguidos  durantes meses. Paraste o relógio da nossa união. Quebrando com ele o resto de tudo o que nos prendia. As nossas almas viviam à medida uma da outra - aparentemente. Só eu visualizei no espaço essa prespectiva peculiar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Hoje, enquanto caminho, só posso afogar dentro de mim, esta mágoa que teimosamente se aloja sem pedir licença no coração. Vejo-te desvanecer cada vez mais lá ao longe. Vais desaparecendo de forma fugaz por entre os recantos e becos da densa neblina nocturna. Até por fim te dissipares. Tento-te apagar de mim, mas nada é fácil. Existem demasiadas marcas circunstanciais que percorrem e toldam todo o meu corpo. Envolvendo-me - ainda - em ti. Apetece-me por vezes, perder-me nessas recordações, navegar ao sabor desses momentos e por lá manter-me por período não estipulado. Mas tento ser racional. Chamar-me a mim próprio à razão. Oh tarefa ingrata. A verdade, é que jamais voltarás. O teu amor por mim morreu. Simples, débil e doentio. A tua perda, é para mim uma doença, para a qual não possui-o qualquer espécie de cura. Porque nunca existirá cura alguma, para sentimentos tão puros com os que senti. Verdadeiros, num contraste  desastroso com os teus. Não se extinguem verdadeiramente, apenas se alojam em recantos da alma, que vamos camuflando. Escondendo para que não mais façam ferida nem ardor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Hoje fica e sobra a luta. A dedicação, o empenho e réstias de um grande amor por mim vivido. Imagino-nos num bote, em que só eu dava realmente uso ao remo. E devido a tal circustância, mantínhamo-nos sempre no mesmo local. Rodopiando sobre nós mesmos.  Sem avançar ou mesmo recuar. Faltou a força do teu braço, auxiliando o meu. A imagem do teu rosto assalta-me. A tua voz, ao meu ouvido assombra-me. Uma gargalhada num momento de uma qualquer brincadeira abandonada e inocente, que partilhámos continua por aqui presa. Afasto de mim tais pensamentos. Sei que me tenho que afastar de tudo isso. Tenho que destruir, todas estas recordações, estes sentimentos. Antes que eles me destruam por completo.  Manter o pouco que resta de mim. O corpo não corresponde. Vou ficando de mão estendida, dia atrás de dia. Até que, quem sabe, alguém  num dia remoto pegue nela. E faça, o que um dia eu fiz da tua. Transformei-a na coisa mais valiosa do mundo.   Joía que preservava em detrimento de todo o restante. Só queria estar de volta à nossa casa por uma última vez. Mas não encontro mais o caminho que me guie até lá. Ando as voltas. Será que também ela desabou? E sucumbiu ao vendaval das tuas acções de proporções catastróficas. E é neste momento, não mais do que meras cinzas. No auge do desespero, considerei vezes demais, perdir-te para fazeres de conta. Só queria por mais uma noite, acreditar nas tuas palavras. Tudo fica bastante mais difícil sem ti aqui. E se nos sobrasse apenas um dia. Serás que voavas até mim. Deitas-te tudo a perder. Enquanto eu gritava em surdina com as poucas forças que me restavam. Semeaste o silêncio. E apenas sobrei eu, para fazer a colheita nefasta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Agora apenas me resta seguir, ir-te confessando sem palavras. Mudo e calado aquilo que senti por ti. Vou-te contado os meus dias, acontecimentos diários, fúteis ou relevantes. Por pensamentos largados ao vento, pedindo aos céus que os guiem e encaminhem até ti.  Foi o que sobrou de nós. Uma mão cheia de nada. De mim, de ti. Somatório de avessos sem costuras que os unissem.  Apenas ficou a conjugação do nada com o vazio de um  silêncio agudo, que tudo cala e consente. Desde o dia em que partiste. Vivo sem rumo. Mas hoje não espero mais por ti. Conformo-me no biombo restrito, onde vivo em comunhão com a minha solidão. Ela infelizmente, não me falhará. Não mais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-923424569788574546?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/923424569788574546/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=923424569788574546&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/923424569788574546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/923424569788574546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/forget-this-fairytale.html' title='forget this fairytale.'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TCFvY-DjF_I/AAAAAAAAANs/1KlyeX50aCE/s72-c/Anonymous-New-York-Night-15821.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-2038495030303749742</id><published>2010-06-18T15:59:00.017+01:00</published><updated>2010-06-18T20:00:16.490+01:00</updated><title type='text'>Um Adeus. Uma Pausa. Um Até já. O Silêncio.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBuKCcvfH4I/AAAAAAAAANk/lI06Jnw-Ge4/s1600/tumblr_l3ltsyAX9c1qadutko1_500.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 257px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBuKCcvfH4I/AAAAAAAAANk/lI06Jnw-Ge4/s320/tumblr_l3ltsyAX9c1qadutko1_500.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5484128745933447042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Hoje sinto-me ainda mais triste ponto Sinto ainda mais a tua imensa falta ponto Sinto-me mais fraco ponto Ainda te sinto aqui, perto de mim ponto Como nunca pensei sentir-te mesmo que à distância ponto Não quero final&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Hoje chega ao fim. Um capítulo que conhece o seu derradeiro - ou não - final. Um ciclo se encerra. Para sempre ou não, quem saberá. Eu não. Talvez um dia volte. Talvez não volte nunca.  Não neste momento. Decidi colocar um ponto final, sem prazo de validade, às Crónicas de um Bom Rebelde. Por entre as múltiplas palavras navegaram durante meses a fio os meus sentimentos, que foram preenchendo este espaço outrora em branco. Como  raio de luz, de sol radioso, monumento de alegria que penetrou directamente pela  janela do meu coração. Que agora se extingue apressadamente. Como a chama que se apaga, que se consome por fim. Nestas singelas palavras, que aqui moram, neste canto, nesta casa a que me fui apegando, e afeiçoando cada vez mais - muito por tua causa - que se foi erguendo.  Crescendo a olhos vistos à força de mãos dadas, beijos trocados. Que agora não passam de meras palavras, que fazem doer. Magoar, mais que a faca cortante com que me presenteaste. Mas eu não te culpo, terás sempre o meu orgulho, dedicação e Amor por Ti.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Aqui neste humilde espaço, conheci e tive o privilégio de descobrir e provar os sentimentos mais apetecíveis do mundo. O mundo virtual da &lt;i&gt;Blogoesfera&lt;/i&gt;, na realidade, trouxe-me tudo, os sentimentos mais reais que alguma vez poderei sentir. O amor que sempre sonhei.  Permitiu-me viajar até ti. Viajar até um local que nunca pensei chegar a bom-porto - Ao amor. Mas hoje não faz mais sentido, descarregar neste espaço de palavras, as mágoas que carrego só comigo. Ele não merece. E eu também não. Prefiro que guarde e exponha só as boas recordações de momentos únicos e perfeitos, e que o resto tudo apague. Prefiro que seja lembrado assim. Como um blogue de esperança, para amantes errantes que nele eventualmente cruzem o seu destino. Tal como tu, e eu um dia. Um Blogue que transmita, e passe a mensagem de que vale a pena realmente acreditar e lutar pelo amor, sem cair em locais comuns. Mas sim de corpo e alma, com a força das mais duras marés.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;E assim que te quero ver. E assim que lhe quero ver. Ainda que não me veja. Que não me encontre. No meio, perdi-me talvez para não mais me encontrar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Expresso as minhas desculpas sentidas, a todos os que nesta viagem me acompanharam e foram leitores atentos e dedicados. Mas hoje não mais consigo escrever, perdi a capacidade de criar e conjugar palavras que resultem em algo maior. A fonte como que  secou. Não vos consigo mais transmitir nada que seja de facto relevante, ou que mereca ser escrito e consequentemente lido. Apesar do Blogue ficar em modo de hibernação, quero referir que têm sempre à disposição o e-mail dedicado ao mesmo - cronicasdeumbomrebelde@gmail.com  Sempre que necessitem de alguma informação sobre algum texto, alguma crítica a tecer, alguma dúvida. Sintam-se à vontade para dele se servirem e usufruirem. Sempre que me for possível tratarei de nunca deixar ninguém sem uma resposta. Um grande e imenso obrigado a todos vocês. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Por último, despeço-me de uma pessoa. A pessoa. A  Ti. Para o fim ficam sempre os mais importantes dizem. Não preciso referir nome. A própria sabe bem quem é. E toda a sua imensa importância em mim. Assim como no blogue. Personagem principal, que sempre me acompanhou. A meu lado e comigo tudo partilhou. Fomos desenhando os capítulos que nele habitam a uma mão conjunta. Tal como nós um dia, partilhando o mesmo espaço. Quero agradecer-te do fundo do coração, sem mágoas, por numa dia já longuínquo teres-te cruzado no meu destino. Obrigado por tudo, pelo alento inicial, pela força constante, pela dedicação única, pelo tempo dispendido em conversas e trocas de palavras. Palavras que tanto nos aproximaram e uniram. Palavras que fizeram brotar em nós  um imenso amor. Obrigado pelas longas horas de conversa até de manhã. Um dia avistámos o nascer do sol, lembraste? Eu nunca esquecerei. Sem ti, não teria sido a mesma coisa. Jamais teria sido igual toda esta jornada. Nada, nem nunca. O blogue jamais teria a magia, que carregou. Foste e sempre serás parte integrante e fulcral dele.  Adeus, não afastes os teus olhos dos meus. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Hoje vou ter que ir para longe, bem longe. De tudo e de todos. Rumo ao desconhecido. E este espaço cá ficará, como marca intemporal e inequívoca de algo com um valor inigualável. A minha/nossa, história quase perfeita. De um momento perdido, apenas esquecido no tempo. Momento mais importante na minha vida. Se um dia voltar, espero contar com a vossa leitura atenta novamente. De todos vós. Não me esquecerei de ninguém. Encontramo-nos por aí. Quem sabe um dia. A vida é feita de momentos, desilusão e esperança. :)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;André F. P. S&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-2038495030303749742?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/2038495030303749742/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=2038495030303749742&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2038495030303749742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2038495030303749742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/um-adeus-uma-pausa-um-ate-ja.html' title='Um Adeus. Uma Pausa. Um Até já. O Silêncio.'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBuKCcvfH4I/AAAAAAAAANk/lI06Jnw-Ge4/s72-c/tumblr_l3ltsyAX9c1qadutko1_500.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-8956040425829578264</id><published>2010-06-17T19:11:00.005+01:00</published><updated>2010-06-17T20:40:59.651+01:00</updated><title type='text'>Aprender</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBplaIEGXLI/AAAAAAAAANc/qqCP_LFV12I/s1600/29-05-07%2B029.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBplaIEGXLI/AAAAAAAAANc/qqCP_LFV12I/s320/29-05-07%2B029.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483806995792682162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Um dia em tempos atrás, fui assim.Feliz. Sorri. Sorria inocente. Sorria para a vida de forma aberta e desdramatizada numa espontaneidade  tremenda. A felicidade reinava então no meu coração. Era constante por todo o meu corpo, que eclodia  em movimentos de êxtase. Desenhava sorrisos, esboçava alegria, que dava e vendida. O ambiente no ar era leve e fluído sem sinais de poluição. Ainda carrego lampejos de tais momentos. Hoje sou apenas uma pálida e ténue imagem. Fotocópia a preto e branco, do que fui a colorido. Sou um quadro pousado numa parede  à espera de ser contemplado. A espera é angustiante. Tolda-me os movimentos, teima em tentar-me abater.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; Mas um dia, bem, um dia, vou voltar a dislumbrar luz, no meio de toda esta sombria escuridão. Vou descobrir um raio de esperança nas profundezas dos recantos da alma ferida. Bem no fundo do túnel. Mesmo de rastos, arrastar-me-ei até lá, mesmo que me faça doer os joelhos, sangrar.  Nesse dia treparei a pulso o pico desse cume até que o oxigéneo puro me preencha novamente e se instale em mim. E lá bem do alto, vou voltar a esboçar novamente o meu maior sorriso. E aí nada mais irá importar. Todas as recordações irão esfumar-se, transformar-se no nada que sempre foram. Agora tenho a certeza que nunca existiram, um facto consumado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Um dia vou voltar a ser feliz, mesmo contra tua vontade. Mesmo que teimes em me magoar. Eu vou conseguir. Amanhã vou renascer como fénix que avista novamente a luz do dia. Estrear um novo Eu, e levá-lo a passear, como quem enverga um novo fato. Imaculado para que não seja mais, nunca mais, usado e maltratado como nas tuas frias mãos foi.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-8956040425829578264?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/8956040425829578264/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=8956040425829578264&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8956040425829578264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8956040425829578264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/aprender.html' title='Aprender'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBplaIEGXLI/AAAAAAAAANc/qqCP_LFV12I/s72-c/29-05-07%2B029.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-5251032933992573971</id><published>2010-06-16T21:37:00.007+01:00</published><updated>2010-06-16T22:11:38.385+01:00</updated><title type='text'>. - 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Deixaste-me à deriva, solitário num cais caído. Enquanto isso entravas numa embarcação, sem olhar para trás por uma só vez sequer. Não esboças um qualquer trejeito de remorsos. Embarcas num barco sem uma única palavra vã de adeus. Um barco que parte para bem longe de mim, da minha curta vista. Irá navegar para o horizonte com que sempre sonhaste e nunca me revelaste. Finalmente agora conseguiste. Observo-te do chão sem nada poder fazer, numa perspectiva disforme. Entras degrau a degrau numa posse altiva com a tua bagagem vistosa. Escondes o teu olhar comprometido por detrás de uns óculos escuros. Tão escuros como a mancha negra que deixaste no meu coração agora vincado. E não me diriges sequer um mero olhar de despedida. Partes  em direcção a outros que se afiguram agora no horizonte. E abandonas-me assim, na nossa ex-casa de sempre, despida e vazia. Deixaste tudo para trás. E ao mesmo tempo tudo levaste. Quando dou por mim encontro-me por terra numa sala encolhida e vazia, sem me lembrar sequer de cá ter vindo parar. Tudo estanque. Ainda me encontro nesse cais, tentando chamar-te à razão, grito sem me ouvires, trancado entre quatro paredes que me comprimem o ar. Avisto ao longe o teu cabelo longo esvoaçar ao sabor do vento. Pareces-me feliz lá longe e sorridente, afinal rumas ao destino pretendido de sempre. Eu esbracejo, clamo a viva voz por ti, mas já nada te prende aqui. A mim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"Pois eu não tive a noção do seu fim(...)"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Encontro-me novamente por terra no meio de uma sala fechada, vazia e assombrosa. Vejo-me despido nesta estranha escuridão que agora é corrente habitual. Presianas cerradas ao mundo. À espera por um regresso em vão. À espera de quem não volta mais. Caminho agora apoiado em paredes por um corredor com marcas esquecidas de sangue, onde agora descansam apenas as lágrimas que deixo cair. Um corredor de momentos únicos. Gargalhadas  de recordações ecoam saudosas, aquelas que ficaram gravadas no coração. Uma dor queima no meu peito. A tua ausência. Corredor das primeiras  descobertas ainda a medo. Dos primeiros beijos trocados com um fervor imenso. A reveladora descoberta dos meus lábios colados de encontro aos teus com tamanho impacto. No contacto encantador e por vezes ainda atabalhoado, percorríamos com as nossas mãos vorazes, a novidade da descoberta de um corpo novo, desconhecido, que naquela hora julgava perto de me pertencer. Corredor feito de sustos de morte, onde te despertei para a vida. Acordo-te de encontro ao meu peito, tive tanto medo de te perder naquele momento. Mas mantive-te firme nos meus braços com uma força tremenda, uma crença ímpar em nós. Não te ia deixar ir, isso nunca. Com uma ferocidade férrea sustive-te para não mais te largar, nunca mais te ver partir. Tive tanto medo de te perder meu amor. Mas guardei-te ali, junto ao meio peito, num abraço profundo e assustado. Pensei que depois disso, nada já nos poderia separar mais. E tão longe que estavas de mim já. Nunca te tive realmente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"E ao que eu vejo, tudo foi para ti, uma estúpida canção, que só, eu ouvi"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Apenas gostavas da ideia de gostares de mim, palavras tuas que não me saíem da mente, do coração desfeito. Ecoam vezes infindáveis sem dar descanso à alma. Tamanhas palavras, e tanto que fazem doer. Foram flechas certeiras que penetraram  bem cá dentro, atingindo-me de forma cruel e traiçoeira.  Ontem madrugada fora sonhei-te assim, um sonho que se confundiu com uma tormenta. Quando por fim despertei, vi que a realidade era na verdade o meu pior pesadelo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"E eu fiquei com tanto para dar(...)"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Porque te deixei entrar de forma tão profunda dentro de mim? É a questão que ocupa os meus dias. Lá fora por entre as brechas vejo o sol brilhar, os sorrisos estridentes no ar. Mas cá dentro, por todo o meu interior chove torrencialmente, uma tempestade que não se esgosta. Será que perdeste a chave da nossa casa que em tempos trocámos com tamanho carinho? Ou simplesmente trocaste a fechadura, sem me avisar previamente. A minha chave, é agora não mais que velha e ferrugenta, sem para nada servir. Não abre mais o caminho para o teu coração. Pesa tanto em mim, tê-la ainda tão presente. Mas irei mantê-la neste deserto que agora percorro, Um dia lembrar-me-á do imenso valor que ostentou em tempos remotos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"A cidade está deserta, e alguém escreveu o teu nome, em toda a parte (...)"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O chá repousa frio na mesa à tua espera. Mas já não vens, eu sei, já não o bebes a meu lado trocando sorrisos puros. Sento-me por fim sozinho. Estás para lá do horizonte. Nesse barco malfadado onde decidiste embarcar, sem sequer olhar para trás. Eu continuo por lá naquele cais perdido, precisamente no local onde me largaste a mão sem qualquer espécie de aviso. E ali fiquei estendido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura, ora amarga, ora doce, para nos lembrar que o amor, é uma doença, quando nele, julgamos ver a nossa cura.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-5251032933992573971?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/5251032933992573971/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=5251032933992573971&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5251032933992573971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5251032933992573971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/blog-post_16.html' title='. - 2'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-753391284438209398</id><published>2010-06-15T18:54:00.018+01:00</published><updated>2010-06-15T21:40:57.927+01:00</updated><title type='text'>.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBe-fg-cLkI/AAAAAAAAANU/oobuf4elIgQ/s1600/Esta%C3%A7%C3%A3o%2BCoimbra%2BB.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBe-fg-cLkI/AAAAAAAAANU/oobuf4elIgQ/s320/Esta%C3%A7%C3%A3o%2BCoimbra%2BB.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483060519983918658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Saio para a rua cabisbaixo à força da dor cortante, mas obrigo-me. Caminho à deriva sem rumo certo, não tenho na realidade para onde ir. Perco-me por entre a multidão sorridente que aproveita um dia de sol. Retribuem-me com olhares desconfiados e perplexos, talvez seja só o reflexo da tristeza que carregam os meus olhos, espelho de uma alma destorçada em farrapos, de quem não consegue dormir. Sigo sem destino sem porto seguro, ainda que o trilho me leve até à beira-mar, onde a brisa fresca  me aconchega. Em contrapartida traz com ela dolorosas recordações de uma noite, onde neste preciso e exacto local, senti o calor do teu abraço, numa noite gélida e chuvosa de enfrente a um mar espelhado.  - Será que ainda te recordas de tais momentos?  - Mas nós não nos importámos minimamente com as gotículas que se abatiam sobre nós. Estavamos envolvidos de tal forma em nós mesmos, que o mundo parou de bater à volta,  e nada em teoria poderia penetrar. E é assim que te quero lembrar. Tal como nessa noite, quando iluminavas o centro da minha vida. Hoje quero encerrar-te de uma vez por todas, diluir-te nas minhas palavras. Mas quero dar-te um final digno, ainda que não o mereças na realidade. Aquele que eu não tive direito às tuas mãos. Hoje sou eu o rapaz do coração partido. Os papéis inverteram-se, tamanha das ironias; Como a vida nos prega partidas. Hoje escutei a música, e pode sentir na pele o que ela transmite e magoa. E sei tão bem que não estarás cá no final do dia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Hoje não me vou debruçar, e muito menos lembrar do mal que me fizeste, do quanto me tens feito sofrer, e andar de corpo vergado e alma vazia. Hoje quero-te recordar, como uma pessoa que nunca foste na realidade. Deixa-me imaginar-te perfeita, como nos meus sonhos. Deixa-me desenhar-te sincera, dedicada, preocupada com o meu dia-a-dia, como em tempos fizeste crer. Quero lembrar-te assim, mesmo que não o seja minimamente verdade. Mesmo que teimes em me puxar para baixo, em nem te importares por um segundo com o meu aparente estado. Hoje vou fechar os olhos e voar. Voar até uma pessoa que só existe dentro de mim. Vou apagar as más recordações, afogá-las nas lágrimas que derramo, queimá-las em fogueiras que acendo para espantar os maus espíritos. Vou extraír os pequenos fragmentos de felicidade, vou cristalizá-los em mim. E fazer de ti essa pessoa radiosa para sempre. A pessoa desses momentos perfeitos, na nossa - em tempos - sempre Cidade. A pessoa da noite passada à beira-mar, onde repousavas suavemente no meu colo enquanto me beijavas delicadamente. Hoje não me vou preocupar com o que os outros me dizem, hoje vou responder afirmamente ao meu coração. Ouvi-lo e segui-lo por completo. Hoje és uma boa pessoa, mesmo que por momentos. A melhor de todas, como sempre foste para mim, o meu número Um. Vou magoar-me mais uma vez, vou iludir-me para que possas ser a pessoa que aos meus olhos eras, só mais uma vez, prometo-me sem grande crença. A pessoa que eras, quando o meu coração segredava-me ao ouvido que me amavas. Vou viajar até aos dias onde acreditava plenamente. Uma derradeira ocasião. Para que te possa atribuir um despedida digna de alguém que não a merece, mas eu sou assim - o ingénuo inconsciente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Depois, bem depois,  traterei de substituír o meu coração por uma pedra gelada em seu lugar, ou pelo menos tentar. Na verdade estou cansado de sofrer. Quero  gritar, espernear, chorar até que as lágrimas sequem de uma vez por todas e por fim, findem. Tenho que parar de falar para quem não me escuta mais. Para quem não me retribui um mero gesto de carinho ou atenção. Para quem tudo sempre dei de forma tão dedicada e nada recebi em troca, senão promesas desertas. Se eu tivesse o poder de viajar no tempo, hoje viajaria até esses dias pintados a cores de uma felicidade inventada, mas que me preencheram o coração de forma infinita. Por onde andas? Hoje tenho saudades tuas, tantas que nem podes sequer imaginar. Tenho saudades do teu toque, da tua mão na minha, da tua voz ao meu ouvido. De chegar perto de ti, e ter o teu abraço à minha espera, mesmo antes de pousar as malas à entrada de casa. De entrar porta dentro e ter os teus mil beijos de saudade só para mim, e ver-te desenhar sorrisos de uma felicidade que eu julgava sincera. Tenho saudades. Não as consegues sentir?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Mesmo que não me ames, eu não consigo deixar de te sentir a falta, de te querer, tanto, tanto. Às vezes penso, em lutar, abanar-te e chamar-te daqui de longe à razão. Pego no telemóvel uma e outra vez, quero tanto ligar-te, mas rapidamente desisto. Tento perceber o porquê, de tanto me fazeres sofrer. Mas rapidamente  apercebo-me que é tempo gasto em vão, apenas mais sofrimento, e desse eu já enchi as medidas. Olho para um espelho estilhaçado, e lá vejo o retrato da verdade crua. Tenho que me contentar com o silêncio gritante que paira no ar. Tenho que me ambientar ao nó na garganta, que me acompanha agora nesta jornada solitária. Tenho que conviver com este meu estado. Aprender que as fatalidades da vida, são assim mesmo, vêem quando menos esperamos, e das pessoas que nunca suspeitamos e mais valorizamos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Caminho sem me preocupar para onde vou, o destino não é relevante, já não mais. Só queria amenizar esta dor. Contê-la, estancar a hemorregia que me faz cambalear. Perdi no percurso todos os sonhos que transportava no bolso. Eram nossos, e tu soltaste-os ao vento sem me avisar, para que eu os pudesse guardar. Sei que não existe uma fórmula certeira de concertar coração quebrados. Por isso hoje encerro-te assim nestas minhas palavras amarguradas. Se pelo menos tivesses tentado uma única vez alterar o rumo das coisas. Se me tivesses dado um mero sinal. Nem isso o fizeste por nós. Nem isso fui digno de ti. Será porventura a última vez, que irás ler algo sobre a nossa união (im)perfeita, sobre a nossa história, repleta de inverdades, triste sina. Mas hoje, não a lembrarei assim, hoje, prometo-te. Centrarei-me em palavras pintadas a felicidade com que me enchias a alma, reviverei esses episódios paradisíacos. E serás novamente a minha número Um.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Hoje quero despedir-me de ti, esquecendo todo o mal que me fizeste. Hoje és só a princesa perfeita do meu conto irracional e imperfeito. Adeus meu amor. Desculpa não te ter feito feliz. Desculpa não ter estado nunca à tua altura, e dos teus anseios e pretensões tão elevadas. Só me posso penitenciar. Eu bem sei que não voei alto o suficiente para te poder acompanhar, e fui ficando esquecido para trás. Não estava dentro dos parâmetros. Eu nunca lá cheguei, mas sonhei sempre que um dia, seria o teu orgulho. Hoje despeço-me assim perdido, vazio. Entrego-te os pontos que atribuis agora a outros. Parto sem sonhos e ilusões. Trata tu de os viver por mim, por nós. Promete-me mesmo que não seja eu a teu lado a vivê-los e compartilhá-los. Sei que irás concretizá-los. Eu terei um orgulho ímpar sempre em ti. Daqui de longe, onde não posso mais visualizar o teu rosto.  Dentro do meu coração viverás. Peço-te desculpa pelo turbilhão e pela escuridão em que ele se encontra por momentos. Um dia talvez recupere e poderás lá viver num ambiente muito mais florido e acolhedor. E é assim que eu te encerro contra vontade. Que tudo termina, precisamente no mesmo local onde tudo começou. Com palavras se inicou, sem rosto, sem vozes, e com palavras terminará. Irónico não?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Nunca aprendi a dizer adeus, muito menos a alguém que ame. Mas hoje, nesta tão agora característica solidão, tenho que fechar de vez a porta que sempre me abriste com o teu olhar luminoso como o mar, onde eu navegava. E hoje por mais que bata e toque à campanhia, não obtenho qualquer resposta da tua parte. O coração revolta-se, reclama. Mas hoje meu amor sou o perdedor que sai derrotado pela porta dos fundos. Hoje meu amor tenho que te dizer Adeus, e não até já, como em tantas outras saudosas ocasiões. Jamais pisarei aquela estação, que me fazia levitar ao chegar. Até Sempre. A minha alma estará sempre presente nesse terceiro andar que tanto estimei em dias e noites de momentos que deixam saudades dolorosas. Estarei por perto de ti. Mesmo com a porta fechada estarei a teu lado. Jamais te abandonarei. Adeus, hoje sou eu o rapaz do coração partido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-753391284438209398?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/753391284438209398/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=753391284438209398&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/753391284438209398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/753391284438209398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/blog-post.html' title='.'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBe-fg-cLkI/AAAAAAAAANU/oobuf4elIgQ/s72-c/Esta%C3%A7%C3%A3o%2BCoimbra%2BB.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-4298671744080395627</id><published>2010-06-14T05:21:00.012+01:00</published><updated>2010-06-14T13:49:04.234+01:00</updated><title type='text'>06:09m</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Pela minha mente madrugada fora, ainda ecoam e vagueiam pelo quarto, vozes delirantes que se abatem sobre mim, vezes repetidas. Frases tuas, expressões que esboçavas quando te passeavas a meu lado e caminhavas de forma inocente num abraço apertado acompanhado por um passo certeiro a dois. Rasgo uma última fotografia, enquanto deixo cair mais uma lágrima teimosa. Na esperança vã que talvez assim a dor desapareça, as recordações cessem definitivamente. Olho mais uma fotografia onde ainda me sorris, datada de fevereiro transacto. Contemplo-a com um último olhar de nostalgia, e primo o botão &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;delete&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; no telemóvel. Não quero mais as mensagens revestidas de falsidade, que com tanto orgulho as guardei para mim, como se dos mais preciosos tesouros se tratassem. E para mim eram, e valiam definitivamente mais do que qualquer ouro reluzente. Passam-me pela mente imagens em formato cinematográfico, que ficaram gravadas de locais, onde eu acreditava termos sido felizes. Afinal tudo não passou de uma felicidade unipessoal.Só por mim interiorizada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Eu acreditava na ternura do teu sorriso, no enternecedor olhar com o qual me contemplavas ao longo de um dia de sol, ou mesmo de chuva. Tu brilhavas à minha vista, onde quer que fosse, em qualquer cenário. E lembro-me de chegar a correr de uma viagem cansativa de horas, tão ansioso por te ter nos meus braços e não mais te largar. Reluzias com a minha presença, e eu acreditava com a crença de um fiel que se submete a sua religião sem nada questionar, de corpo e alma em uníssono. Acreditei tanto em ti, que hoje me é impossível acreditar no que quer que seja mais. Em quem for, perdi essa faculdade, que me era tão pura. Tamanha foi a ferida que causaste no centro da minha alma. Abalaste a minha fé nas pessoas, na veracidade que apresentam. Causaste danos irreparáveis.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Quanto mais junto peças do puzzle desconchavado e disperso da peça teatral que sublimente encenaste, na qual  me transformaste em actor sem o meu conhecimento e sem minha vontade própria. Apercebo-me da imensa negritude e maldade dos teus actos. Apercebo-me do quanto colocaste em cheque os meus sentimentos, o meu amor próprio o meu orgulho e reduziste-os a pó. Na realidade mataste muito daquilo que fui, deitando tudo isso que fui culvitando ao rio. Muito daquilo que contigo e a teu lado descobri, ou pensava ter descoberto, porque tudo não passou de apenas e só falsas ilusões, enredos vestidos de obscuras mentiras. E à medida que vou juntado as peças, e que o novelo se vai desenleando, o mesmo vai revelando faces monstruosas de actos que jamais supus tivesses capacidade de me fazer. Eu que fui, companheiro fiel de horas amargas, eu que contigo exaltei nas nossas conquistas, nas nossas vitórias. Se eu não te amasse, assim daquela forma tão desenfreada e apaixonada, teria tido o discernimento e o bom-senso de observar a realidade com a clareza, que me permitisse concluir que na verdade, não escrevias o meu nome nas estrelas como juravas a pés juntos. Doí-me ter agora a noção, de ter conhecimento que nas tantas noites que passámos abraçados, o teu coração afinal não estava ali presente na nossa companhia, tinha sim voado para outro lado bem longe do nosso quarto. Enquanto isso, tu emitias vocalmente algo que aos meus ouvidos soava a melodias de amor. Soava a um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Amo-te&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; verdadeiro. E mantinhas-me prisioneiro de tal mentira. E o meu erro foi esse. Foi ter confiado no teu pretenso e mascarado amor. Fizeste de mim parte de um carnaval singular, sem festejos, sem sorrisos de felicidade, mas sim revestido a teimosas lágrimas de tristeza que carrego. Não vale mais chorar por ti. Dizem-me e repetem-me, tentando empurar-me para o trilho correcto e acordar para a realidade. Mas é sempre mais fácil falar do que executar. Eu prometo e digo que sim com a cabeça, mas o coração esse não colabora, masoquista mantém-se ligado a ti sem se querer desligar, não querendo acreditar, no que os olhos observam. Eu esboço um sorriso, mas é algo meramente temporário, mesmo forçado, para que os demais fiquem aparentemente confortados com a minha pseudo-alegria. Já basta o meu sofrimento, não quero que o carreguem por mim.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Não tenho medo de exibir ao mundo e patentear a minha tristeza, não a vou ocultar. Eu olho para trás, e quero que subsista a minha genuinidade. Serei sempre fiel aos meus sentimentos por mais que eles me tragam verdadeiros disabores. Em forma completamente oposta a qual tu os trataste. Trastaste-os como meras palavras que perdiam o significado a partir do momento que partiam velozes da tua boca e se dissolviam no ar. De mim sempre obtiveste certezas firmes de um amor incondicional e dedicado. De ti, hoje, consigo vislumbrar que nunca o foi assim. Brincavas com as palavras à medida das tuas verdadeiras necessidades. Magoaste-me vezes sem fim. E agora apresentas argumentos que roçam o ridículo para o final abrupto da nossa relação. Apenas meras tentativas falhadas de justificar os teus actos injustificáveis. Mas digo-te, que não precisas de fingir mais, em nenhuma circunstância, encenar mais uma das tuas brilhantes actuações.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Eu caí em mim. Tenho noção do infortúnio que me sucedeu. Foi um grande precalço, para quem como eu, acredita piamente no amor, na força de um sentimento lindo, que tu meramente simulaste e destroçaste por completo. Tive azar, realmente muito, diga-se de passagem. De no momento errado, ter-me cruzado com alguém que apenas se aproveitou da minha ingenuidade em relação a tamanho sentimento tão nobre, para se apoiar enquanto precisou de um ombro a quem recorrer. Um ombro que depressa abandonou, quando obteve o que sempre quis. Mas é uma lição que precisamos de passar, gravar em nós, mesmo enfrentar. Um rúde teste, para nos mostrar e guiar-nos para o trilho correcto. De modo a distinguir as pessoas más, das realmente boas e sinceras. Necessitamos de passar por um conjunto de provas ingratas, comos aquelas por que passei. Temos que correr atrás, empenharmo-nos ao máximo, dar tudo de nós, e mesmo assim bater com a cabeça no murro, e esbarrar de encontro a um conjunto de falsidades. Precisamos de nos dar mal, que nos façam sofrer, como agora fazes comigo. Só assim, ganhamos as armas necessárias, para enfrentar esta travessia desértica. Contigo aprendi muito, foi aluno atento numa primeira fila, numa sala de aula, de como não se deve nunca magoar e tratar alguém. Tu foste o exemplo supremo daquilo que nunca desejarei ser para outro alguém. Obrigado por me abrires os olhos chorosos que apresentam por hora um estado lastimável, para a realidade dura, que é (sobre)viver a este conjunto de adversidades.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Hoje sinto-me, tão pequeno e insignificante, diminuído, quase como se não existisse pelas tuas acções. Espremido e abandonado no seio destas quatros paredes que se transformaram num refúgio. Aprendi à minha custa, a valorizar cada vez mais os sentimentos. A valorizar quem realmente de nós gosta, sem segundas intenções, sem exigências ridículas e argumentos tenebrosos, que envolvam carros para passear, ou quebras de rotina em relações pseudo-monótonas que puramente não existem. Tais argumentos ridículos e irrisórios, para conjugar e catalogar um sentimento tão puro como é o amor. Que nada pede em troca. Que nada exigue, senão a presença por perto de que nos quer bem em perfeita sintonia com o bater do nosso coração. Leio e releio textos e desculpas, que de tão esfarradas parecem ocas e vazias de qualquer conteúdo. Obrigo-me a rir, para não chorar, face ao que tenho diante dos meus olhos. E sinto-me tão pequeno. Tão pouco valioso. Talvez porque hoje sei e tenho a noção que o teu coração nunca bateu ao sabor do meu, em consonância como se de um apenas se tratasse. Mas bato-te palmas, por tão brilhante actuação, duvido que alguém tivesse a capacidade que só tu tiveste de me ludibriar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Tento repousar, mas só esta folha vazia e em branco que agora preencho, me acompanha e apazigua momentaneamente a alma. E é para ela, minha fiel companheira, que transponho aquilo que transporto no seio do meu ser. A dor não se liberta, mas através das palavras que esboço, retiro do meu cérebro uma torrente de angústia latente, que me possui e me retém num estado angustiante. Vejo-te como uma figura de um quadro pintado por uma palete de cores surreais, que não existem e que agora se desvanecem ao toque. Todo ele se quebra como o seu esplendor artificial e se extingue como se nunca tivesse existido, tal e qual o teu amor por mim. No dia em que já não cá estiver para contar, estas palavras sobreviverão e  tratarão de imortalizar os acontecimentos passados. É este o meu legado. Aquele que sonhavamos um dia, compartilhar e exibir ao mundo, como a mais bela história de amor de sempre. E tão longe que me encontrava da verdade. Hoje revejo-te em sentimentos impuros, baseados em mãos cheias de nada com as quais me presenteaste. Afinal o conto que fadas, me que fizeste crer e mesmo viver, não possuia qualquer princesa. Era não mais que um beco sem saída, um labirinto de tortura, um poço sem fundo de desilusão, onde continuo a procurar em vão por ti, pela porta de saída, raiada de felicidade que não existe, jamais aparecerá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Ontem foi o dia que verdadeiramente não terminou. Não teve fim, fiquei preso à frieza das tuas palavras que me desarmaram e me deixaram caído por terra. Sem que me desses sequer uma mão. A mão que sempre te estendi, fosse em que ocasião fosse, jamais te abandonei. A minha continua por cá, enquanto observo à distância a tua a desaparecer num horizonte perdido e longínquo, partindo na direcção de outrém. Hoje podia dizer que preciso do teu abraço, mais do que nunca, e como preciso dele, mais do que em qualquer ocasião, ou altura. Mas relutante não o quero, mesmo que o meu coração me implore por ele. Não quero provar novamente o seu trago a falsidade. Foste a pessoa por quem suspirei dias a fio, independentemente do teu humor, eu ficava feliz, só de escutar a tua voz a que distância fosse, mesmo que no fim do mundo. Mesmo nos dias menos coloridos, a tua presença iluminava a minha alma, mais do que qualquer sol no pico de uma tarde de verão. Mas hoje, que sei e tenho plena consciência do que te escondes por detrás da malfadada máscara com a qual sempre me contemplaste e distorcias o meu mundo de forma cruel. Não quero voltar a visualizar essa máscara que tanto me trouxe de bom como de mau. Ofereceste-me o pior e o melhor, tal e qual um sentimento agridoce que teima em não nos abandonar. E é assim que me mantenho neste impasse. Parado deixo as horas correrem, até que a  noite por fim se transforme em dia, enquanto tu repousas no teu sono tranquilo e despreocupado. Não podendo deixar de me relembrar que um dia me acompanhaste em tais aventuras nocturnas, e fomos os dois com um só a ver o sol nascer radioso lá fora. Momentos que agora vivem lá bem distantes, onde não os posso alcançar.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-4298671744080395627?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/4298671744080395627/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=4298671744080395627&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4298671744080395627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4298671744080395627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/0550m.html' title='06:09m'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-3763680478600911115</id><published>2010-06-13T16:18:00.047+01:00</published><updated>2010-06-13T20:43:45.443+01:00</updated><title type='text'>Inocência perdida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Visualizo em retrospectiva e em modo contínuo a derradeira e última vez em que os meus olhos tocaram no teu figurino. Desceste apressada de um autocarro, e deixaste a meu lado um banco amorfo, abandonado e vazio, onde hoje ainda sinto a tua presença. Lembro-me na perfeição, que já fora da composição, olhaste para mim e esboçaste-me um sorriso rasgado,o tal que sempre me aqueceu e soletraste num gesto fluído um &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Amo-te Muito Amor! &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;- carregado de hipocrisia até mais não - que como sempre me encheu a alma. Que viajava de forma reconforante comigo e me acompanhava na sempre tarefa difícil de me levar para longe de ti. De forma tão inocente pensava eu,  seria apenas mais uma vez, e isso sossegava-me, em breve estaria de volta à cidade que nos viu nascer. Enquanto tu planeavas e conspiravas, o golpe fatal que me aplicarás dias mais tarde. Iludias-me uma última vez com a tua frase tipíca: - "&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Não, é um Adeus, lembra-te que é um Até Já&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;". E eu acreditei tal ingénuo. Pedias-me de uma forma que eu jurava ser sincera que ficasse contigo ali, do teu lado, onde nada nos podia separar.  E eu cego acreditava nas tuas palavras. Traçava cenários que agora à distância se revelam meramente imaginários. Esboçava constantemente esforços a fim  concretizar uma volta de 180º graus na minha vida, que mudasse o centro da gravidade do meu mundo para onde te encontravas, para te ter sempre por perto e realizar um sonho que eu julgava conjunto. Não ciente, do que pelas costas conspiravas as mais terríveis acções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Davas-me a mão, mas já  planeavas trocar-me como uma mera peça de roupa suja, que trocamos diariamente. Tendo-te bastado numa mera conversa encontrado outra que à tua vista te pareceu mais imaculada e que te embeleza de forma mais sublime. E foi assim que simplesmente e num gesto repentino me substituiste como peça que agora se mostra indesejável. Idealizavas a meu lado, um mundo perfeito, cenários a longo prazo, onde seguíamos em paralelo. Nesse dia, nesse autocarro, eu estava longe, muito longe de sequer imaginar a pessoa fria e calculísta, que agora demonstraste ser. Enquanto me enchias de carinhos e envolvias em abraços fantasiosos que só existiam para mim, tinhas em mente um plano certeiro para me derrubar por terra. Foram oito, oito meses de pura ilusão, de páginas vazias onde vivi sozinho sempre sozinho, onde me entreguei de corpo e alma, como nunca ninguém teve tal privilégio, a uma pessoa que na realidade numa existiu nem existe. Só para mim e em consequência para o meu coração. Só os meus olhos conseguiram visualizar tal pessoa que não existe, uma figura que tão bem caracterisaste.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Levaste-me até ti, com as tuas palavras doces e ponderadas. Por ti viajei quilómetros incontáveis, sem fim. Por ti abdiquei de mim, enquanto prometias a meu lado ficar, pedias a minha presença constante, fazendo-me crer numa realidade paralela, que nunca sequer existiu. Pedias-me e eu dava-te. Era assim a nossa relação, a minha devoção por ti, que superou os mais altos muros e obsctáculos. Eu corri até ti, mesmo quando nem andar sequer podia. Cometi actos poucos sensantos, quase ilegais, para te avistar por perto. Mas sempre julgando que os fins justificavam os meios. Entreguei os meus anéis. E quando não os tive, dei os dedos de bom grado por ti. Enquanto isso, tu fingias, manipulavas o meu ser. Utilizas o teu amor de farsa, para me cativar e aconchegar a ti. E hoje, na altura, em que simplesmente não mais precisaste, deitaste-me fora, como um mero saco de lixo, igual a tantos outros em que em conjunto colocámos no caixote na rua lá em baixo. Nesses momentos, eu imaginava-me secretamente sem te confessar, a realizar isso a teu lado, diariamente e daqui a muitos anos, numa casa tão só nossa, talvez para sempre. Mesmo quando as nossas pernas já se sentissem demasiado cansadas da velhice que transportavam sobre o peso de si mesmas. Via-nos assim cúmplices. Mas hoje sou apenas o saco cheio de lixo que anseias por deitar fora. Que tu agora carregas sozinha e abandonas a solo no mesmo caixote de sempre lá em baixo de frente para a escola. Hoje não sou mais eu, que desco no elevador a teu lado, para executar tal tarefa, enquanto partilhávamos uma conversa, ou um beijo dado em passo apressado, pois os três pisos que nos separavam do chão, eram uma viagem relativamente curta. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;E eis que resolves tudo com um simples telefonema de forma gélida. Como se um contrato estivesses a fechar. No dia anterior, eu era o teu amor. Na manhã seguinte era um estranho que passa por ti na rua, e ao qual não prestas a mínima atenção, nem perdes um mero segundo a observar, tal figura morta de encanto. De modo frio e racional ditaste a minha sentença, tal assassina, que apenas privilegia os seus objectivos, sem te preocupares por um momento com os meus sentimentos, com o estado em que me deixaste. E quando o(s) conseguiste, eu deixei de ser um elemento fulcral e relevante. Agora era apenas um brinquedo velho e usado, quebrado que arrumaste na tua prateleira esquecida para sempre de forma eficiente, o valor que outrora tive, era agora nulo. Outros se levantaram no meu lugar, e ocuparam o meu espaço. E tu com os teus gestos nobres executaste um troca que não te custou um pingo de esforço. Para ti, apenas contas tu, a tua felicidade o teu bem-estar. O eu que fui para ti, apenas se revelou descartável. Conquistaste-me em noites quentes de verão que jamais esquecerei, e parecias tão perfeita, pensava eu. Tão Tu. Como se na realidade fosses aquilo que as tuas palavras transpareciam para mim. E eu jamais sonhava que brincavas com o meu coração com mera peça de xadrez num jogo, que jogaste por puro prazer ou mesmo divertimento, de forma pensada, movendo os teus peões conforme os teus reais interesses. A tua tão apregoada sinceridade, nunca se revelou em oito longos meses de viagens que fiz em sentido oposto. Conheço os percursos de cor, inúmero as estação de trás para a frente, vezes repetidas, afinal é tudo o que resta. No fim de contas, nem minha amiga conseguiste ser. Com o teu amor falso, fizeste-me ser, não mais que um número isolado, parte integrante de uma estatística de pessoas que passaram pela tua vida, e te foram úteis em determinado momento, em determinada altura. Hoje ocupo o lugar dos dispensáveis, dos que já não apresentam utilidade alguma. Hoje que não precisas mais de mim, simplesmente ignoras-me de forma repugnante. Esqueceste-te rápido dos momentos, das sensações, das emoções vividas. Ou será que nunca existiram realmente e verdadeiramente para ti? Afinal foi isso, Sim! Para ti tudo foi, não mais que um deserto vazio de mentiras em vão. E eu via-te tal e qual um oásis rectilínio e perfeito&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, que me fascinou desde o primeiro momento e para o qual corria, o meu fiel porto seguro, pensava eu. Triste e tamanho inocente que fui.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Sofro agora em silêncio, choro desenfreadamente nas horas calmas e mortas da escuridão da noite, para que ninguém mais ouça os gritos estridentes da minha alma. Choro por quem não merece uma ínfima lágrima que seja. Por quem nunca existiu, fantasma de um amor, que só eu vi, tal aparição. Espero um telefonema horas infíntas, que nunca chegou. Que apenas eu acreditei que alguma vez chegasse, mas mesmo com tudo o que me causaste, eu ainda acreditei em ti. Mais uma facada, mais uma mentira, só mais uma. A repetição trás a habituação, e eu vou-me resignando à tua real face. Que agora deixou cair a mascara que sustentava por completo. O amor consegue ser realmente cego, e tolda-nos a alma a visão e todos os restantes sentidos. Hoje no meu canto, refugio-me de tudo, do mundo. Tento apagar recordações à força de uma borracha tão surpreendida como eu próprio. Recordações que agora nada valem efectivamente. Tento conter um rio de sentimentos, que jorra continuamente teimando em não estancar. Uma ferida a céu aberto no centro do meu coração. Sei que estou sozinho, mas hoje tenho plena consciência, de que não mereces o meu sofrimento. Mesmo que ele exista e é real, bem real. Um dia ele irá amenizar, um dia irei sorrir para a vida, mesmo que hoje as lágrimas escorram rosto abaixo sem quererem cessar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;E tu deixa-me que te diga, não te auguro futuro risonho - ainda que o deseje com todas as minhas forças - as pessoas mentirosas, acabam por receber o pagamento na mesma moeda do reflexo dos seus actos. Espero sinceramente que não seja o caso, o teu não. Ainda assim, tens plena noção que não te desejo mal algum. Que continuarei a torçer por ti na primeira fila, tal como sempre, ainda que agora por fora. Continuarei a ser o primeiro a festejar os teus sucessos, a ficar orgulhoso dos teus feitos, e a exclamá-los ao mundo, mesmo que não o saibas na verdade. Acabarei por estar por aí tal como em todos os outros dias, mais perto de ti, do que alguma vez terás noção. Serei o mesmo que te ajudou nos momentos menos bons em que mais precisaste. Serei o mesmo, aquele que esteve lá, quando mais ninguém esteve por ti e sempre para ti. Aquele que não arrendou pé, face a que consequências fosse. Por ti hoje, tal como ontem. Hoje sei, que não me desejas, nem me dedicas um tão teu - &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Até Já Amor!;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; Mas sim um &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Adeus &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Cruel. Foi pena, não o teres sido capaz de o realizar, quando eu estive por perto de ti. Sabes, queria ter tido tempo de me ter despedido de tudo o que foi importante para mim ao longo destes oitos meses. Que vão deixar muitas saudades, imensas recordações. Talvez um dia o faça sem o teu conhecimento. Despedir-me dos locais, que jamais visitarei. Da casa, que jamais pisarei que contém recordações ímpares. Da cama onde jamais dormirei abraçado a teu lado, desejando-te boa noite em mais uma de muitas madrugadas onde trocámos confidências. Foi pena, não me teres encarado, e não me teres permitido um adeus, uma despedida condigna com aquilo que eu sempre fui por e para ti. Na realidade eu não pedia muito, só que tivesses aberto o teu coração para mim, e que me desses um abraço sincero de despedida de alguém que sempre lá esteve presente por ti. E quem sabe, talvez uma palavra amiga, de força de garra e alento para enfrentar as trevas que aí vinham em minha direcção. Mas não, deixaste o autocarro arrancar, com um sorriso nos lábios que cristalizei na minha alma. E de forma cruel pegaste no teu telemóvel, e numa voz fria apenas reservaste uma palavra para mim - &lt;i&gt;Acabou&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;. Depois o silêncio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-3763680478600911115?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/3763680478600911115/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=3763680478600911115&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3763680478600911115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3763680478600911115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/inonencia-perdida.html' title='Inocência perdida'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-6735803746974057764</id><published>2010-06-12T16:22:00.014+01:00</published><updated>2010-06-12T18:09:23.084+01:00</updated><title type='text'>Falso - Amor - Falso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Há por aí uma tese, que defende - que acabam por ser as pessoas que mais gostam de nós, que geralmente mais nos magoam e desiludem. Eu condeno à partida de forma solene e bem vincada essa tese ou algo que se assemelhe. Quem na realidade gosta de nós, dos pés à cabeça, sem falsas pretensões, sem meras frases feitas que de sentimento nada transportam, apenas e só vazios falsos, a roçar o mesquinho. Não, eu afirmo com toda a clareza e a viva voz: Quem gosta realmente de nós, não nos magoa, e acima de tudo não nos ilude, dando-nos algo que efectivamente nunca existiu, e que se esfumaça em dois pares de palavras, como se nunca tivessem existido. O ser humano, ostenta uma capacidade inequívoca de nos surpreender. Até mesmo aqueles que nos são mais próximos, tão próximos, que não existe qualquer espaço que os divida - aparentemente - na realidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Alguém que te estende(u) a mão, que te dá um carinho inocente, que adormece abraçada a ti sussurrando-te ao ouvido palavres doces. Alguém em que confias pia e cegamente, revela-se um actriz sublime, com um capacidade ímpar de simular sentimentos, emoções. Às quais tu não resistes de tão puras que te parecem revelar aos olhos. Na realidade é impossível de deter tais inverdades, só quando te acordam do sonho de forma abrupta, que só tu vives a solo, apercebeste da imensidão do pesadelo. Que andaste a navegar num barco em águas turvas, o qual só era remando por um, dos dois lados. Sentes-te traído, enganado em última instância usado como um mero artefacto num dado período com prazo de validade. Por algo, alguém que jamais pudeste desconfiar. Por essa pessoa, foste até ao fim do mundo, metias aos mãos no fogo, e deixavaste ser guiado de olhos fechados na mais sinuosa das montanhas. Apercebeste e acordas para a tua ingenuidade infantil. Aqueles que mais gostam de nós, jamais nos desiludam a tal ponto, jamais magoam, deixam de partilhar sentimentos, e estados de alma. Rapidamente me apercebo que alguma vez, foste uma pessoa que gostava de mim de corpo e alma, como tantas vezes juraste a pés juntos. Infelizmente, ou felizmente fui tocado pelo infurtúnio de teres passado por perto. Desejo apagar, momentos, recordações, sentimentos, não porque, não os venero, mas devido a imensa falsidade que os envolve e sustenta. Por terem sido vivivos a uma só alma, tal presente envenenado. O que doí mais, não é o facto da perda, mas do conhecimento da não verdade dos sentimentos declarados, dos beijos trocados. Meramente por ti simulados, como se tivessemos em cima de um qualquer palco, numa estreia auspiciosa de uma grande peça. Hoje vejo-te assim, tão lobo, vestido com pele de cordeio. O lobo -mau - pelo qual enfrentei ventos e marés, pelo qual passei por situações que prejudicaram terceiros em prol da nossa existência. Não me arrependo minimamente de o ter feito, e voltaria a passar por todos os estados e faces que fossem necessários para viver tais momentos. Tu foste a actriz perfeita que trespassou o meu coração com o teu amor de mentira. Conquistas-te tão facilmente o que por tempo fora intransponível aos demais comuns. As tuas palavras soavam a uma veracidade tão transparente, tão aconchegante, que era impossível, não ser embalado por tal fantasia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;E eu deixei-me levar, no conto de sereia com que me acenavas e apregoavas , qual marinheiro embriagado, pelo teu encanto. Hoje tenho plena noção, que o teu amor-fantasma, não passou de isso mesmo. Mas de tão bem disfarçado que foi, deixei-me envolver. Quis viagar na crista da onda a teu lado, pensei que a força da maré nada podia contra nós. Mas qual poeta que vive de sonhos, hoje acordei com o mundo revirado de uma noite fria e tempestuosa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Quebraste promessas, compromissos e sonhos conjuntos. Mas pior foi o facto de quebrares o meu coração em mil pedaços. Agora parto para uma estrada sem rumo aparente, solitário, mas desafogado. Sem carregar o peso das mentiras  do teu falso amor que tanto fizeram sonhar. Acordo, como personagem de um pesadelo surreal. Para uma verdade dura e crua. Saio pela porta dos fundos cabisbaixo, mas em contrapartida com uma lição sabida de cor. Quem realmente gosta de nós, não nos magoa, jamais traí o nosso coração. Os que o fazem não são, senão meros fingidores que apregoam um amor somente da boca para fora. E a ti  agradeço-te sem rancor, por tão grande e dolorosa lição. Estendo-te a mão, mas não recolho proveito desse tão agora evidente e pronunciado falso amor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-6735803746974057764?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/6735803746974057764/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=6735803746974057764&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/6735803746974057764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/6735803746974057764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/falso-amor-falso.html' title='Falso - Amor - Falso'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-699518904426836928</id><published>2010-06-05T00:33:00.002+01:00</published><updated>2010-06-05T00:38:40.296+01:00</updated><title type='text'>Âmago</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TAmNfuQ1hqI/AAAAAAAAAMs/MygcxoVUyok/s1600/andy-warhol.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 253px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TAmNfuQ1hqI/AAAAAAAAAMs/MygcxoVUyok/s320/andy-warhol.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479065997807027874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Carrego múltiplas personagens no seio de mim. Um alter-ego que deambula pelas vísceras do meu ser. Unívoco eu, que se refugia de tudo. Da monstruosidade de um dia corriqueiro, que avança ora apressado à velocidade da luz, ora numa impaciência que apoquenta a mais pacata alma. Sou, ora existo aqui, onde ninguém me consegue deslumbrar. Quadro caricaturado da figura que aparento ser aos olhos de outrem. Aquilo que julgam ver, não é mais do que trejeito da feição mascarada que quero desvendar. Só o meu eu interior carrega a veracidade da verdadeira essência que me norteia. Inspiro uma lufada de ar fresco enquanto calco a calçada desgastada de anos e inúmeras passagens. Amargurados os que me contemplam, julgando compreender o indivíduo que por ora avistam. A sapiência da exactidão encontra-se oculta sobre camadas de carne, impalpável ao sentido de quem não possui o tacto de a visualizar sem nada ver.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-699518904426836928?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/699518904426836928/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=699518904426836928&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/699518904426836928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/699518904426836928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/amago.html' title='Âmago'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TAmNfuQ1hqI/AAAAAAAAAMs/MygcxoVUyok/s72-c/andy-warhol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-6602093258863596216</id><published>2010-06-02T23:14:00.006+01:00</published><updated>2010-06-02T23:30:38.108+01:00</updated><title type='text'>Tenta</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TAbYKUMfH1I/AAAAAAAAAMc/ZUaWt0D-yI0/s1600/davidlachapelle.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TAbYKUMfH1I/AAAAAAAAAMc/ZUaWt0D-yI0/s320/davidlachapelle.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5478303668474158930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Por vezes existem tempos verbais que não se conjugam verdadeiramente. Temos que tentar, recomeçar, reconstruir vezes sem fim. O vento cortante derruba-nos do cavalo ilusório. Derrota-nos numa batalha às portas de uma amargura vã, já conformada de tanto desmedido derrotismo que ostenta. Prenúncio de lágrimas que caiem poço abaixo no sentido inverso, alojando-se nas entranhas mais profundas. Apesar do percalço, não dizes adeus. Não, ainda não. Sentes-te derrotado como por momentos. Uns segundos preciosos e recupera o fôlego imprescindível. Persistes, voltas ao ponto de partida, mesmo que agora caminhes sem a companheira indispensável de outrora, fé. Não desesperas, na exacta altura do caminho, invariavelmente acabará por se juntar a ti. Será arma de arremesso, em mais uma tentativa concisa e empenhada de derrubar o castelo de cartas disforme que aparenta um desequilíbrio latente, a quem dele se abeirar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Na passagem arruínas por completo um candeeiro altivo que no lusco-fusco se alumia. Apesar de todas as condicionantes, queres ser tu a sobressair no centro do nada, sem luz alguma que te ofusque. Nem mesmo o luar te acalenta. Passo ente passo, aproximas-te de um apeadeiro, ao qual não cedes à tentação de descer. Interrogas-te e encolhes os ombros em sinal de um persistente desinteresse, que teima em não abandonar a figura do teu Eu - menor, aos olhos de um espelho de proporções desajustadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Já te convencestes inúmeras vezes do oposto, mas encontras-te precisamente no mesmíssimo lugar de então. É irónica a retórica do acontecimento. Mas aqui estás tu. Já cá estiveste tantas vezes, que arriscas a ditar os recantos de cor para uma plateia invisível, num ditado constrangido e contínuo. Conheces os cantos à casa, mesmo a olhos fechados. Abres com sentimento de posse, uma janela ao acaso que fora deixada ao abandono, por outros que dela se desinteressaram, ou venceram o aparente dilema equacional, que não consegues resolver. E se fosse apenas mais um dos pesadelos, dos quais dificilmente acordas? Buscas ao acaso uma cara um traço familiar, que te preencha, que te proporcione uma sensação de alívio casual. Vês-te por momentos, como carta fora do baralho. Um peão sem valor por qual pagar, que todos desdenham. O som mudo que ouves caminha a passos largos para um final estridente. Se te dessem agora a mão, provavelmente saltarias para um qualquer abismo incógnito, sem pestanejar, qual pacto maligno.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Mesmo sem noção ostentas uma força interior ínfima. Uma faceta reveladora, que te obriga e impele a pegar na caneta que escreve na folha virgem os passos do destino de almas errantes. Apercebeste que te ti, dependem outros que tais. O ser solitário que aparentas ser, desdobra-se por múltiplas faces, que dão vida a corpos que caminham em direcções conjuntas. Confluem para a mesma paragem que agora te parece à vista, menos turva. Suportas a dor, uma e outra vez, se necessário. É aqui que vences a guerra, mesmo já desarmado. Acreditas, e isso é o Início.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-6602093258863596216?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/6602093258863596216/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=6602093258863596216&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/6602093258863596216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/6602093258863596216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/06/tenta.html' title='Tenta'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TAbYKUMfH1I/AAAAAAAAAMc/ZUaWt0D-yI0/s72-c/davidlachapelle.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-7701515130938226298</id><published>2010-04-23T00:12:00.003+01:00</published><updated>2010-04-23T00:30:19.540+01:00</updated><title type='text'>The Dark Side</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S9DX6Qodo7I/AAAAAAAAAMM/kubYrT76yvQ/s1600/edie-sedgwick-and-andy-warhol.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 297px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S9DX6Qodo7I/AAAAAAAAAMM/kubYrT76yvQ/s320/edie-sedgwick-and-andy-warhol.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5463103743897478066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Indeterminadamente, na penumbra da escuridão, soltamos debilmente gritos mudos, que em surdina ecoam nas paredes solitárias dos confins da nossa alma. Desenlaçamos em vão o nó teimoso em volta da garganta aflitiva. Ferra, faz mossa, leva-nos aos poucos um pedaço de ânimo já de si empoeirado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Anseias pela luz, que a vislumbras lá longe no desfecho do horizonte. Caminhas vergado, tal e qual um ser minúsculo, com as mãos despidas de armas. Absorver-me de forma quase fantasmagórica, esperneio, contorço-me, uma e outra vez.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Chego a pedir ao céu a tua mão, coragem e determinação. Falo-te apressadamente no silêncio, que é a nossa ausência recíproca. Chegas por fim e afugentas a palete de dor composta por cores menos alegres. Num fogacho concertas e pintas um rasgo de esperança&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-7701515130938226298?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/7701515130938226298/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=7701515130938226298&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/7701515130938226298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/7701515130938226298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/04/indeterminadamente-na-penumbra-da.html' title='The Dark Side'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S9DX6Qodo7I/AAAAAAAAAMM/kubYrT76yvQ/s72-c/edie-sedgwick-and-andy-warhol.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-5401073670229358987</id><published>2010-04-14T01:21:00.003+01:00</published><updated>2010-04-14T01:26:45.204+01:00</updated><title type='text'>Um ano de Blogger</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S8UKvMP8WYI/AAAAAAAAAME/VZl3ImFSpWU/s1600/ob-WILLOUGHBY-James-Dean-reading-music-score-for-Rebel-Without-A-Cause-1955.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 222px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S8UKvMP8WYI/AAAAAAAAAME/VZl3ImFSpWU/s320/ob-WILLOUGHBY-James-Dean-reading-music-score-for-Rebel-Without-A-Cause-1955.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459781929114818946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Um ano. O primeiro. E eis que como quem não quer a coisa - As Crónicas de um Bom Rebelde - celebram o seu primeiro aniversário. Começaram tímidas diga-se. Sem grande pretensiosismo, acima de tudo ansiavam por transparecer e deitar cá para fora, para o mundo exterior, estados de alma do seu autor. Amuos retraídos, desavenças com o mundo, reconciliações com o seu alter-ego. Amores que Floresceram e inevitavelmente episódios menos viçosos contramaré. Capítulos onde se entrelaçaram realidade e ficção como uma só, que ficarão cristalizados neste depósito virtual, que muito possui de coração sentido. São meras palavras retratadas em sentimentos, que não as considero como minhas, mas de quem as lê. O meu muito obrigado, a todos aqueles que de alguma forma, contribuíram e são invariavelmente parte integrante desta viagem frenética e entusiástica. Cá nos encontraremos no próximo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-5401073670229358987?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/5401073670229358987/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=5401073670229358987&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5401073670229358987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5401073670229358987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/04/um-ano-de-blogger.html' title='Um ano de Blogger'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S8UKvMP8WYI/AAAAAAAAAME/VZl3ImFSpWU/s72-c/ob-WILLOUGHBY-James-Dean-reading-music-score-for-Rebel-Without-A-Cause-1955.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-4318355133635310633</id><published>2010-04-13T00:42:00.004+01:00</published><updated>2010-04-13T01:10:54.959+01:00</updated><title type='text'>Curtas Rebeldes #2</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S8OwHuSTIJI/AAAAAAAAAL8/-DVld0b3Xrg/s1600/andy-warhol-knives.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 253px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S8OwHuSTIJI/AAAAAAAAAL8/-DVld0b3Xrg/s320/andy-warhol-knives.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5459400820033527954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A saudade traz à tona, memórias acondicionadas em recantos abandonados. Onde as largámos por serem meramente irrepreensíveis, inigualáveis. Às vezes, quando arde dolorosamente cá dentro, voamos até ao seu encontro, só para que, por um mero segundo possamos tocar tamanha essência.  Pedaços de história perpetuada, que recortam sorrisos efémeros de felicidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-4318355133635310633?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/4318355133635310633/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=4318355133635310633&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4318355133635310633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4318355133635310633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/04/curtas-rebeldes-2.html' title='Curtas Rebeldes #2'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S8OwHuSTIJI/AAAAAAAAAL8/-DVld0b3Xrg/s72-c/andy-warhol-knives.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-8139309930054472402</id><published>2010-04-06T21:23:00.004+01:00</published><updated>2010-04-06T22:49:33.459+01:00</updated><title type='text'>Curtas Rebeldes #1</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S7uYlo_wZlI/AAAAAAAAAL0/SdtbmU49z6I/s1600/andy_warhol.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S7uYlo_wZlI/AAAAAAAAAL0/SdtbmU49z6I/s320/andy_warhol.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457123145916900946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;O amor quando é despretensioso, no seu estado mais puro – verdadeiro. Não possui qualquer espécie de peso, não existem balanças com calibragem e métrica suficiente para o sentir. Na realidade levita, tal e qual como a alma de quem o sustem. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-8139309930054472402?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/8139309930054472402/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=8139309930054472402&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8139309930054472402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8139309930054472402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/04/curtas-rebeldes-1.html' title='Curtas Rebeldes #1'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S7uYlo_wZlI/AAAAAAAAAL0/SdtbmU49z6I/s72-c/andy_warhol.gif' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-2822951015606870327</id><published>2010-04-03T15:49:00.007+01:00</published><updated>2010-04-03T16:05:50.166+01:00</updated><title type='text'>Six</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S7dV6wym0pI/AAAAAAAAALs/eyybZ10tQWo/s1600/revolutionary-road_photoshoot_001jp.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 219px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S7dV6wym0pI/AAAAAAAAALs/eyybZ10tQWo/s320/revolutionary-road_photoshoot_001jp.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455923941600580242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;E eis, que como que de repente damos pela passagem de seis, seis meses, carregados de um conjunto de mudanças repentinas, de alterações que pulverizaram as rotinas cinzentas de outrora. Trouxeram-lhe e atribuíram-lhe uma palete de cores cintilantes, movida à força de uma translação de 180º graus. O núcleo central das nossas vidas acabou por se ressentir de um abalo registando um nível absurdo na escala que nos fez estremecer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Um ciclo completou-se, foram seis, desde que entraste porta a dentro na minha alma, crescendo de uma forma totalmente inesperada. Mas que permitiu sem sombra de dúvida um conhecimento na sua plenitude, roçando as profundezas da sinceridade. Mesmo sem o poder do sentido do tacto, do olfacto, tínhamos uma espécie de visão periférica e privilegiada da nossa alma mútua.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Compartilhámos cumplicidades tão próprias, que aos olhares alheios pareciam desconfiadas. Confiámos as chaves dos nossos lares pessoais, abrimos sorrisos mesmo sem os visualizarmos na realidade. Vivências que ficavam aos poucos impressas nos nossos corações, que já fervilhavam impacientes. Vivências que por si, se foram transformando numa só, por nós dividida e abraçada.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Agitaste, o fluxo de água monótona por onde navegava a embarcação desgovernada da minha subsistência. Tiveste a sabedoria de a puxar para a tona, quando já perdidamente me afundava. Afundava nas amarguras diárias, de uma vida habituada, meramente moldada, a não ser mais que um pedaço de papel amachucado de um sonho que ambicionava ser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Ousei por uma vez, ser mais que além do óbvio pesaroso que carregava sobre mim. Embarquei numa viagem revestida por uma carruagem austera, que avançava, rasgando trilhos desconhecidos, ansiando por serem devidamente desbravados. Alcancei-te assim com um sorriso estampando, de quem conquista por fim, a tão ambicionada preciosidade. A minha eras, e continuarás a ser tu, sempre Tu.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Tal e qual, como naquela primeira tarde luminosa, em que nos podemos sentir realmente, e dar azo de forma global aos sentidos humanos. São seis, seis meses de alegrias conjuntas, batalhas delicadas, vencidas com o fogo que nos percorre, um desejo férreo de nos mantermos por perto. Estaremos por cá - Sempre!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-2822951015606870327?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/2822951015606870327/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=2822951015606870327&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2822951015606870327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2822951015606870327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/04/six.html' title='Six'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S7dV6wym0pI/AAAAAAAAALs/eyybZ10tQWo/s72-c/revolutionary-road_photoshoot_001jp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-3930654579744351299</id><published>2010-01-12T19:32:00.005Z</published><updated>2010-01-12T20:37:02.742Z</updated><title type='text'>Ode à felicidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S0zb8Uum0xI/AAAAAAAAAKc/KJoqrlCVDiE/s1600-h/happiness_4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 216px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S0zb8Uum0xI/AAAAAAAAAKc/KJoqrlCVDiE/s320/happiness_4.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5425953480477430546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#0000EE;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; Já lhe havia dito que sim. Todas as vezes as respostas seriam as mesmas. Todas as ruas, todos os traços, todos os risos e todos os choros iam dar à sua rua. Aquela que sempre aguardou pacientemente a chegada de um relato envolto numa fábula radiante que se cruzava com uma realidade ambígua. No seu íntimo, ambos ansiavam por uma abóbora que se transformava num carro de coche, qual meia-noite que enfeitiça de forma inversa. Ela relutante teimava em não  largar o sapato na correria desenfreada de chegar ao seu porto de abrigo. E ele não queria de forma alguma que ela perdesse um pingo de todo esse brilho que sempre ostentara, tal perfume fatal de luxúria. Agarrava-lhe o braço, mesmo sem agarrar. Pedia que não se fosse embora, não agora. Era demasiado tarde e demasiado cedo para ela partir. Tarde de mais para não se apaixonar mais uma e outra vez. Demasiado cedo, para voltar a viver a vida depois da fábula prometida. Então vem, agora que as horas nem o passar do tempo vagaroso assume qualquer relevância face à presença constante do toque do nosso sentir. Largava-lhe a mão, dizia-lhe que longe assumiria toda e mais alguma importância que qualquer Homem um dia podia sonhar sentir. Dava discursos de amor que sobrevivera a guerras, pestes e fomes. E ele, suspirava de alívio, porque sabia que perto ou longe ela não arredaria pé face a qualquer infortúnio . A sintonia que outrora se fez sentir, manifestava-se de forma abrangente e cobria todo e qualquer espaço que estava à espera de ser preenchido pela tinta feita de histórias de embalar e de paixões fora de horas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="  ;font-family:verdana, serif;font-size:medium;"&gt;  No calor de mais uma noite fria, envolvem-se dois corpos que transportam consigo marcas ostensivas de uma história que ficara deixada a meio por contar. Não se condenam, mas vangloriam-se pelos actos que deixam cair em nome de um Amor sem precedentes, sem explicação, sem razão, apenas coração. Bem-vindo, abraça-lhe assim que chegares a casa como se desse abraço dependesse a força de um choro de uma criança abandonada. Diz-lhe que não é tudo uma fábula encantada bordada a sorrisos e vitórias de encher o olhar mais disfuso. Meia-noite após meia-noite apanha-lhe o sapato. Diz-lhe que lhe amas como nunca e sê feliz num mar revolto de emoções.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana, serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:verdana, serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;*Conta com a colaboração criativa de &lt;a href="http://naoqueirasfalardisso.blogspot.com"&gt;BHG&lt;/a&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-3930654579744351299?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/3930654579744351299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=3930654579744351299&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3930654579744351299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3930654579744351299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2010/01/ode-felicidade.html' title='Ode à felicidade'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/S0zb8Uum0xI/AAAAAAAAAKc/KJoqrlCVDiE/s72-c/happiness_4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-5824702142194040091</id><published>2009-11-24T23:42:00.010Z</published><updated>2009-11-25T15:48:50.690Z</updated><title type='text'>"Não é um adeus, é um Até Já"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SwxwPrVqsXI/AAAAAAAAAKE/rCXUqrV7JZg/s1600/cumplicidade%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 307px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SwxwPrVqsXI/AAAAAAAAAKE/rCXUqrV7JZg/s320/cumplicidade%5B1%5D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407820667199074674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Não é um Adeus, é um até já”. Dizes-me e eu concordo sem hesitar. Escuto no vento as tuas palavras límpidas que ecoam de forma cristalina no aposento da minha alma. Enquanto soletro repetidamente a frase bordada com a tua letra e selada com lágrimas de felicidade repartida. Guardo para mim junto ao peito, a folha que ostenta o cunho incomparável da imortalidade do nosso amor. Pequenos, grandes gestos, que tudo representam. São as pequenas acções que tornam o todo imaginável e exequível, tal e qual os grandes feitos. A nossa ferocidade contém a capacidade inequívoca de mover o mundo. Observo-te agora a sorrir na plenitude da tua ausência. Um puro devaneio, fruto talvez, dos inúmeros motivos que me levam a perder-me invariavelmente, nos teus traços harmoniosos e perfeitos, sempre que te trago por perto. Demoro-me nas tuas expressões delicadas, decifro sinais ocultos, trejeitos que te passam despercebidos e que me apaixonam. E decoro-te. Decoro-te com avidez, para que agora, no auge da saudade, de olhos fechados, te tenha aqui. Oásis de mim. Desígnio onde pertences. Onde sempre estiveste, no centro de um dos intermináveis abraços onde me entrego, com a mesma força de ontem e uma certeza férrea que amanhã, espiaremos juntos o mesmo nascer do sol, seguido de um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;pôr&lt;/span&gt;, e assim sucessivamente. No culminar de mais uma brincadeira matinal regada de trocas de mimos que denunciam uma cumplicidade sem limites. Embalamo-nos até num jantar tardio, que não obedece a regras pré-definidas. Onde os ponteiros do relógio apontam de forma acusadora para um hora que já ultrapassa bem o limite da normalidade. Uma normalidade que chegamos a desprezar. Regemo-nos apenas por nós, e eu tenho-te como minha doutrina. São gestos de um Amor que valoriza. Que vivemos só para nós.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda ontem senti a serenidade da tua respiração no meu peito, provei o ímpeto dos teus beijos, toquei o calor da tua pele enquanto adormecias junto a mim. E eu implorava a eternidade do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;momento&lt;/span&gt;. Agora delicio-me numa calmaria sufocante de nostalgia. Visualizo a retrospectiva de todos esses momentos que valorizamos, até mais não. A vicissitude do destino obriga-nos a fazer de uma adversidade que responde pelo nome de distância. A força de algo que aos olhos do mundo tornasse incompreensível, mesmo inconcebível Ainda que para nós, faça na realidade mais sentido do que qualquer outra equação de grau básico. Corpos que nascem com uma só alma, que buscam incessantemente essa partilha, até ao merecido descanso de pertença onde navegamos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saudades, distâncias. Sinónimos que  se apagam e consomem face a envolvência, do nosso complemento. Um acordar onde busco por ti e tu por mim. Onde já te espero de braços abertos meu amor. Pronto a receber-te. E tu já estás aqui. Assistimos num pensamento conjunto à película que retrata o caminho do nosso Amor. Tudo o que orgulhosamente fomos construindo, percorrendo e deixado para trás no decorrer do tempo. Um Amor movido ao sabor dos nossos triunfos, conquistas conjuntas e acima de tudo, vestido pelos sonhos que são nossos. Neles trago-te a ti pela mão. Sem te largar nunca. Sim, Suspiro por um novo: até já! Aquele que não mais conhece despedidas. Esta noite vou ficar assim suspenso no sonho cada vez mais palpável, que é ter-te ininterruptamente!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-5824702142194040091?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/5824702142194040091/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=5824702142194040091&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5824702142194040091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/5824702142194040091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/11/nao-e-um-adeus-e-um-ate-ja.html' title='&quot;Não é um adeus, é um Até Já&quot;'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SwxwPrVqsXI/AAAAAAAAAKE/rCXUqrV7JZg/s72-c/cumplicidade%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-7722894458993971456</id><published>2009-10-27T20:46:00.014Z</published><updated>2010-04-06T21:55:57.924+01:00</updated><title type='text'>P.S. - I LOVE YOU</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SudcmS9UpcI/AAAAAAAAAJ8/VlGyU_eB6b0/s1600-h/90317p4-meester-b-gr-05-chuck-and-blair-leighton-meester-ed-westwick.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 169px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SudcmS9UpcI/AAAAAAAAAJ8/VlGyU_eB6b0/s320/90317p4-meester-b-gr-05-chuck-and-blair-leighton-meester-ed-westwick.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397384491420657090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O dia acordará perdido num estado semi-cerrado, envolto numa áurea pessimista. Carregava em mim o peso alarmante de te verbalizar uma notícia que se abatia sobre mim com esgares de tragédia. Tinha como garantido que em nada nos iria encher de felicidade. Inspirei fundo buscando uma réstia de milagre, numa tentativa vaga e disforme de ganhar coragem. Essa que decididamente não ostentava, que não possuía, para te proclamar, algo que decididamente nos iria ferir. Mas a nossa história, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Tal&lt;/span&gt;, que não conhecesse par pelo rasto pelo universo fora. Que é pautada de capítulos sem igual, lá nos poderia provocar uma desfeita. Uma vez que fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que a tua voz, qual travão de nuvens mais sisudas e carregadas, ecoou redentora. Prosperou e fez-se sentir, notar, de braço dado com a alegria que patenteava as tuas palavras açucaradas, que rapidamente despoletaram um volte-face no meu peito, vestindo-o de um contentamento extremo. Do outro lado da linha, apregoavas-me uma boa-nova! Dizias, lá longe, que vinhas ao meu encontro. Que te irias colocar a caminho sem perder tempo. Vinhas-me ver, vinhas para bem perto, sem sequer olhar para trás. Aqui onde a distância nada pode contra nós. Onde lhe fazemos frente de forma contínua. O Baque no coração foi de uma instantaneidade avassaladora. Confesso que pulei o mais alto que consegui, de alegria com a notícia, dancei sobre mim mesmo, uma e outra vez, sem querer acreditar na musicalidade das tuas palavras que se reuniam de forma irrepreensível, para mais uma vez conspirarem pela nossa felicidade. Oferecia-nos o radioso paraíso. Dizias que já avançavas em marcha paralela até à minha presença. E eu agradecia. Agradecia-te a ti, aos céus. Ao desconhecido que passava na rua. O meu sorriso, esse já tinha sido rasgado, face à evidência do tanto que estava preste a chegar. A clarividência do meu tudo. Eras tu a chegar a mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi preciso um sinal, aviso algum, para nos identificarmos no meio da multidão. Quando por fim nos vimos à distância de um olhar, cada qual de um lado divergente da rua. Trocamos sorrisos mútuos ainda sem nos podermos tocar: de saudade, de alegria, de amor de uma felicidade extrema. Quis atravessar a passadeira que nos separava, em passo de corrida, correr para te envolver de forma desenfreada sem ter que esperar pelo verde que nós proporcionamos a luz para avançarmos. Abraçamo-nos com fulgor, com paixão e as saudades já ardiam e consumiam-se em conjunto com um: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;até já&lt;/span&gt;. Que nos foi mais demorado que a nossa vontade pretendia. Mantivemo-nos naquele abraço naquele local, sem nos querermos deslocar e mover um milímetro que fosse, o centro do universo era ali. A cidade barulhenta em volta, avançava naquele ritmo inquietante de mais um dia banal. Enquanto aquele que até há instantes fora um mero local sem história a assinalar, registava agora um momento de rara formosura que certamente ficou cristalizado no tempo. Tínhamo-nos ali, e tínhamos uma certeza, uma convicção férrea que nem por um segundo partimos para longe um do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijei-te, beijaste-me. E eu retorqui-te de volta um &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Amo-te &lt;/span&gt;que ainda nascia tímido nos meus lábios, mas com uma vontade imensa de se afirmar. Rapidamente ganhou forma consistente, e num ápice, eis que se ergueu acima de tudo o resto, de acordo com a grandeza do sentimento que transporta. O dia transformou-se em noite. Isto quase sem darmos conta, pois o facto era elemento de pouca relevância, face a importância do nosso complemento, agora mais que directo e presente. De forma continuada, apagámos, vezes repetidas, as saudades, entre momentos de cumplicidade, partilhámos o mundo. Momentos que nos marcam a alma de uma forma única. A chuva abatia-se sobra nós, enquanto contemplávamos o mar calmo, dormias no meu colo, no silêncio da noite, deixamo-nos estar num abraço pleno de ensejo e envolvência, não nos importámos, e reclamávamos a eternidade do momento. Perdíamo-nos um no outro, e encontrávamos sentimentos e emoções em jeito de novidades amáveis a cada instante. Era o nosso amor a multiplicar-se a olhos vistos, apresentando uma singularidade incomparável.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nos teus olhos descobri a essência de uma vida meu amor.  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-7722894458993971456?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/7722894458993971456/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=7722894458993971456&amp;isPopup=true' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/7722894458993971456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/7722894458993971456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/10/amo-te.html' title='P.S. - I LOVE YOU'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SudcmS9UpcI/AAAAAAAAAJ8/VlGyU_eB6b0/s72-c/90317p4-meester-b-gr-05-chuck-and-blair-leighton-meester-ed-westwick.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-6351821946914804529</id><published>2009-10-05T00:14:00.007+01:00</published><updated>2009-10-05T16:23:26.568+01:00</updated><title type='text'>O Início</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SsktOX9q18I/AAAAAAAAAJ0/dGO882cqXwo/s1600-h/the-notebook-7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SsktOX9q18I/AAAAAAAAAJ0/dGO882cqXwo/s320/the-notebook-7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388888154099603394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E foi ali que te vi. Tal como na primeira vez, parecia, e era bem capaz de afirmar, que vinhas saída de um dos mais harmoniosos sonhos que alguém pode acalentar ter. Um conto de fadas. Não um qualquer, não. Mas o verdadeiro, o único. Aquele que seria definitivamente irrepetível. Na realidade o destino, ou o que quer que lhe chamem, tinha-se encarregado de o reservar em exclusivo para nós. Aos olhos do mundo, eras mais um ser que deambulava por entre a multidão. Para mim tinhas o significado de tudo e a importância de um mundo. Ainda não queria acreditar, mas lá estavas tu, como que a desprender-te de um sonho e a caminhar em minha direcção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha diante de mim, o momento pelo qual sempre ansiei, aquele que idealizei vezes sem conta. Foi como se de uma assentada, e de forma surpreendente, todas as minhas preces deixadas esquecidas em dias cinzentos que teimavam em não chegar, fossem por fim atendidas. O meu sorriso deslumbrado não mentia, e muito menos enganava quem quer que fosse. Espelhava a alegria desenfreada que reinava agora pela minha alma, pelas artérias que faziam chegar ao coração injecções de alegria tremenda, de algo completamente diferente, desconhecido até então. Eras tu, a entrar em mim. A força abrupta com capacidade de mover montanhas e se for preciso o próprio mundo. Era o nosso sentimento a crescer a olhos vistos. Tamanha força, tamanho sentimento fazia questão de nos unir de nos manietar, até ao ponto de estarmos completamente embebidos por ele. Eras tu. Éramos nós. Automaticamente também o identificaste, como se fosse realmente preciso. A nossa ligação quebra e vai muito para além do plausivelmente explicável. Seguimos juntos de mãos dadas. Abraçando um qualquer percurso casual que nos surgia diante dos olhos, sem lhe ligarmos a mínima importância. Tínhamos sim uma convicção inviolável, absoluta na sua plenitude, como se fôssemos velhos conhecidos de outras jornadas.  Mentalmente esbocei um tabuleiro. O das nossas emoções. Sei que quando empurraste o primeiro peão, de encontro ao meu coração. Já ele aguardava impaciente em xeque, suspirando pelo mate da tua chegada. Pelo calor da tua envolvência. Eu pertencia-te, como tu me pertences a mim. Dois seres separados que quando se cruzam basta um mero olhar para confirmarem que sempre se pertenceram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegámos perto, foi impossível, conter o que quer que fosse. Talvez tenhamos tentado por um breve milésimo de segundo, que se transformou numa eternidade agoniante. Recebemo-nos de sorrisos tímidos mas abertos, num primeiro olhar que tudo quer dizer. Que tudo significa. Foi impossível não nos sentirmos contagiados pelo que orbitava em volta de nós. O primeiro abraço surgiu de forma espontânea, e tão mais desejada. Tu estavas ali, era um facto incontornável e consequentemente radiante. A minha demanda fora vencida, e ainda agora começara. Tinha-te tão perto que te quis guardar só para mim. Quis exibir ao mundo, e partilhar com ele a minha contagiante alegria infindável. Andava, mas confesso que não sentia os pés roçarem o chão. E eu lá me importava com o facto. Era guiado pela força inabalável que guia os apaixonados, que tudo conseguem conquistar. E de repente o centro do mundo era ali. Como se o ali, realmente contasse e importasse para algo, para alguma coisa. Quis prolongar aquele abraço pelo resto da minha vida. Aquele era o dia. O momento em que eu acreditava que tudo seria possível, era o cenário irrepreensível do quadro onde eu me via imortalizado. Algo que teria orgulho de exibir pelo passar dos anos fora. Éramos nós a escrever história, uma história que perdurará e terá o condão de ser contada, para que jamais seja esquecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo avançava, com aquele sentimento temporal vestido de injustiça, sem  nunca parar, ou mesmo efectuar a mínima pausa. Não nos dá descansado. Encurta-nos as horas e diminuí-nos o dia, mas não sem luta, não sem nos rendermos. Jurámos não nos rendermos a qualquer imposição expressa pelos ponteiros. Olhávamo-nos, vezes repetidas, já com alguma nostalgia no rosto. Aproveitámos cada segundo. Cada palavra, cada gesto pleno de uma cumplicidade que nos era tão próxima. Transportávamos connosco uma certeza dolorosa. O facto: Dentro de breves horas, os nossos caminhos, os nossos destinos iriam divergir para realidades distintas e distantes, daquela que por ora conhecíamos e vivíamos numa intensidade jamais vista. Vivida. Existia uma consequência que não podíamos evitar. Mas que sempre tentámos. O dia já transformado em noite, um prelúdio de algo que não desejámos. Uma viagem que nenhum dos dois quer efectivamente realizar. Entreolhamo-nos uma e outra vez, sem nos separarmos mais que a distância do alcance dos nossos braços. Em silêncio, trocámos as nossas confidências, desejos escondidos, juras e pedidos. Temo-nos, como nunca antes. Não nos despedimos, porque verdadeiramente isso não acontece nem irá acontecer. Ambos sabemos que não nos vamos separar, mesmo que na teoria e à primeira vista possa ser essa a percepção. Mas no nosso íntimo nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando te vejo já de dentro da composição. Sinto-me evadido por um bramido que me trespassa dolorosamente a alma de uma ponta à outra. Sinto-me tentado a descer rapidamente da mesma. A deixá-la partir e abraçar-te de forma apertada. Pedir-te para não mais sairmos do mesmo local, núcleo da nossa felicidade. Acabo contrariado por me render às evidências da realidade. Lá longe, no desconhecido para mim, esperam por ti. Anseiam pelo teu regresso. Como na mesma perspectiva, no outro lado da margem, alguém clama pela minha presença. Vejo a vida a seguir lá fora, alheio a tudo o que me rodeia, observo sem memorizar, pessoas, edifícios, objectos a passarem por mim. A ficarem para trás a uma velocidade estonteante, quando na realidade só te via a ti. O teu rosto, o teu olhar ímpar, que ilumina qualquer escuridão. E agora ilumina o meu trajecto sossega-me o coração e guia-me instintivamente até ti. Ainda te tenho em mim. Ainda estou aí, ainda sinto a tua presença, na nossa cidade imortal. Sei que aguarda paciente pelo nosso regresso e ele não tardará. Ainda tenho em mim, o sabor dos teus beijos. A suavidade do teu toque. Ainda te tenho em mim, hoje. Como sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-6351821946914804529?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/6351821946914804529/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=6351821946914804529&amp;isPopup=true' title='30 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/6351821946914804529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/6351821946914804529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/10/e-foi-ali-que-te-vi.html' title='O Início'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SsktOX9q18I/AAAAAAAAAJ0/dGO882cqXwo/s72-c/the-notebook-7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>30</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-6414076309802588917</id><published>2009-09-13T22:55:00.012+01:00</published><updated>2009-09-14T02:24:16.754+01:00</updated><title type='text'>08:11</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sq1qulewD2I/AAAAAAAAAI8/QlfXrfO5jGU/s1600-h/rebelcause.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 242px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sq1qulewD2I/AAAAAAAAAI8/QlfXrfO5jGU/s320/rebelcause.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381074478345228130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O dia amanheceu sem sol, em paralelo, e como que em resposta para com os meus receios. Na realidade já o tinha como certo. O facto fora conscientemente interiorizado, tratei de arrumá-lo, horas antes na gaveta rectilínea do cérebro, que no preciso momento encontrava-se num pé de guerra sem precedente. Mantinha-se em plena desarrumação. Quando na realidade aconteceu, limitei-me a não saber como lidar com o facto. Sei que senti o coração a comprimir-se até ao limiar da sua existência numa asfixia que agoniava. Ia prensando os sentimentos até à sua extinção. Foram horas que passei estirado na cama, vividas entre voltas e reviravoltas constantes em busca da melhor posição. Aquela que nunca chegou. A tal que fosse capaz de amenizar a dor que pairava sobre mim. Observei as estrelas, pela janela escancarada, vi-as lá no alto reluzentes. Também assisti ao momento em que perdiam vagarosamente a sua beleza, como se envelhecessem e lhe roubassem o brilho. Até que por fim desaparecem por si só, dando lugar a um céu órfão e abandonado de escuridão, do calor que à momentos o preenchida. Não pude deixar de me sentir solidário e de identificar com o estranho fenómeno, que funcionava em jeito de traição com o céu divino, que apresentava agora uma tonalidade, estranhamente avermelhada. Um prelúdio de um amanhecer que se adivinhava amargurado, mesmo desconsolado. Tratei de abandonar rapidamente a apatia da cama, vesti-me apressadamente, num ápice e mesmo ao acaso, sem grande preocupação aparente. Não me olhei por uma vez ao espelho, pois não quis contemplar o meu ar envergonhado, a memória ainda repousava quente e pronta a ser servida. Não calculei se a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;t-shirt &lt;/span&gt;envergada combinava minimamente e a preceito com o resto do traje. Queria sair, abandonar toda aquela conjectura de lembranças dolorosas. Tive urgência em sair à rua, gritar em uníssono a mágoa muda que me corrompia a alma. Optei por um caminho ao acaso, como se o imprevisto me concedesse alguma benesse. Caminho pela rua deserta de um domingo matinal, onde falta tudo. Falta o movimento caótico e citadino, que marca dia após dia, uma semana infernal que corre apressada. Qual pecador, dou graças por mover-me assim solitário, sem companhia alguma, vazio de expressão, hoje não. Hoje não quero partilhar a mediocridade do meu estado. Caminho para um final anunciado, ao qual já conheço o argumento. Sei que chegou agora, sinto que me puxa e que me vem buscar. Só quero então andar só, não me quero encontrar, como uma certeza absurda: sei que a minha companhia despida de afecto, não seria capaz de impressionar até o mais refém de sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revejo-me mentalmente cada palavra do manifesto esboçado por minha autoria. Aquele que me auto-impôs. Não me importou que fosse decretado como uma espécie de sentença sobre mim próprio. Não tenho como me arrepender do que foi concebido, afinal quem te devia a verdade era inequivocamente eu, e isso sem margem para dúvidas. Não tinha, nem queria fugir do crédito que sempre me atribuíste. Ainda assim, tenho plena consciência, que a dívida, não foi devidamente saldada. Sei que nunca serei capaz de te retribuir na mesma escala, no mesmo tom ímpar, que só tu consegues proporcionar. Pedia-te desculpa novamente, uma e outra vez, como se isso valesse realmente de alguma coisa. Como se na realidade pudesse atenuar algum acto efectuado com meras palavras. Como se a sua acção tivesse alguma influência efectiva. Esboço uma tentativa frouxa e mental, onde marco os nove dígitos que nos separam, mas tenho consciência que não me queres ouvir. Sei que sou fraco para o fazer. Nunca fui de insistir. Talvez seja só mais um dos defeitos que engrossam a lista dos correntes. Nunca tive a apetência de prendar o que quer que fosse entre quatro paredes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero confessar-te que mesmo que não voltes a “casa”, eu continuarei a procurar-te incessantemente minha querida. Falar-te-ei mesmo que não me ouças, em mais um final de um dia corriqueiro. Como se as noites de verão nunca tivessem na realidade terminado. Como se tivesse a competência de as cristalizar em exclusivo para nós. Mesmo que não estejas cá, irei compartilhar contigo o meu dia-a-dia. Iremos rir-nos das piadas habituais, mesmo aqueles sem sentido. Ou mesmo chorar de uma das nossas derrotas. Quero que o saibas, sim! Mesmo que não estejas do meu lado, o teu espaço jamais poderá ser devidamente preenchido e eu tratarei de o manter inviolável. É teu por direito, e não existirá vendaval algum que o derrubará. Uma conquista dessas jamais poderá ser perdida, perdurará mesmo que vazia pelos confins do tempo, numa espera eterna. Numa esperança que tratarei de alimentar, mesmo que platónica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que me vejo no caís de embarque, observo-te atónito, já dentro de um navio majestoso. Corri para cá chegar, furei por magotes de cabeças e corpos que se comprimiam e agitavam à minha frente. Furei até chegar ao lugar mais desimpedido com vista para ti. E lá estavas tu, deslumbrante e encantadora, sem precisar de qualquer esforço para te destacares da restante tripulação. Era capaz de te identificar à primeira, mesmo na &lt;span style="font-style: italic;"&gt;5th avenue&lt;/span&gt; apinhada de gente movimentada. Como todos os outros, lá estavas tu, pronta a zarpar, eu cravei-te o meu melhor olhar. Esbracejava desajeitadamente, sedento da tua atenção. Nunca cheguei a saber sequer se o teu olhar se cruzava com o meu, lá do alto de tal imponente embarcação. Eu merecei que o fizesses, mereci a tua indiferença. Sei que talvez este fosse o meu último adeus, e eu tratei de me manter empenhado na tarefa, que pelos vistos, não surtia resultado algum, mas isso era o menos importante. Só queria que soubesses que eu estava ali. Ali por ti. Tu estavas à distância de uns meros metros, mas era uma distância tremendamente ilusória e enganadora, simplesmente não te conseguia alcançar, e era ver-me a tentar. Sei que irias partir brevemente, para o teu destino merecidamente feliz. O ruído à volta tornava-se insuportável, num prelúdio de que a tua partida estava por um fio. Olhei-te, tornei-te a olhar, quis gravar a tua silhueta na minha memória, para não mais deixá-la partir. Quis dizer-te por fim adeus, desejar que fosses feliz no teu novo mundo. Mas as mãos, essas, já não obedeciam. Abracei o ar, como se te envolvesse a ti, como se não houvesse amanhã. Para não mais largar. Quando abri os olhos, quis fechá-los novamente. Já rumavas em direcção ao horizonte, e eu fiquei naquele canto esquecido, mesmo quando todos os outros já se tinham resignado à partida. Eu mantive-me até te ver desaparecer na linha do horizonte, garanto-te minha querida! Não voltei costas, e mesmo quando os meus olhos deixaram de te alcançar, deixei-me ficar ali preso naquele momento. Deixei que o dia se tornasse cada vez mais negro. Afinal o meu sentimento não se coaduna com a hipótese de te deixar para trás,  mesmo quando a partida é algo de inegável. Sei que partiste mas para mim, estarás no mesmo local de sempre à minha espera, tal como eu à tua, é inevitável. Imortalizei-te assim, com o teu sorriso familiar que me reconforta e acolhe, tal e qual como no primeiro dia. Podes partir, mas não te apagarás de mim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-6414076309802588917?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/6414076309802588917/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=6414076309802588917&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/6414076309802588917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/6414076309802588917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/09/0811.html' title='08:11'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sq1qulewD2I/AAAAAAAAAI8/QlfXrfO5jGU/s72-c/rebelcause.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-9021112356430316586</id><published>2009-09-08T00:03:00.006+01:00</published><updated>2009-09-08T00:38:48.963+01:00</updated><title type='text'>O Término Veraneante</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SqWSRnyKIuI/AAAAAAAAAIc/Pg54nWpBmJk/s1600-h/48162305_45ea7855c3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SqWSRnyKIuI/AAAAAAAAAIc/Pg54nWpBmJk/s320/48162305_45ea7855c3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378866161398719202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O encerrar do verão surge como uma circunstância meramente consumada. Chega a ser deprimente o malfadado regresso a casa em associação à monotonia de um dia-a-dia tremendamente sisudo. O desgastado ritual de desfazer as malas e bagagens, que foram arrumadas na ida em andamento apressado. Repousam agora alheadas e encostadas a um mero canto abandonado, transportam a nostalgia de memórias, que estacionarão enclausuradas, até pelo menos ao próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ar ainda ressalvam os últimos murmúrios de gargalhadas, trocadas à luz de mais uma noite quente nos píncaros de Agosto. Onde os ponteiros simplesmente deixaram de ostentar o menor sentido face à inconsequência dos próprios. Onde o tempo estanca, imortalizado como se na realidade fosse parte integrante, numa pintura de quadro a óleo, esboçada a preceito por um qualquer pintor famoso &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post mortem&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade que por momentos folgava vagarosa e sonolenta, movendo-se a meio gás. É abananada no seu lento despertar. Enche-se novamente de ruído, movimento e poluição. Os semblantes que se cruzam no metro, retomam ao ritmo frenético rotineiro. Esbatem e encurtam o sorriso típico de quem momentaneamente não apresenta preocupação alguma, proporcional ao seu contentamento ilusório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As histórias que se sucederam a um alucinante ritmo, como notícias sensacionalistas veiculadas por um jornal em trágica queda, arrumam-se agora na gaveta das recordações. Prontas a serem partilhadas, quiçá à lareira numa roda de amigos plena de amizades fortificadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos foram realmente verdadeiramente afortunados. Outros ocuparam a outra metade inglória da balança. Os tais que sofreram rudes golpes que certamente mancharam o verão que agora definha a passos largos para a sua extinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentado no cimo do meu alter-ego, flutuo no meu terraço terreno, onde cedo concluo que o meu verão, não foi marcadamente estonteante. A aventura, no sentido literal da palavra, não foi de todo a sua imagem de marca. Mas o pensamento é reconfortante, quando muitos encerram e arquivam memórias como que com medo de as perder. Eu abro a janela da minha alma. Proporciona-me uma vista ampla e desafogada, totalmente privilegiada para um ser ímpar que desponta no mundo. Para um futuro que se veste colorido e radiante. Que se pinta de caminhos e estradas que se interceptam a determinada altura, em momento oportuno. Na realidade convergem para o mesmo afluente, que não se intimida com o fim que lhe proclamam e auguram. Isto porque o início ainda aí espreita!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-9021112356430316586?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/9021112356430316586/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=9021112356430316586&amp;isPopup=true' title='20 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/9021112356430316586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/9021112356430316586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/09/o-termino-veraneante.html' title='O Término Veraneante'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SqWSRnyKIuI/AAAAAAAAAIc/Pg54nWpBmJk/s72-c/48162305_45ea7855c3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>20</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-3689800211775298251</id><published>2009-08-28T21:03:00.011+01:00</published><updated>2009-08-28T21:28:55.009+01:00</updated><title type='text'>Insânias Noctívagas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Spg4QOFPQ4I/AAAAAAAAAHk/EDhWcTqYyVc/s1600-h/waiting-in-the-rain_by-christos-stavrou_498px.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 218px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Spg4QOFPQ4I/AAAAAAAAAHk/EDhWcTqYyVc/s320/waiting-in-the-rain_by-christos-stavrou_498px.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5375108006575817602" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Analiso de sobrolho carregado a combinar com um olhar carrancudo, o mapa que exibe e retribuí-me uma geografia disforme. Apresenta na realidade uma textura totalmente oposta à minha vontade. É em última análise pouco ou nada favorável. O infortúnio é marcadamente real e em pouco abona em minha causa própria. Com o dedo trémulo e pouco exercitado desenho um caminho fictício que se queda numa linha afigurada que une dois locais díspares e distintos no espaço e no tempo. Ergo num ápice uma ponte imaginária e tremendamente irreal que os sustenta, fazendo com que o aqueduto não se consuma, que jorre continuamente sentimentos que não se querem extraviados. Assumo o papel principal de arquitecto de sonhos e quimeras, onde te posso desenhar aí, colocar-te num ponto de referência, para que em noites de densa nebulosidade, tenhas a tarefa facilitada de me guiar até ti. Cheguei a pedir-te, quando a esperança já se desvanecia, que me iluminasses o olhar com o teu e me mostrasses o trajecto até ao lado direito da tua alma. Não queria que me deixasses manietado, aprisionado no inverso dos sentidos, daqueles que não reconheço os traços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É no seio do negrume que te encontro, trajada a preceito, engalanada por um vestido imaculado no meio de uma estrada poeirenta e esquecida no meio do nada, no centro de tudo. Não demonstras impaciência, e eu sigo-te o exemplo à tua passagem. O magistral e improvável local proporciona-nos um encontro já de si corrente. Quando milhões cerram os olhos, nós trocamos palavras e sorrisos rasgados e invisíveis. Rimo-nos do mundo que agora repousa e adormece. Vejo-te claramente no centro da escuridão, como nunca te vi num dia monótono. Numa primeira fase, trocamos controladas palavras de circunstância. O tempo, espera por nós. É aquilo que nós fizermos e quisermos do próprio. Sustentas o ponteiro dos minutos, e pedes-me delicadamente que faça o mesmo com o dos segundos. Aconselhas-me de forma prezada a sentar-me no sofá que se destaca no íntimo da nossa sala. O meu pensamento reflecte um quadro caótico da alma, arrumo palavras num canto. Quando dou por mim assim postado, limito-me a esperar pelo teu conforto, uma par de mãos, retratadas à luz da imaginação que baila solitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma noite dessas - agora que o tempo arrefece lentamente - acenderemos uma fogueira junto à estrada que nos aguarda jornada após jornada. Uma à base da lenha platinada que queima e aquece o ressoar do coração. Caminho - metros, quilómetros, léguas, sem ter noção se me afasto ou aproximo. Na mochila carrego comigo os meus fantasmas, as minhas esperanças e um retrato mal esboçado da minha parca figura. Quero que o toques, que o adornes e sintas como teu. Ilustra-o e guarda-o junto à cabeceira, faz dele um marcador. Um despertador da minha presença, directo para os confins da tua alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe uma viagem por agendar que teimosamente é adiada. Não apresenta hora nem data marcada e em última instância nem destino pré-concebido. Que seja apenas um caminho rumo ao infinito de almas perdidas e deixadas para trás. Nada disto estava previamente programado ou acordado. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;briefing&lt;/span&gt; oficial da contenda não continha dados que detectavam a nossa presença, fomos convidados incluídos à última hora, no programa de uma batalha não planeada. No nosso guião não nos atribuíam papéis complementares. Mas o facto rapidamente foi desmembrado. Quedou-se apenas até termos encetado travessias de montanhas e cumes de braço dado. O fim da não complementaridade desabrochou quando ultrapassámos tempestades de  árida areia e neve gélida, unidos um no outro. Momentaneamente éramos o que restava, mantivemo-nos tal rochedos inquebráveis a qualquer adversidade. Nunca nos perdemos de vista, nem mesmo quando as brechas ameaçaram abrir e ceder. Pedi-te hesitante, com o ar tímido de sempre, que me rasga a personalidade, que me iluminasses com o teu olhar de encantar uma e outra vez. Talvez até pela última. Acedeste e ficaste comigo finca-pé enquanto bátegas de chuva soavam violentamente como baladas envelhecidas que caíam incessantemente sem descanso sobre nós.  […]&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-3689800211775298251?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/3689800211775298251/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=3689800211775298251&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3689800211775298251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3689800211775298251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/08/insanias-noctivagas.html' title='Insânias Noctívagas'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Spg4QOFPQ4I/AAAAAAAAAHk/EDhWcTqYyVc/s72-c/waiting-in-the-rain_by-christos-stavrou_498px.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-3343093749623945057</id><published>2009-08-21T00:29:00.012+01:00</published><updated>2009-08-21T12:58:42.711+01:00</updated><title type='text'>03:24</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/So3gu14bV2I/AAAAAAAAAHU/bLhUpzDNEY8/s1600-h/Waiting.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 208px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/So3gu14bV2I/AAAAAAAAAHU/bLhUpzDNEY8/s320/Waiting.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5372197025865226082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espreito o relógio uma e outra vez numa impaciência sem motivo aparente. Repito o gesto vezes consecutivas, em jeito de confirmação, os ponteiros devolvem-me de volta com um esgar cansado uma contestação que se queda pela infinidade da madrugada fora. Miro de forma instintiva o telemóvel que repousa à cabeceira. Pulula em mim uma vontade transcendente que nasce quase nas profundezas da indolência, em lhe pegar e em lhe dar voz. Em dar voz ao manifesto ruidoso e ilusório do coração. Pego-lhe uma imensidão de vezes sem conta num trejeito hesitante, sem aparentemente reunir a coragem imprescindível, de lhe pegar com a convicção, de ouvir a tua voz do outro lado da linha. Todas as conjecturas impedem-me de ir mais além. Um além que eu quero de forma grandiosa, neste momento, acima de qualquer coisa. Tenho urgência em expressar o tanto e o muito que me preenche e faísca com uma vivacidade que desperta na sinuosidade da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Haunted Home&lt;/span&gt; ecoa pelo quarto que repousa numa calmaria, agora desprovido da tua presença, mas preenchido por uma ligação que nos é tão só nossa, que teima em estacionar-se e passear-se nas proximidades. Enquanto isso, pela minha mente vagueiam ainda, umas últimas linhas de um diálogo ainda quente, recente, que aquece a alma. Uma réstia de sorriso desenhasse, aquela que ficou esquecida. Um sorriso de tua autoria, aquele que causaste, por mais que uma vez despoletar, nascer em mim. Findou mais uma noite em que te tive tão perto e tão longe, onde os meus sentimentos dançaram num mar revolto, viajaram em primeira carruagem numa montanha russa desgovernada. Mas acima de tudo, muito ambicionada. Combato incessantemente a intenção que grita a plenos pulmões no centro do meu ser, em te verbalizar a importância astronómica que assumes, e que qual bola de neve, cresce de forma descontrolada pelos carris do meu corpo fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não cedo à tentação. Talvez porque o meu pessimismo assim obriga, empurra-me para cenários onde não o querias tanto como eu, e isso retrai-me, esfria-me a vontade. No silêncio da noite, sinto medo que não sintas o mesmo que eu, a mesmíssima vontade de proximidade constante, de um encontro idealizado vezes sem conta, um encontro de convergências desenhado pelas nossas almas. Momentaneamente, pauso o teclado, questiono-me se também, neste mesmíssimo momento, em que te trago por perto, mesmo a milhas de distância, o teu pensamento esteja em plena sincronia com o meu. Como dois ponteiros coordenados. E eis que como um indício do além, obtenho uma resposta afirmativa a essa questão que me atormenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tens pleno conhecimento de causa mas secretamente, acabei por engendrar um método quase perfeito de te atribuir as boas noites de uma forma tão própria. Nunca te confessei mas desde àquela noite sem fim à vista, que só terminou numa manhã conjunta, que durmo de janela aberta em paralelo com a maior e a mais brilhante estrela no céu. Tenho medo de a perder. De lhe perder a rota e a vista. Desde esse momento que tenho para mim como facto consumado, que és tu que me sorris lá do alto, dizes-me olá, com esse teu jeito maroto de sorrir, e eu aceno-te, tento-te abraçar como se tal facto fosse alguma vez praticável, brinco com o facto de te poder alcançar, de te tocar quase como se estivesses na palma da mão, não esbanjo um minuto que seja da tua companhia reluzente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas horas menos risonhas, naquelas onde o pessimismo reina, onde coloco em causa, o facto que não serei o teu único céu resplandecente onde exalas cor. Oculto-o o excluo da mente de forma automática. Reajo, centrando-me em pensamentos de momentos nossos. Fantasio que o assim seja indefinidamente. Sempre preferir viver num mundo pautado por ilusões. Fugi dos pés assentes na terra constantemente pela vida fora. Talvez porque a realidade nunca me tenha oferecido, o que os sonhos me oferecem nesta permuta onde me sinto inequivocamente beneficiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez porque nos tenhamos cruzado numa rota contínua de sonhos plenos de altitude, onde colidimos numa avenida de fantasia. Do que recordo vinha altiva, passo seguro, avistei-te ao fundo da rua com de sorriso nos lábios, e com um olhar que abarca o mundo. Detive-me num assombro. Tive que confirmar se eras de facto real e não apenas fruto da minha inquietante imaginação. Ousei e atrevi-me a atravessar precipitadamente a rua, sem pensar nas consequências, sem esperar pela passadeira mais próxima, afinal eras tu! O tu que mesmo nunca o sabendo, sempre me prendeu. A circunstância não era para menos, e assim obrigava. Eu entreguei-me quase que instintivamente. Os reflexos não funcionaram, e eu limitei-me a ficar preso no teu encalço. Espreitei ainda à distância incrédulo, como se sempre te conhecesse, como se sempre tivesses feitos parte de uma fracção de mim até então adormecida. Como se fosses a personagem perdida de todos os meus sonhos, eu precisava de te encontrar, e como que por encanto estavas ali para à minha frente, à distância de uns meros passos. Enfrentavas-me com o olhar desafiador, não de desconfiança mas de quem encontra alguém estranhamente familiar, do qual não se recorda bem de onde. Ainda resistimos como que a provocar o tempo, hesitámos o inadiável e inevitável passo em frente, por um fracção de milésimos de segundo, nada que fosse o bastante para nos deter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o sonho que é nosso esteja em contagem decrescente - afinal como tudo o que nos rodeia - E o avançar da hora só possua o condão de o aproximar da extinção, do momento crucial do seu final. Sabes já que me conformei que o assim seja. Não me importo que tenha os dias contados, definhando sem possibilidade de o contrariar. Na realidade já me presenteaste com mais do que eu sempre mereci. Quando tiveres que partir rumo ao teu destino traçado, não serei eu a colocar qualquer barreira no percurso. Aceitarei com toda a naturalidade que me for possível, e sentirei a mesma admiração por ti, tal e qual como agora, à presente data. Continuares a possuir a mesma magia o mesmo encanto, serás aquela que me conquistou num ápice. E não cobrarei nada. Afinal quem ficará eternamente em divida serei eu; Nunca tu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invariavelmente isso irá ocorrer. Mas eu exibirei com orgulho as noites onde foste minha, onde partilhámos o mundo, onde éramos as duas metades que uniam um todo férreo. Nas horas onde tudo o que existia se resumia a pouco mais que as nossas duas almas numa sintonia sem precedentes. O mundo podia parar de girar, que provavelmente nem nos iríamos aperceber. E mesmo que nos apercebêssemos aposto que nos riríamos do facto. Na realidade a importância que lhe atribuiríamos seria mínima, face ao que nos unia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peço-te. Quando te fores para sempre, não o anuncies em tom de despedida, promete-me antes que me pegas na mão. Que me levarás a levitar uma última vez, no nosso prado secreto. Afinal é essa a última imagem que quero acondicionar tua. Não quero que me apresentes mudanças repentinas. Não quero que verão seja inverno de uma assentada. Não quero que tenhamos que separar águas. Não quero ver-me de um lado da margem e tu noutro, enquanto trocamos adeus, acenos de forma atabalhoada e quase esquiva de quem se evita, por ter consciência de não se quer largar. Quero decorar o preciso local onde sempre estivesses à minha espera para um primeiro encontro. Quero deixar pistas claras pelo percurso fora. Mesmo que o caminho por onde tenha que percorrer seja órfão da tua presença. Quero que me deixes gravada a rota correcta para que sempre que precise, saiba que estarás invariavelmente no mesmo sítio de sempre à minha espera sem qualquer espécie de oscilação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marquemos lugar num dos mil lugares, que foram nossos. Sinto que também os visitarás.  Encontrar-me-ás eventualmente por lá. Por aí viveremos sempre como metades inteiras, fomos tocados pelo poder da imortalização. E isso nada nem ninguém me poderá saquear. Quando pensares em partir, coloca a tocar baixinho a nossa canção. Saberás, como eu, que nos encontramos contidos na mesma. Parte mas conta-me um segredo quase secreto. Diz que ficas e que me levas contigo, independentemente do destino escolhido. Ninguém nos disse que o caminho seria fácil. Mas não permitiremos que vivalma nos acuse, de não termos tentado. Temo-nos a nós.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-3343093749623945057?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/3343093749623945057/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=3343093749623945057&amp;isPopup=true' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3343093749623945057'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3343093749623945057'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/08/0324.html' title='03:24'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/So3gu14bV2I/AAAAAAAAAHU/bLhUpzDNEY8/s72-c/Waiting.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-2466977701548076211</id><published>2009-08-14T23:42:00.010+01:00</published><updated>2009-08-15T00:43:21.316+01:00</updated><title type='text'>A Corrida</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SoXsBaH-9bI/AAAAAAAAAG0/6CcDLoTEyi8/s1600-h/dsc000401c1rblogfv3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SoXsBaH-9bI/AAAAAAAAAG0/6CcDLoTEyi8/s320/dsc000401c1rblogfv3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369957639646016946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tratei de calçar apressadamente o meu par de ténis nike Air Zoom, fluorescentes.      O corpo e a alma reclamavam. E eu juntava-me a essa lamúria crescente. Tinha pressa em colocar-me em passo de corrida, em movimento, numa esperança vã de quase fugir, liberta-me dos pensamentos que me atordoavam, percorrendo avenidas pelo cérebro fora. Ofereciam-me constantes inquietações, visões dúbias de respostas incógnitas e inconstantes. Bati com a porta e corri, a marcha encetada afinal só me empurrava para mais perto, aproximava-me. O vento soprava-me levemente até ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O iPod insistia em debitar-me aos ouvidos, agudos e graves, frases de incentivo revestidas de melancolia que não apoquenta. Àos acordes juntavam-se palavras proferidas pelos inevitáveis Oasis, que reinavam a belo prazer. E aí já levitava, já não sentia os pés calcarem no chão. Involuntariamente – ou não - sei que nos irei encontrar, retratados algures, em muitas daquelas linhas de letras vociferadas a preceito. Irei tomar como nossas, frases dirigidas a outros, ainda assim, tratarei de reclamar a sua posse, equivocando-me dos alvos a quem se destinavam anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A marcha prossegue num passo acelerado, pautada pelo bambolear do coração. Apercebo-me instantaneamente que sem qualquer rumo nem direcção. Não estremeço. Ainda assim se fechar os olhos, sei que o coração tratará de me guiar de forma mais eficaz do que qualquer piloto automático. Conseguirá levar-me através de um percurso sinuoso, mas que só possuí um destino, sem qualquer escala nem paragem abrupta pelo meio. Cruzo-me com rostos fugazes e disformes de desconhecidos que me esboçam não mais que um tímido olhar, questiono-me se algum terei o privilégio de decorar os traços da tua face, a esta escala de proximidade tão assustadoramente real. Gravá-los na mente de modo a quem possam perdurar e viver em mim, que os possa visitar sempre que deles sinta saudade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A noite ainda não caiu, não preenche o céu por completo, mas ofegante, sento-me ansioso no mesmo banco do velho jardim de sempre. Como seria diferente se o conhecesses tão bem quanto eu. Certamente que aqui esperarias por mim de sorriso posto à minha passagem. Trocaríamos gracejos. Dançarias para mim, e eu iria oferecer-te um flor colhida no momento em jeito de recompensa pelo teu superior desempenho. Voltaríamos amanhã.  Não posso deixar de sorri face à ironia do destino. Insisto e aguardo pelo romper da primeira estrela. Os pensamentos são enfim consumidos e vencidos pelo cansaço, que agora já dá de si. As dúvidas diluem-se. Tenho como certo que me perdi nas horas, observo janelas elevadas, onde famílias convivem e partilham à mesa histórias de uma história diária repleta de monotonia. Parecem-me felizes no seu trejeito mecânico. Deixo-me ficar, apesar de querer ir para junto de ti, em busca da tua essência característica. Sei que já perdi essa luta. Mesmo antes do seu início anunciado, como tal posso demorar-me comigo mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente o muito da nossa história, já se encontra escrita num qualquer romance editado. Não o comprei, nem preciso de o ler para conhecer de olhos fechados, qual o meu papel, os meus gestos, todas as minhas falas e acções consequentes. Há em mim já tanto de ti, que se contasse levaria para lá de uma eternidade. Sinto uma vontade eloquente de saltar uma imensidão de páginas, devorá-las com afinco e desbravar o derradeiro desfecho. Detenho-me nessa inquietação. Quero continuar a escrever capítulos e contar com o contributo da tua mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A marcha cessa num trilho que não se escolhe de livre vontade, surge como uma imposição do coração. Não o conseguimos combater, nem queremos contrariar a direcção imposta pela corrente. Pouco nos importamos se cortamos a meta. Se sairemos vencedores, ou vencidos com uma ferida do tamanho do mundo. Afronto a porta de casa, suspiro e dou-te as boas noites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-2466977701548076211?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/2466977701548076211/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=2466977701548076211&amp;isPopup=true' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2466977701548076211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2466977701548076211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/08/corrida.html' title='A Corrida'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SoXsBaH-9bI/AAAAAAAAAG0/6CcDLoTEyi8/s72-c/dsc000401c1rblogfv3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-2516933608196005388</id><published>2009-08-11T23:07:00.015+01:00</published><updated>2009-10-24T17:22:51.225+01:00</updated><title type='text'>Sintonia Colateral</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SoHr9jXVH_I/AAAAAAAAAGk/qwm4W1fCUkQ/s1600-h/Nos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 218px; height: 220px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SoHr9jXVH_I/AAAAAAAAAGk/qwm4W1fCUkQ/s320/Nos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5368831673499983858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando dei por mim, saltava a margem de forma abrupta. A margem que teimava em nos separar. Saltava numa tentativa atormentada de fechar espaços. Desenfreadamente seguia em paralelo com algo que ainda não conseguia desmontar, raciocinar com clarividência. Parecia-me irrisório, encontrar uma explicação para aquele recatado nascer do sol que agora penetrava pelo centro da janela da minha vida. A tal virada para o mar, que nos oferece uma vista privilegiada para o coração. Constatava que preenchia as quatros paredes da alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assistia prepotente ao seu crescimento peculiar, enquanto que nesse acelerado processo, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ela&lt;/span&gt; crescia a olhos vistos e apropriava-se. Entrava sem pedir licença nem aviso prévio. O anúncio já não apresentava traços da timidez de outrora, mas sim um ávido à-vontade familiar, de quem reclama a sua posse. Abre-se ao mundo em consonância com o sorriso desprevenido que se expressava entreaberto. Vagamente lembro-me de buscar incessantemente uma explicação plausível, que justificasse o injustificável da razão, face à magnitude dos factos. Foi assim, que me rendi à evidência cega. Existem coisas que o são, antes mesmo de os céus o brandirem, antes mesmo de o sabermos que na realidade existem, verdades que co-habitam e fazem parte do íntimo de nós. Encontram-se perfiladas à espera que alguém lhes toque e pressione o botão que despoletará o seu lento despertar. Amaciai, não lentamente, mas instantaneamente, a tímida natureza camuflada que se esconde por baixo de uma capa visível mas pouco estável, de quem é imune, tombou à primeira tentativa, aparentemente fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegaste em mim, talvez no único momento que seria verdadeiramente possível, num segundo pleno de fortuna revestido de sorte. Um equívoco que o tempo nos brindou. A fronteira ruiu e cruzaste os meus limites como se sempre os tivesses conhecido, como se na realidade te pertencessem. No último momento, no último apito para a descolagem, deste um passo firme em frente, de braços abertos acolheste-me e entraste em mim com uma ferocidade tremenda, mesmo sem conhecimento de causa, mesmo sem percepção. Chegaste vestida de raio de sol radioso pela manhã. Ofereceste-me os bons-dias enquanto acenávamos em conjunto despedidas à noite ainda visível, agora vencida. Uma mão apresenta-se sorrateira de mansinho. Timidamente mostras-me a chave de algo por desvendar. Algo que eu não conseguiria agora negar, dada a sua evidência latente. Eu tinha cerrado e fortificado as portadas que conduzem ao jardim do Éden. Obstruí as passagens secretas. Escondi-me do mundo, e ocultava comigo sentimentos e emoções que ardentemente rasgava e amarrotava. Mas num gesto, talvez como que a justificar a tua postura irreverente, forçaste a janela mais alta e distante da torre. Tomaste-a de assalto para ti, nunca te mostraste derrotada, eu via-o, mesmo sem o poder, contemplava-o com o olhar. Não te subjugaste ao forte cadeado que ladeava o portão. Ignoraste o sinal que barrava a passagem, e quebraste as amarras. E eu tal soldado errante e perdido, fingia sem jeito, querer-te empurrar, quando na realidade ansiava a tua chegada, madrugada fora. Contava os minutos e amaldiçoava os ponteiros. Agora já o sabia, agoniava pela tua chegada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando dei por ti, fi-lo com aquela expressão atónica de quem é apanhado de surpresa. Uma tentativa tremendamente falhada. Um fracasso anunciado. A surpresa era esperada e secretamente desejada. Quando um céptico se depara cara-a-cara com a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;verdade&lt;/span&gt;, com a constatação de um facto que julgava à partida impensável de todo, acaba por ser o primeiro a render-se, a acreditar fiel e piamente. Entrego os pontos sem espanto. A tua embarcação que navega pelos meus sentimentos alcançou bom porto. Enchi-me de esperanças, e quis que tu fosses eu. Secretamente impelia-te a assumires a forma do reflexo construído pelos meus sentimentos. Incito-te a dobrares o cabo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cenários atípicos, desenham-se, florescem sintonias que rodopiam velozmente sobre a luz de quem as sente. Perduram não respondendo a qualquer senso. Rindo-se dos demais que as observam de forma espantada de quem não compreende. As mentes insanas, distantes numa conjectura espacial rompem com a vulgaridade do dito normal. Entreguei-te a minha razão quando esbati face aos argumentos ofuscantes que me apresentavas despretensiosamente, mesmo sem quereres exibi-los. Perseguem-te para onde quer que vás, são inerentes, como que inseparáveis à magia estrelar do teu ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O horizonte longínquo apresenta-me um vendaval tranquilo e harmonioso que me traz a essência do teu cheiro mesmo sem que o olfacto o reconheça. O figurino da tua aparência ainda não percorrido, é-me familiar à palma da mão. Aconchegasse numa simetria transversal. Desenho um círculo no ar onde cabem todas palavras infinitas que te quero pronunciar. Um círculo que exalta a pressa de te mostrar que existem sentimentos e emoções que abafam e submergem a lógica. Existem sintonias que não se explicam, sentem-se como se amanhã o mundo fosse desmoronar para não mais acordar. Qual exponente máximo da reciprocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-2516933608196005388?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/2516933608196005388/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=2516933608196005388&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2516933608196005388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2516933608196005388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/08/sintonia-colateral.html' title='Sintonia Colateral'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SoHr9jXVH_I/AAAAAAAAAGk/qwm4W1fCUkQ/s72-c/Nos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-8901212590000424115</id><published>2009-08-08T23:04:00.013+01:00</published><updated>2009-08-09T03:01:41.838+01:00</updated><title type='text'>Trilho sem Rumo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sn32gwMO6dI/AAAAAAAAAGc/IqIMKeAPj0s/s1600-h/luciddream%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sn32gwMO6dI/AAAAAAAAAGc/IqIMKeAPj0s/s320/luciddream%255B1%255D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5367717373447956946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vento contínuo castiga-lhe incessantemente a face, fustiga-lhe o corpo já de si dorido de jornadas vividas, sentidas. Carrega sobre si ossadas de fracassos e mágoas afogadas. Caminha a passo moribundo, de momento solitário - ainda que numerosos o ladeiem - embrenhado num sobretudo escuro que lhe corrompe até à alma, que lhe dificulta os gestos frouxos. Assume uma postura esquiva e defensiva perante a multidão, naquela expressão de débil criança assustada. O vulto é carregado, a gola levantada denuncia o propósito de se ocultar dos demais que o rodeiam. Vadia numa quimera sem rota traçada, sem destino aparente. Na realidade navega perdido ao sabor da vida. Cruza esquinas, ladeia vielas, deixa ruelas atrás das costas. Desprende-se do mundo superficial, já não procura a Cinderela reluzente. Não foge com precisão às poças esquecidas da chuva. O seu semblante é agora vazio de cor, de quem não combate o destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito que na realidade deixou de acreditar conscientemente em contos de fadas. Lentamente assiste num desespero amorfo ao ritual em que a máquina se vai desligando e afastando numa velocidade estonteante de um sentimento em que muitos apostam tudo e pouco ou nada recebem em troca. O amor faz-lhe na realidade confusão, mastiga-lhe o cérebro, obstruí-lhe a visão e causa-lhe náuseas latentes com a sua doçura excessiva e constante, como que prestes a saltar-lhe à frente dos olhos numa dança triunfante. Há quem afirme a pés juntos, e dedos erguidos de forma incriminatória em juras corruptas, que a insensibilidade lhe tolda momentaneamente o pensamento. Não confirma nem desmente. Rabisca num bilhete, onde deixa assente que lhe perdoem os acérrimos defensores de tão nobre causa, mas que dificilmente será mais um no centro da manada envergando um figurino robótico. Que se recusará a integrar a onda crescente cor-de-rosa, vestida de faz de conta. Dobra uma página onde se lê, que teve em tempos amores ao quadrado, amores que se multiplicaram. Outros que tais, que se dividiram-se, até que por fim tudo se eclipsar e nada sobrar para ser repartido numa nulidade embaraçosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um tumulto que fervilha, prestes a rebentar. Um prelúdio de uma detonação de forças gravitacíonais, que ora lhe impulsionam, ora afastam da realidade - nua, dura e crua. O abismo não lhe atemoriza, apenas o caminho a percorrer que se depara à sua frente, em direcção ao derradeiro e melancólico encontro. Ténues vislumbres de vida vivida num panorama remoto de requinte assaltam-lhe e  sobressaltam-lhe a alma. De uma assentada ruge e ergue-se. Rejeita uma insistente falsa mão amiga. Afigura-se uma sumptuosa travessia no árido deserto. Pragueja: - Mal por mal, que me acompanhem os que trago em pensamento, no seio do coração e nas memórias do sentimento! Observa sereno o céu. Ainda que não os sinta, ainda que não os visualize. Sabe que os possuí algures por aí. A brisa ventosa abraça-o, envolve-o. Sente então que esses não falharão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-8901212590000424115?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/8901212590000424115/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=8901212590000424115&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8901212590000424115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8901212590000424115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/08/trilho-sem-rumo.html' title='Trilho sem Rumo'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sn32gwMO6dI/AAAAAAAAAGc/IqIMKeAPj0s/s72-c/luciddream%255B1%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-2687565403330224746</id><published>2009-08-02T23:45:00.009+01:00</published><updated>2009-08-03T03:02:40.652+01:00</updated><title type='text'>Chamada (in)terminável</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SnYXSsUeCEI/AAAAAAAAAGU/4a6AMmCPzI0/s1600-h/942343.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SnYXSsUeCEI/AAAAAAAAAGU/4a6AMmCPzI0/s320/942343.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365501615960623170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Marcas o número de modo desenfreado, o toque corrosivo e apressado sobre as teclas denuncia e anuncia a tempestade que se avizinha. Atendo. Acusas-me ostensivamente de te ter usado. Fixo-te os olhos, cravados com uma perplexidade atónica, mesmo sem te visualizar. Mesmo que a distância que nos desfaça fisicamente seja intransponível. Bradas-me do outro lado da linha, num género intimidatório e numa forma acusadora. Dizes, mas não o sentes. Afirmas, mas não o vives. Obrigas-te a afirmá-lo numa tentativa inglória, pensado que se o exteriorizares eventualmente o facto se torne realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intimamente sabes que não. Puxo-te à razão. Trago-te à memória, noites onde dançámos perdidamente sob um céu estrelado e um lua nova tão mais cheia que o próprio universo. Na praia onde navegámos ao ritmo da ondulação cortante, rumo ao infinito. Um infinito estranhamente conhecido, que nos era proximamente familiar. Sei que escutávamos o suave embalar do mar, aquele que nos rendíamos. Aquele por qual nos deixávamos levar. Tu gabavas-me o sorriso. E eu deleitado, dava-te a mão e entregava-te o coração. Confessava-te embevecido, que uma estrela no firmamento brilhava só por ti, pela força da imponência da tua existência. Tu coravas e rias abertamente do piropo atrevido, tomando-o secretamente como verdadeiro. Deixávamo-nos embalar, esquecendo o rigor britânico dos ponteiros do relógio. Permanecíamos resistentes, até ao primeiro e glorioso raio de sol radioso, que se adivinhava como um anúncio de mais um amanhecer, que trazia consigo um misto de cores amarelo-alaranjadas que saltavam à vista, cabriolando por entre um arco-íris de emoções trajadas por nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordações mascaradas de areia suave, testemunha verídica de actos conjuntos, de gestos desenfreados, que agora repousam frios sobre a areia molhada. Já não te estendo a mão como antigamente e o coração mal palpita como outrora. Os sorrisos fizeram-se semi-sumidos por entre a névoa gélida que povoa a manhã. Por entre suplícios e injúrias, regateias vazia de fé, uma última viagem, aquele destino que à luz do momento se reveste pleno de despedida. Dás o melhor que reside em ti, entreabres as portas cerradas do coração, atravessado de ferrolhos austeros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os argumentos da tua emboscada atingem-me com uma veracidade asfixiante. Guias-me por um percurso sinuoso mas maldosamente reconfortante. Atraís-me para locais perdidos, arquivados de forma consciente nos confins da memória. No local onde jazem recordações significativas. Momentos confinados às noites escandecentes, onde a mera contemplação dos traços suaves do teu rosto emanava a luz, que era candeia na escuridão, que iluminava aquela praia perdida, toda ela, reflexo de um espelho de emoções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As tuas acusações precoces esbatem-se nas recordações, que facilmente e sem esforço aparente superam essas reclamações. Amores que não se tornam imortais, imortalizam-se em momentos fugazes, que perduram na exclusividade da mente de quem os sentiu à flor da pele.&lt;br /&gt;Desenhámos um inverno rigoroso numa paisagem vestida de pormenores veraneantes. Chove agora, gotículas pesadas, acomodam-se, vertem e molham rostos desprotegidos, despidos de afecto. Sentes-te invariavelmente sozinha, mas adoptas a saudade como companheira fiel. Faz-te companhia num pacto cruel  mas maltrata-te. Não te abandona, mesmo quando lhe apelas vezes sem fim, quando é isso que na realidade queres. Embala-te, mostrando-te que o fim do mundo não é “isto”. Mostra-te que estás viva, tão viva, que se te mantiveres em silêncio, o mar tratará de te trazer na rebentação o burburinho de risos passados, risos cristalinos que compartilhámos longinquamente. Amaldiçoas o facto das pessoas especiais também mudaram, também abandonarem o que lhes é querido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dou por ti vertida, aninhada sobre a rocha que virou lenda, rasgas páginas vividas, queimas emoções sentidas, afogas sentimentos perdidos. Tudo é inesperadamente válido para apaziguar a mágoa que tolda todo um corpo… Desligas abruptamente na esperança que retribua a chamada de volta. Ambos sabemos que tal não irá ocorrer. Ainda assim, faz parte do jogo. É bom viver na ilusão de que é isso, que mantém acesa a esperança da ilusão dos amores infortunados. A réstia que te sustem viva. - Desligas?  Desligo!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-2687565403330224746?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/2687565403330224746/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=2687565403330224746&amp;isPopup=true' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2687565403330224746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2687565403330224746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/08/chamada-interminavel.html' title='Chamada (in)terminável'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SnYXSsUeCEI/AAAAAAAAAGU/4a6AMmCPzI0/s72-c/942343.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-4335313982709330498</id><published>2009-07-30T20:44:00.008+01:00</published><updated>2009-07-30T21:41:18.956+01:00</updated><title type='text'>A inverdade Cor-de-Rosa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SnH4RXGN_EI/AAAAAAAAAFs/QiRiuHzn3l8/s1600-h/amor-acabou.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SnH4RXGN_EI/AAAAAAAAAFs/QiRiuHzn3l8/s320/amor-acabou.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5364341608316533826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dou por mim a flutuar em plena carruagem, envergando o meu cepticismo nato, que me faz focar numa cena digna de ficção. Secretamente presencio e testemunho um casal que ostenta uma áurea assumidamente cor-de-rosa, mas na realidade mal se entreolha, as mãos evitam-se, e os olhares semi-serrados retraem-se e repudiam-se mutuamente. Na realidade não convencem minimamente, nem o mais acérrimo defensor de paixões exorbitantes, eloquentes e arrebatadoras. Nem este, embebido pela altivez dos sentimentos - que lhe tolda a veracidade do pensamento - poderia acreditar naquela farsa orquestrada, pintada de cores berrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivem como verdadeiros estranhos que são conhecidos de longa data, sorrisos caídos, beijos trocados de forma ostensivamente contrafeita. O requinte pleno de falsidade vive de aparência e mora nos gestos. Gestos esfolhados e exercitados repetidamente como se de uma peça ensaiada até à exaustão se tratasse. Os trejeitos revelam-se mecânicos, saindo quase forçados. Fogem e iludem o olhar refinado dos mais desatentos. Há quem creia piamente que ali vive de facto, um enlace duradoiro, que resiste à particularidade hipócrita desse amor que no raiar do dia se separe e apenas ao cair da noite se encontra numa cama virgem de afecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divago sob a fábula recalcada, de quando corres para os meus braços, somos um só! Instantaneamente a visão risonha esbate-se em sincronia com o torpor da composição ferroviária. Abate-se de encontro às evidências visíveis. Questiono automaticamente, até que ponto existirão de facto as duas metades de um todo. Se efectivamente somos capazes de ser um organismo comum, que converge para o mesmo final. Fundindo-se num ser único alinhavado à medida dos sentimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saio na minha estação, vazia por sinal. Numa sintonia irrepreensível com o que coabita lá dentro. No final da jornada desta união desarranjada surge a pergunta dissimulada no ar. Alguém questiona timidamente se finalmente acabou. Ao que o outro responde de forma afrouxa que simplesmente nunca começou…&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-4335313982709330498?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/4335313982709330498/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=4335313982709330498&amp;isPopup=true' title='24 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4335313982709330498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4335313982709330498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/07/inverdade-cor-de-rosa.html' title='A inverdade Cor-de-Rosa'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SnH4RXGN_EI/AAAAAAAAAFs/QiRiuHzn3l8/s72-c/amor-acabou.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-1770665787637472244</id><published>2009-07-22T21:15:00.005+01:00</published><updated>2009-07-22T23:58:08.423+01:00</updated><title type='text'>Desabafo #2 Tempo inverso. Alma virada do avesso.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Smdzd0L0EnI/AAAAAAAAAFc/yLSxfJfsZCw/s1600-h/chuva%2520-%2520hassan%2520farahani.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Smdzd0L0EnI/AAAAAAAAAFc/yLSxfJfsZCw/s320/chuva%2520-%2520hassan%2520farahani.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5361380837469459058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem sentimentos, expressões e efémeros mas incontornáveis estados de espírito que por mais que tentemos, são inegáveis, assumem-se extremamente fáceis de ler, simplificam-se ao mínimo denominador comum. A contemplação de um elementar olhar denuncia-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje andei nublado, encoberto, melancólico, como se tivesse conspirado com o boletim meteorológico. Formámos uma estranha aliança e acabámos por nos emparelhar dando azo a uma complementar sinfonia que de tão harmoniosa quase se tornou surreal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo a acreditar, que sou uma espécie de exemplo mor, qual prova viva, que realmente tudo pode acontecer. Até as situações mais imprevisíveis e caricatas. A mim tudo me acontece, não há como negar um facto embaraçosamente verídico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo acompanhou-me fielmente, reflectindo-se em mim com tamanho primor, espelhando o actual estado de espírito com que convivo. Por momentos sinto que carrego comigo uma espécie de artefacto revestido de um poderoso íman com uma fixação doentia pelo azar. Ainda que não acredite efectivamente no dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sigo à deriva em função do tempo enfadonho em nada propício à real estação por onde deambulamos. Anseio pelo raiar de momentâneas abertas, que aqueçam de forma célere a alma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Desabafei.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-1770665787637472244?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/1770665787637472244/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=1770665787637472244&amp;isPopup=true' title='33 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/1770665787637472244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/1770665787637472244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/07/desabafo-2-tempo-inverso-alma-virada-do.html' title='Desabafo #2 Tempo inverso. Alma virada do avesso.'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Smdzd0L0EnI/AAAAAAAAAFc/yLSxfJfsZCw/s72-c/chuva%2520-%2520hassan%2520farahani.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>33</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-3883989800829962673</id><published>2009-07-16T20:11:00.006+01:00</published><updated>2009-07-25T02:39:08.246+01:00</updated><title type='text'>O dia dos sonhos desfeitos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sl97kuaGAuI/AAAAAAAAAFU/2EMdfs9_D6A/s1600-h/american_dream1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 314px; height: 251px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sl97kuaGAuI/AAAAAAAAAFU/2EMdfs9_D6A/s320/american_dream1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359137952457163490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estás longe, tão longe que numa primeira instância e à vista desarmada seria de todo improvável, vislumbrar aparente sinal da tua presença no longínquo horizonte. Estranhamente não sinto a mínima presença da tua falta, não paira sobre mim qualquer sombra carregada da amargurada nebulosidade. Sussurras-me por entre dentes, quase que de forma atrapalhada, envolta numa timidez latente, como se me quisesses questionar à boca fechada. O que foi que efectivamente fizeste de errado. Eu respondo-te em surdina instantânea que fizeste tudo o que podias -mas sem não deixar passar em claro - que não te coagiste de fazer na realidade o que também não podias. Não te cobro o facto de porventura teres podido fazer infinitamente mais. Tu sabes, eu sei, e isso basta. Uma espécie de pacto silencioso, onde reina a concordância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma lágrima desesperada trespassa-te o rosto numa inquietude vincada, tentas a derradeira manobra de diversão, pensas ainda colocar em prática uma das tuas distracções que até então e num passado recente, tão grandes resultados tinham surtido, qual antídoto milagroso, que teimava em prender-me os pés à terra. Derrubavas então instantaneamente as minhas dúvidas e incertezas. Entretanto menosprezaste-me, diminuíste-me, e num rasgo de lucidez, sem tomares praticamente conhecimento de causa, fui gerando a minha total imunidade. De nada adianta colocares os trunfos em cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora observas-me estupefacta, atónica, já não tão distinta do alto do teu pedestal onde nada te podia atingir. Já não ostentas a imponência arrogante de outrora. Tentas-te mentalizar, que ainda tens erguido e que transportas o fugaz sonho americano, aquele que acalentas quase que em segredo, exclusivamente por ti idealizado. Insistes em espelhá-lo em mim, vês-me como personagem de tela que possui uma esposa bonita e um bebé a caminho. Afasto repentinamente o pensamento que teima em toldar a tua mente. Liberto-me das tuas amarras sufocantes. Não o queres admitir, mas sabes que são meros sonhos largados ao vento. Traídos pelo simples facto de não ter tido qualquer voto na matéria. Apercebes-te pouco a pouco, passo a passo, que o teu conto de fadas ruiu, o castelo desmorona-se e caí por terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num último vislumbre, ergo a mão, esboço-te um adeus desajeitado, enquanto parto sobre a poeirenta encruzilhada incerta, mas agora segura. Não te dás por vencida, mesmo destroçada, viras-me a cara, rasgas o vestido cintilante, que tantos dias me ofuscou, mas não agora. Ages como se o momento não tivesse qualquer solenidade, como se para ti a solidão nada pesasse. Suspiro em silêncio, talvez tenha sido melhor assim. No desfecho facilitas-me a vida, as despedidas são para mim verdadeiros partos problemáticos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-3883989800829962673?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/3883989800829962673/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=3883989800829962673&amp;isPopup=true' title='25 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3883989800829962673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3883989800829962673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/07/o-dia-dos-sonhos-desfeitos.html' title='O dia dos sonhos desfeitos'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sl97kuaGAuI/AAAAAAAAAFU/2EMdfs9_D6A/s72-c/american_dream1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>25</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-2522690463747761483</id><published>2009-07-12T22:38:00.010+01:00</published><updated>2009-07-12T22:57:27.438+01:00</updated><title type='text'>Amor 2.0: Evolução ou Degradação?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlpYLiH0trI/AAAAAAAAAFE/Wg2F7-3CKR0/s1600-h/amor_virtual_ax%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 265px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlpYLiH0trI/AAAAAAAAAFE/Wg2F7-3CKR0/s320/amor_virtual_ax%5B1%5D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357691661872051890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O pensamento assaltou-me já por um punhado de vezes, borbulhando-me na mente. A questão que a princípio se poderá afigurar de teor básico assume na realidade proporções inquietantes: - Afinal onde param realmente as verdadeiras histórias de amor? Aquelas que não cedem face à artificialidade da marcha triunfante onde meios tecnológicos predominam e assumem cada vez mais um papel relevante, numa função que até então era guiada pelo mero destino e acaso, deambulando pelas ruas de uma qualquer paixão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;A força avassaladora com que as novas tecnologias interferem de forma decisiva na forma como nos relacionamos com o próximo, assume um carácter já de si assustador. Ao efectuar uma retrospectiva, tento avivar a memória e relembrar-me de como era então, efectuado o processo, e confesso que é preciso um tremendo esforço mental e temporal nessa viajem ao passado, que agora parece-me estranhamente distante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O avanço da tecnologia e a sua consequente entrada em cena abriram novas portas no panorama do amor, potencializando e facilitando o processo de aproximação. O uso e recorrente abuso dos meios digitais, assenta na tese da transformação de emoções físicas embrenhadas no contacto físico em autênticos sentimentos virtuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que é feitos dos amores à primeira vista, do impacto vibrante, estonteante, que emana de um olhar que se troca e cruza virgem, pela primeira vez. Onde nos perdermos, sem perceber, que na realidade tudo à volta deixou simplesmente de existir, que o mundo de facto parou, mas o coração palpita por si só, como se desse olhar trocado dependesse a sua existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na actual realidade proliferam, os vulgos catálogos de pessoas online, onde numa pesquisa felina e certeira, deparamo-nos com milhentas opções à nossa disposição, verdadeiros alvos para nos “apaixonar-nos”. Como se fosse na realidade possível, fruto de uma ingenuidade tremendamente falsa, ludibriar o pressuposto de que não se escolhe quem ama. Critérios são seleccionados de acordo e de forma a enquadrarem-se nas pretensões. Não posso deixar de ser sarcástico ao visualizar a panorâmica sobre o que de mais superficial um ser humano pode ostentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que possui eventualmente o poder de nos aproximar, acaba por ironicamente nos afastar irremediavelmente e de forma clara, pois o contacto físico de um simples toque de pele é quebrado, e aos poucos devorado e substituído por um contacto absolutamente frio, baseado na distância de proximidade oferecida por um qualquer ecrã de computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porventura, uns chamar-me-ão, romântico invertebrado, outros, um clássico sonhador. Mas não é de ânimo leve que lidarei com a espécie de revolução, que alguns têm como dado adquirido,  tratar-se apenas e só do processo dito normal da evolução, num sentimento que se quer puro, genuíno e aleatório. Na realidade nunca fui grande fã de romances pré-fabricados, que previamente são cozinhados e estão prontos a servir como se um aparatoso prato gourmet trata-se.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-2522690463747761483?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/2522690463747761483/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=2522690463747761483&amp;isPopup=true' title='35 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2522690463747761483'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2522690463747761483'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/07/amor-20-evolucao-ou-degradacao.html' title='Amor 2.0: Evolução ou Degradação?'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlpYLiH0trI/AAAAAAAAAFE/Wg2F7-3CKR0/s72-c/amor_virtual_ax%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>35</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-1697282177855569520</id><published>2009-07-09T15:47:00.004+01:00</published><updated>2009-07-09T15:59:25.156+01:00</updated><title type='text'>Senhor Optimista</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlYDQM9SWFI/AAAAAAAAAE0/pqOXk4oT0Ms/s1600-h/29-05-07+029.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlYDQM9SWFI/AAAAAAAAAE0/pqOXk4oT0Ms/s320/29-05-07+029.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356472383694854226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Admiro a tua perseverança, de forma incessante insistes em deitar-me por terra, como se fizesses disso a tua forma de vida. Mas para teu desencanto, eu ergo-me com uma inexplicável força bruta que hoje te transcende e atemoriza, esmaga-te de encontro ao pontão há muito desamparado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje vou rasgar o trilho que está há muito profetizado, traço um esboço, desenho no rosto uma espécie de sorriso ingénuo, cristalino, cor de esperança, carregado de plenitude. Sabes que sou o riso sincero de uma qualquer criança extasiada pela descoberta da primeira vez. O mais certo seria abrandar esta espécie de marcha tresloucada que me envolve e me obriga a calcar o pé já de si descontrolado, pressionado de encontro a um acelerador sem margem de manobra, rendido às demais evidências da minha querença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou perder tempo com sorrisos forçados, mecânicos e gerados em piloto automático, hoje vou abraçar o próximo, o que me surja no encalço. Vou agradar sem exigir à partida retaliações pré-acordadas. Observas-me do alto da tua arrogância, sabendo de antemão que não irás ter qualquer sucesso na forma com que me tentarás coagir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou pegar no teu pessimismo curioso e devolver-te na mesma moeda a minha áurea auspiciosa, vou provar-te que um e um não são dois, somos nós. O nós que idealiza e se reveste de uma audácia desmedida, que hoje ecoa do alto do meu ser. Se hoje tentares, irás surpreender-te, deparar-te, e chocar de encontro a uma rocha chamada optimismo!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-1697282177855569520?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/1697282177855569520/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=1697282177855569520&amp;isPopup=true' title='23 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/1697282177855569520'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/1697282177855569520'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/07/senhor-optimista.html' title='Senhor Optimista'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlYDQM9SWFI/AAAAAAAAAE0/pqOXk4oT0Ms/s72-c/29-05-07+029.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>23</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-2505118189613495138</id><published>2009-07-07T20:22:00.005+01:00</published><updated>2009-07-07T20:44:06.521+01:00</updated><title type='text'>Espécie de adeus anunciado</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlOjGwewITI/AAAAAAAAAEs/mNmfJuR-kuk/s1600-h/adeus_181.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 148px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlOjGwewITI/AAAAAAAAAEs/mNmfJuR-kuk/s320/adeus_181.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355803718362079538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assumo… Possuo uma apetência para de forma pesadamente cruel deixar cair a ponte que por breves instantes teima em insistir numa tentativa inglória e gorada de êxito, suster-nos, num formato por demais ínfimo. Deixa cair o molde anti-estético que teimosamente mantém-nos suspensos a uma ligação feita de apenas momentos transactos, há muito enegrecidos pelas vicissitudes desta jornada. Quero parar de cruzar vezes sem conta a via tenebrosa, sem sentido aparente onde me incluo, com prazo de validade há muito findado, não me restam opções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pretendo oferecer-te a exclusividade de um efémero olhar, cair na tentação de correr no sentido inverso à minha vontade, não quero contemplar a réstia de rosto vazio, repleto e manchado por um ardente tormento, que me obrigue a mais uma vez, no crucial momento, perder a coragem, e querer carregar a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;cruz&lt;/span&gt; do tormento, deixa-me ser cobarde, só porque é mais fácil ceder e renunciar ao há muito anunciado, não me obrigues a dar o dito por não dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas rasga memórias alojadas, guarda o que é bom de guardar. Despedidas, não são de modo algum elaboradas para se parecerem com momentos que se querem registados de forma vitalícia, são flashes momentâneos de uma história, que a partir daí, assume verdadeiramente esse título. Relembra olhares trocados, em tempos vendidos de forma gratuita, que à luz do momento nada significam, não agora. A poeira acabará por assentar, as lágrimas diluir, e questões abertas que agora se apresentam de solução indecifrável, acabaram por cair, ceder perante a inevitável linha temporal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irás rir, tempos volvidos, de episódios como o actual, saberás então, que tais quimeras alojaram-se no único lugar disponível, naquele onde eventualmente poderiam por fim ter repousado, nos perdidos e achados da alma. Irás perceber em como foi a única saída plausível, a possível, não me teres agarrado e sustido naquele instante. Sentes os evidentes sinais do tempo repleto de ensejos, sabes que amanhã não voltarei a visitar os teus pensamentos dispersos. Sentes tal e qual como eu, que não foi de facto, tempo perdido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-2505118189613495138?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/2505118189613495138/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=2505118189613495138&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2505118189613495138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2505118189613495138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/07/especie-de-adeus-anunciado.html' title='Espécie de adeus anunciado'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlOjGwewITI/AAAAAAAAAEs/mNmfJuR-kuk/s72-c/adeus_181.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-6461535577863903113</id><published>2009-07-06T22:24:00.008+01:00</published><updated>2009-07-06T23:45:09.657+01:00</updated><title type='text'>De super puto a ícone mundial: Uma marca portuguesa do Mundo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlJrqOn3gRI/AAAAAAAAAEk/upY87UMkqSE/s1600-h/1258117-6718-it2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 286px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlJrqOn3gRI/AAAAAAAAAEk/upY87UMkqSE/s320/1258117-6718-it2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355461280120930578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se qualquer insinuação de dúvida ainda restasse  ou pairasse no ar, por parte dos que teimosamente resistiam, não se deixando convencer, o marcante acontecimento de hoje que colocou Madrid, e consequentemente Ronaldo na órbita dos holofotes de todo o mundo, assentou um ponto final nessa questão. É a prova inquestionável, que quer ser goste, quer não da personalidade, é impossível fugir ao facto demais evidente que ecoa por todos os poros. Eu confesso que sempre fui um “pró-ronaldo”, e sempre me custou a engolir, essa tendência tão caracteristicamente portuguesa, do bota-a-baixo,  de desprezarmos aquilo que tão genuinamente nos pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custa discernir quais os reais motivos, que levem cidadãos nacionais, a não sentir e exprimir um orgulho desmesurado com alguém que é neste momento não só, símbolo nacional, mas acima de tudo um ícone global, que espalha e eleva o nome de Portugal além fronteiras, um pouco pelos quatro cantos do mundo. Trata-se de um verdadeiro serviço público, que em boa verdade deveria ser efectivamente remunerado, tal é a fraca prestação dos nossos verdadeiros embaixadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra das coisas que sempre me causaram avultados arrepios de estupefacção, prende-se com a falsa questão da humildade, ou da falta dela, que supostamente o Cristiano deveria exibir e patentear perante a opinião pública. Segundo algumas mentes iluminadas, Ronaldo é na verdade pouco humilde, e transpira vedetismo. Eu pergunto, e desde quando é que todos aqueles que heroicamente ficaram na história do mundo global, em qualquer área que seja, foram de facto humildes, ou que se contentarem com simples objectivos e metas de curto alcance.  Será que ao contrário de Ronaldo, essas personagens que perduram na história, caíram no erro de serem  ingenuamente humildes e não aspirar a grandes feitos, tenho para mim que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na conjectura actual,CR, é sem qualquer espécie de afronta, a mais forte marca nacional, que rompe com barreiras e fronteiras naturais que na maioria das vezes causam entraves à expansão. A notoriedade registada pela marca mede-se à escala global, sendo que é um fenómeno gerador de lucros verdadeiramente obscenos inerentes ao mediatismo alcançado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não pode evitar uma pontada de orgulho, quando a apresentação em pleno Santiago Barnabéu, foi verdadeiramente, abrilhantada pela magnífica sonoridade dos nossos Xutos. Portugal, como nação, foi mais uma vez colocada no mapa, abrimo-nos ao mundo. E condenar, como muitos ainda o fazem, quem tão brilhantemente o faz, perdoem-me os mais sensíveis, mas, revela-se de uma estupidez mesquinha, com um grau deveras preocupante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mim, Ronaldo que continues assim, à tua maneira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-6461535577863903113?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/6461535577863903113/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=6461535577863903113&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/6461535577863903113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/6461535577863903113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/07/de-super-puto-icone-mundial-uma-marca.html' title='De super puto a ícone mundial: Uma marca portuguesa do Mundo'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SlJrqOn3gRI/AAAAAAAAAEk/upY87UMkqSE/s72-c/1258117-6718-it2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-1918532926234890309</id><published>2009-07-02T22:14:00.008+01:00</published><updated>2009-07-02T22:55:10.424+01:00</updated><title type='text'>Estado degradante da política nacional ou reflexo de um país decadente?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sk0jaZgNAgI/AAAAAAAAAEc/U5TVWNuwIzo/s1600-h/chifres.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sk0jaZgNAgI/AAAAAAAAAEc/U5TVWNuwIzo/s320/chifres.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353974468442915330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confesso que já pouco ou nada me choca ou surpreende verdadeiramente no nosso país. Incluo nessa constatação,como não poderia deixar de ser, grande parte da classe governativa cá do burgo. Que obviamente não foge à regra tendo grande quota-parte para o recente cenário negro a raiar o catastrófico que reina e impera sem rei nem roque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O descrédito actual na classe política já era sentido numa escala efectivamente elevada, sendo que o triste episódio protagonizado pelo excelentíssimo senhor (ex) – Ministro da Economia, em pleno debate do Estado da Nação contribuiu e muito para descredibilizar o que já pouco possuía de credível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontro de facto poucas, ou nenhumas explicações plausíveis que justifiquem e expliquem tal gesto, pleno de infantilidade, e acima de tudo, de uma tremenda falta de respeito e civismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se aqueles que supostamente nos deveriam guiar, agem de forma ignóbil, com que moral criticaremos, que não os queira seguir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, meus senhores, brinca-se à Política, como se de uma qualquer espécie de comédia sádica se trata-se...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-1918532926234890309?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/1918532926234890309/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=1918532926234890309&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/1918532926234890309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/1918532926234890309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/07/estado-degradante-da-politica-nacional.html' title='Estado degradante da política nacional ou reflexo de um país decadente?'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sk0jaZgNAgI/AAAAAAAAAEc/U5TVWNuwIzo/s72-c/chifres.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-4483954835094279598</id><published>2009-07-01T21:16:00.004+01:00</published><updated>2009-07-01T21:25:14.708+01:00</updated><title type='text'>Crónicas de um bom Rebelde 2.0: Lufada de ar fresco</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkvFOyw4uSI/AAAAAAAAAEU/ZIpjvUowMno/s1600-h/mudan%C3%A7a.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 241px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkvFOyw4uSI/AAAAAAAAAEU/ZIpjvUowMno/s320/mudan%C3%A7a.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353589439995623714" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As crónicas reinventaram-se, dando azo a um novo desabrochar, a uma total renovação da sua imagem e consequente &lt;span style="font-style: italic;"&gt;layout&lt;/span&gt;.  Uma autentica revolução, onde à partida o fulcral foi proporcionar a apresentação de uma versão actualizada no que à imagem diz respeito. As Crónicas encontram-se agora de cara lavada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;feedback&lt;/span&gt; obtido por parte de todos aqueles que me acompanham seja francamente positivo!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-4483954835094279598?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/4483954835094279598/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=4483954835094279598&amp;isPopup=true' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4483954835094279598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4483954835094279598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/07/cronicas-de-um-bom-rebelde-20-lufada-de.html' title='Crónicas de um bom Rebelde 2.0: Lufada de ar fresco'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkvFOyw4uSI/AAAAAAAAAEU/ZIpjvUowMno/s72-c/mudan%C3%A7a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-312010810587724100</id><published>2009-06-29T12:38:00.000+01:00</published><updated>2009-06-29T13:36:50.339+01:00</updated><title type='text'>Desabafo de Segunda-Feira #1</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkioOG872-I/AAAAAAAAAEE/dJ1Bq9-TnY0/s1600-h/580811067_5cbdf5eb21_o.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 310px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkioOG872-I/AAAAAAAAAEE/dJ1Bq9-TnY0/s320/580811067_5cbdf5eb21_o.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352713117467663330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos tempos, tenho andando para lá de exasperado com a situação do tão afamado estágio curricular, pelo que tenho vindo a corroborar que afinal a batida e gasta frase, de que vida de estagiário não é fácil, assume proporções astronómicas e tremendamente reais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta demanda, não tem de modo algum surgido um local que aparente reunir e preencher de facto todas as condições idealizadas - continua sem surtir efeito, e eu que desde que me lembro de ser e de existir, nunca fui de me contentar com o básico ou com o quase perfeito, não pretendo ceder à pressão de ter que finalizar um curso académico, só porque sim…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recusa atrás de recusa, lá andarei, em busca de um poiso que preencha todas as minhas expectativas. Não pretendo regalias acima da média, não quero entrar ao meio-dia e sair às três da tarde, imponho apenas e só um local, onde possa sem barreiras e demais fronteiras colocar em prática tudo aquilo que retive ao longo do curso. Explanar capacidades, recursos e afins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt; Será assim algo tão complexo?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-312010810587724100?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/312010810587724100/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=312010810587724100&amp;isPopup=true' title='21 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/312010810587724100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/312010810587724100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/06/desabafo-de-segunda-feira-1.html' title='Desabafo de Segunda-Feira #1'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkioOG872-I/AAAAAAAAAEE/dJ1Bq9-TnY0/s72-c/580811067_5cbdf5eb21_o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>21</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-2888414606798564218</id><published>2009-06-26T01:43:00.000+01:00</published><updated>2009-06-26T11:59:52.950+01:00</updated><title type='text'>The King is dead. Long live the King.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkQavlnsUXI/AAAAAAAAAD8/9d2wjWEM9Eo/s1600-h/michael_jackson.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkQavlnsUXI/AAAAAAAAAD8/9d2wjWEM9Eo/s320/michael_jackson.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351431662077759858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em alturas como esta, as palavras são sempre demasiados insignificantes para conseguirem expressar e exprimir na plenitude, sentimentos ou estados de alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Michael Jackson, foi na verdade, e continuará a ser, uma figura icónica, é um facto inequívoco, idolatrado por muitos e odiado por outros tantos, mas acima de tudo a sua carreira e consequentemente obra reina sobre todas essas vicissitudes, sendo um marco na história global de toda a música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mim sempre me cativou, auto-intitulo-me como admirador confesso. Desde a minha infância, lembro-me perfeitamente de como se fosse hoje, as imensas vezes que em frente de um velho espelho tentava consecutivamente imitar um ínfimo passo de dança, que na maioria das vezes saía gorado. Sempre me centrei no essencial, na brilhante música que criava e melhor interpretava, e descartei o dispensável, controvérsias, boatos e afins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como tal aqui fica a minha singela homenagem, não apenas ao homem, mas a obra que irá perdurar infinitamente pelos tempos! O rei partiu, ainda assim vive entre nós.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-2888414606798564218?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/2888414606798564218/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=2888414606798564218&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2888414606798564218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2888414606798564218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/06/king-is-dead-long-live-king.html' title='The King is dead. Long live the King.'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkQavlnsUXI/AAAAAAAAAD8/9d2wjWEM9Eo/s72-c/michael_jackson.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-4707108842753013765</id><published>2009-06-23T14:52:00.000+01:00</published><updated>2009-06-23T19:20:31.173+01:00</updated><title type='text'>Crónica de um regresso anunciado</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkDgZH0AKqI/AAAAAAAAADs/3iP_ooUtvKQ/s1600-h/Praia_do_Moinho_de_Baixo_%28Meco%29_4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkDgZH0AKqI/AAAAAAAAADs/3iP_ooUtvKQ/s320/Praia_do_Moinho_de_Baixo_%28Meco%29_4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350523079514663586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confesso que me passou o anunciar da data solene, e a crónica foi ficando a modos que em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;stand-by&lt;/span&gt;, mas o post que marca o regresso oficial do meu verão e consequente inauguração da “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;fabulástica&lt;/span&gt;” época balnear surge com alguns dias de atraso, mas não podia ser deixada passar em claro, como é demais evidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acontecimento propriamente dito, deu-se precisamente neste fim-de-semana, e o destino eleito, foi a aldeia do Meco, com os seus belíssimos e extensos areais, acompanhados de um mar repleto de uma ondulação perfeita, - quando não ultrapassa um metro -, quem ainda não teve o privilégio de pisar tal  paraíso, recomenda-se vivamente uma visita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manhã acordou irrepreensível, deparo-me com um sol radioso que me entra disforme pela janela do quarto já iluminado, a temperatura essa, já começa a dar de si, apesar de ainda serem apenas e só nove horas, nada mau, no mínimo prometedor o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rota estava traçada, confirmo tudo só mais uma vez não vá o diabo tecê-las, coloco os óculos de sol, pega-se no carro, e parte-se com um anseio de chegar, afinal sempre foram alguns ,longos meses de interregno que nos separam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À chega, avisto um horizonte pintado de um azul celeste sem mácula, o areal ainda não se encontra muito preenchido, -óptimo por sinal, odeio ajuntamentos desnecessários - , perco-me numa linha longínqua de um mar revolto, mas que emite chamamentos irresistíveis. Não perco muito mais tempo…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eis que se deu… Já tinha saudades dos cheiros inerentes, sons e ruídos tão característicos e de alguma forma ímpares, de toda esta conjugação harmoniosa, a que involuntariamente chamamos de &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 153);"&gt;Verão&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-4707108842753013765?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/4707108842753013765/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=4707108842753013765&amp;isPopup=true' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4707108842753013765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/4707108842753013765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/06/cronica-de-um-regresso-anunciado.html' title='Crónica de um regresso anunciado'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SkDgZH0AKqI/AAAAAAAAADs/3iP_ooUtvKQ/s72-c/Praia_do_Moinho_de_Baixo_%28Meco%29_4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-9112731055866560705</id><published>2009-06-21T20:27:00.000+01:00</published><updated>2009-06-21T20:45:27.944+01:00</updated><title type='text'>Quadros vividos, Sonhos perdidos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sj6LdFwH8qI/AAAAAAAAADc/apLXNklKqlk/s1600-h/menino3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 243px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sj6LdFwH8qI/AAAAAAAAADc/apLXNklKqlk/s320/menino3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349866739239219874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Num desses dias que já se perdeu nos meandros da monotonia de um calendário que não para de nos ludibriar, lembro-me perfeitamente que prometi a mim mesmo, pegar num qualquer caderno gasto do uso abusivo e muito riscado, e enchê-lo. Enchê-lo de sonhos repletos de uma imaginação fértil e nem sempre sensata, sonhos que um dia foram edificados à custa de pessoas, locais, momentos… e que agora salvando o espaço temporal que me separa desses mesmos registos, facilmente constato não fazerem senão o mínimo sentido aparente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presumo que em alguma altura longínqua, e de acordo com a conjectura de então, provavelmente liderava forçosamente os meus passos segundo esses mesmos devaneios, eram encarados à data, como algo que idealizava. Verdadeiras utopias, que agora e com a devida distância, não deixam mais que uma réstia de embaraçosas lembranças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sonhos na maioria das vezes, acabam por se extinguir neles mesmos, e isso acaba por não ser necessariamente mau, sonhar, é querer ir mais além, romper barreiras invisíveis, que ainda não exequíveis, nos sustentam para lá de uma realidade nem sempre verdadeiramente afortunada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vivência repetida num quadro menos animador, faz-nos virar para aquilo que de mais puro e livre possuímos, os nossos sonhos. Neles ninguém nos ordena o que quer que seja, as imposições são nulas. Ora são simples e despretensiosos ou utópicos e irrealizáveis, mas que sejam, enquanto dura tal quimera somos mantidos num estado de graciosidade que ameaça roçar a perfeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonhos perdidos, largados… Que ainda assim tiveram a sua importância no devido momento, ainda que actualmente e com uma leviandade excessiva, facilmente lhe atribuímos o rótulo de insignificantes e dispensáveis, e que o sejam! Mas foram tudo, ousados pensamentos, numa época onde pouco mais me fazia levitar com tamanha crença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-9112731055866560705?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/9112731055866560705/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=9112731055866560705&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/9112731055866560705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/9112731055866560705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/06/quadros-vividos-sonhos-perdidos.html' title='Quadros vividos, Sonhos perdidos'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Sj6LdFwH8qI/AAAAAAAAADc/apLXNklKqlk/s72-c/menino3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-1895988275576768191</id><published>2009-06-19T00:40:00.000+01:00</published><updated>2009-06-21T20:47:52.171+01:00</updated><title type='text'>Se eu tiver oportunidade…. Deixa-me ir!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjrQ-cEzPXI/AAAAAAAAADM/efMeXPenWl8/s1600-h/voar2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 212px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjrQ-cEzPXI/AAAAAAAAADM/efMeXPenWl8/s320/voar2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348817278562680178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se eu tiver oportunidade…deixa-me ir, partir, se ainda assim a resposta for não, vou mostrar-te que já sei voar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou mostrar-te a maturidade das minhas asas, vou passeá-las cheias de brio, e pavonear-me bem diante do teu nariz, vou oferecer-te uma visão periférica da sua altivez!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero de modo algum, ficar acorrentado em porto seguro, naquele espaço rotineiro, usado vezes sem conta onde a segurança e o bem-estar abundam. Não queiras quebrar a minha ténue esperança, quero poder observar o que me rodeia sem amarra alguma, sem motivo aparente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me julgues mal, não, não é o meu círculo corriqueiro que deixou simplesmente de funcionar e apresente momentaneamente alguma espécie de anomalia que me faça duvidar. Quero sem rodeios desbravar território alheio, o desconhecido atrai-me – já o devias saber -, o mergulho intemporal pleno de novidade…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha, observa, sente as minhas assas, como se fossem parte integrante do teu ser, não duvides que sou capaz de feitos ímpares, de raiar o horizonte, sem conhecer sabor de queda alguma….&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu tiver oportunidade… deixa-me ir, só porque sim!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-1895988275576768191?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/1895988275576768191/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=1895988275576768191&amp;isPopup=true' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/1895988275576768191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/1895988275576768191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/06/se-eu-tiver-oportunidade-deixa-me-ir.html' title='Se eu tiver oportunidade…. Deixa-me ir!'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjrQ-cEzPXI/AAAAAAAAADM/efMeXPenWl8/s72-c/voar2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-180280971547297856</id><published>2009-06-16T20:31:00.000+01:00</published><updated>2009-06-21T20:49:10.963+01:00</updated><title type='text'>Eu gosto… é do Verão!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjfzbhdNZzI/AAAAAAAAAC8/gYE7r3JaxaQ/s1600-h/DSC06070.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjfzbhdNZzI/AAAAAAAAAC8/gYE7r3JaxaQ/s320/DSC06070.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348010736688654130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou farto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assumo-o sem grande pudor, e diga-se de passagem com todas as letras, com uma frontalidade férrea: - Estou farto! Cansado de olhar vezes sem conta fotografias ultrapassadas do verão que ficou para trás, que findou há já largos meses e que agora apenas sobrevive através de memórias palpitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero voltar a deixar entrar o Verão em mim, quero-o sentir de novo, quero a pele aquecida pelo sol da manhã, quero o cheiro intenso a maresia do mar que se entranha e nos faz suspirar, quero debaixo da palma dos pés aquela areia fininha que dá gosto calcar, quero corpos bronzeados, o pé nu, quero-te mar… quero-te a &lt;span style="font-style: italic;"&gt;ti&lt;/span&gt; Verão!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-180280971547297856?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/180280971547297856/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=180280971547297856&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/180280971547297856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/180280971547297856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/06/eu-gostoe-do-verao.html' title='Eu gosto… é do Verão!'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjfzbhdNZzI/AAAAAAAAAC8/gYE7r3JaxaQ/s72-c/DSC06070.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-8193653172361404610</id><published>2009-06-15T20:34:00.001+01:00</published><updated>2009-06-21T20:49:54.806+01:00</updated><title type='text'>Nostalgia Académica</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjaifruP6gI/AAAAAAAAAC0/0gwWVgmLYFw/s1600-h/DSC06304.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 215px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjaifruP6gI/AAAAAAAAAC0/0gwWVgmLYFw/s320/DSC06304.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347640272745392642" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje voltei a cruzar o átrio da minha faculdade, não lhe chamo antiga, pois o sentimento de pertença que ainda abunda não o permite de tal forma. Aquela que foi sem sombra de dúvida a minha segunda casa, no período compreendido dos últimos três anos. E é tarefa quase impossível não ter esboçado um sorriso inconsciente, mas que ao mesmo tempo carrega um sentimento de forte nostalgia e misto de cumplicidade, o laço que ainda nos une.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro-me com clareza cirúrgica, de como se fosse hoje, daquela primeira manhã meio chuvosa, da minha primeira e inesquecível visita quase às cegas, lembro de todos os cantos e recantos que percorri, que naquela altura despontavam e assumiam-se como uma novidade assombrosa, lembro-me dos cheiros, das caras e rostos que me receberam e proporcionaram a integração dita normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E voltei a sentir aquele friozinho tão genuíno na barriga, do regresso a um local onde fomos felizes, onde demos e conseguimos algo realmente marcante, a nostalgia do regresso a “casa” apoderou-se automaticamente de mim. Num ápice formam-se na minha mente um conjunto de imagens repletas de momentos vividos, jamais esquecidos, que ficaram para sempre registados, eternizados, de amizades construídas que permaneceram até que a vida enfim se dissipe… Impossível seria também não relembrar daquelas inimizades mais vincadas dignas de verdadeiros duelos tamanha era a aversão, ou daqueles que o tempo nem sequer permitiu conhecer para além de um simples e formal Olá…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao passar por mais um auditório, por mais uma sala de aula agora esquecida, pela nossa esplanada onde habitualmente tomávamos afincadamente o primeiro café do dia… Risos à gargalhada, choros, noites em claro no marranço, praxes, festas… todo se monta e encaixa como se de uma película cinematográfica trata-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje recordei e senti de novo esses cheiros tão particulares, esses rostos familiares, que jamais se apagaram, independentemente do que venha a acontecer de hoje em diante, três anos que significam e têm a importância de uma vida, vivências que marcam de uma forma ímpar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje voltei a sentir, e constatei que o espírito académico ainda vive e arde em chama incandescente dentro do meu peito!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-8193653172361404610?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/8193653172361404610/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=8193653172361404610&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8193653172361404610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8193653172361404610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/06/nostalgia-academica.html' title='Nostalgia Académica'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjaifruP6gI/AAAAAAAAAC0/0gwWVgmLYFw/s72-c/DSC06304.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-8171029364940892506</id><published>2009-06-14T15:56:00.000+01:00</published><updated>2009-06-21T20:50:27.708+01:00</updated><title type='text'>Crónica de uma noite nos Santos Populares de Lisboa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjUP6ACFaPI/AAAAAAAAACs/0K7cljANHqs/s1600-h/228818_1kyLk.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 223px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjUP6ACFaPI/AAAAAAAAACs/0K7cljANHqs/s320/228818_1kyLk.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347197621687904498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verdadeira demanda começou com alguns obstáculos a terem que ser vencidos, no início, espreita o tão já corriqueiro e tradicional atraso, por entre umas garfadas no jantar meio frio e esquecido e uns retoques frente ao espelho, saio de casa em passo apressado, sem antes conferir se nenhum pormenor fora descurado, tudo a posto, vamos lá! Pela frente espera-me uma viagem de cerca de dois quartos de hora feita de carro até ao Barreiro, os trinta e poucos quilómetros são vencidos e deixados para trás sem dificuldade aparente, e rapidamente o local do encontro afigura-se-me no horizonte: Estação de barcos. Porque isto de ir de carro para Lisboa em noite de S. António é um filme, daqueles de teor negro, que não aconselho a ninguém, nem mesmo ao meu pior inimigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A azáfama é enorme, a massa humana que se condensou e optou pela mesma opção de fazer o trajecto que une as duas margens do rio até à capital, é maior do que o meu gosto pessoal suporta, visto que não sou grande apologista de multidões enlatadas em caixas de sardinha. Contudo o trajecto é rapidamente vencido, e por entre as primeiras e virgens gargalhadas da noite, conversas cúmplices em tom mais elevado que o bom senso impera, o clima contagia-se e torna-se festivo. Observando os que me demais rodeiam, e confirmo sem grande esforço que o entusiasmo é latente, é de facto geral, hoje é sem sombra de dúvida, uma noite de folia, as suas faces espelham bem o estado de alma que as acompanham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chegada a Lisboa é acompanhada já de uma forte melodia no ar, se bem que os primeiros acordes perceptíveis me soem estranhamente a sotaque brasileiro, no mínimo estranho. O cheiro tão característico de sardinhas assadas envolve e dança no ar, com se de uma sintonia perfeita se trata-se. A partir de agora é entrar na onda, ser um entre os demais, que de sorriso nos lábios e algum espírito missionário vão deambulando com sôfrego por ruas estreitas, esquinas íngremes, becos desafogados e bairros como tanto de genuíno como de velho, apinhados de multidão. E eis que se afiguram também alguns rostos familiares, os cumprimentos calorosos, são de curta duração, pois o corrupio do movimento assim obriga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de bairros como a famosa Alfama ou o velhinho mas animado Castelo, vão-se desenhando e dispondo de encontro a um sem número de edifícios, barracas de “comes e bebes” improvisadas, muitas delas nasceram certamente umas horas antes, compostas e engalanadas com balões e cores fortes e berrantes, emprestam um colorido especial à noite,à cidade, e chamam à atenção, até dos mais distraídos. Por entre uma sardinha assada no pão regada com um copo de sangria à mistura, a festa impõem-se, a festa faz-se! Em redor detecto uma ou outra escaramuça sem grande importância, incapaz de demover ou mesmo assombrar o espírito alegre que preenche as ruas por onde deambulamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo-me ir por entre o sufocante rio de multidão desconhecida que interage numa toada familiar, sem destino aparente, que não pretende desaguar em nenhum local especifico, a maré humana não para, e as horas vão-se sucedendo, umas atrás das outras. Vivem-se acontecimentos, bebem-se copos, socializa-se com o próximo, troteia-se esta ou aquela melodia de cariz mais popular, o relógio não dá tréguas e a noite vai-se lentamente substituído pelo romper de mais um amanhecer, mas um dia, mais um ano!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-8171029364940892506?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/8171029364940892506/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=8171029364940892506&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8171029364940892506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/8171029364940892506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/06/cronica-de-uma-noite-nos-santos.html' title='Crónica de uma noite nos Santos Populares de Lisboa'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjUP6ACFaPI/AAAAAAAAACs/0K7cljANHqs/s72-c/228818_1kyLk.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-197252128339149387</id><published>2009-06-13T14:11:00.000+01:00</published><updated>2009-06-21T20:50:58.978+01:00</updated><title type='text'>Eu sou pelos Sorrisos!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjOlrug-phI/AAAAAAAAACk/GIPBXEU7NB8/s1600-h/sorrir1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 236px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjOlrug-phI/AAAAAAAAACk/GIPBXEU7NB8/s320/sorrir1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346799353258223122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confesso que não é de agora está minha predilecção por sorrisos abertos, verdadeiros, que nascem rasgados, capazes de revelar um completo estado de alma. Existe num sorriso uma cumplicidade inequívoca, sorrir é compartilhar, é revelar, é de facto dar algo de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por norma, nós portugueses tendemos a ser sisudos, não é defeito é feitio. Julgo até que o défice no binómio qualidade/quantidade, no que à arte de sorrir diz respeito, assume verdadeiros níveis de preocupação, (talvez até bem maiores que a tão badalada abstenção).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é bom deparar-me com verdadeiras surpresas, e felizmente ainda existem excepções à regra, que denotam e transparecem na sua face, essa fascinante capacidade de esboçar e criar algo tão fascinante como um simples sorriso… e timidamente eis que nasce mais um! Um que me conquista sem motivação aparente, mas a sua essência pura e crua, desarma-me de forma despretensiosa…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou pelos sorrisos geradores de empatia voluntária, daqueles que movem montanhas, sorrir é abrir a alma ao próximo, e revelar-lhe o nosso cartão-de-visita, algo tão só nosso, que ao mesmo tempo queremos dividir com quem enfrentamos cara à cara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou dos que me deixo levar por este acto de espontaneidade com capacidade para virar-me completamente do avesso. Sou devoto assumido do momento de esboçar um sorriso, da magnitude que é intrínseca a esse breve momento, a esse breve instante…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorrir é em suma, verdadeira manifestação de sentimentos, turbilhão de emoções, que dão um colorido esplendoroso ao nosso dia-a-dia, imortalizando o momento na nossa mente!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-197252128339149387?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/197252128339149387/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=197252128339149387&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/197252128339149387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/197252128339149387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/06/eu-sou-pelos-sorrisos.html' title='Eu sou pelos Sorrisos!'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/SjOlrug-phI/AAAAAAAAACk/GIPBXEU7NB8/s72-c/sorrir1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-2478714381483029954</id><published>2009-06-09T17:52:00.001+01:00</published><updated>2009-06-21T20:51:35.184+01:00</updated><title type='text'>Este meu mar !</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Si6TimPOUKI/AAAAAAAAACc/FV4tVD3DlUk/s1600-h/Img120.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 240px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Si6TimPOUKI/AAAAAAAAACc/FV4tVD3DlUk/s320/Img120.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345372030324592802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este meu mar é composto por um aglomerado infinito de sentimentos, onde mergulho as minhas esperanças e afogo os meus tormentos, onde navegam constantemente os meus sonhos mais profundos, na maior parte das vezes contra corrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É todo ele depósito de confissões, de lágrimas não choradas, sinónimo de força interior, paz de espírito, de uma sintonia ímpar que preenche cada cantinho do meu ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leve sussurrar tempestuoso do teu bater das ondas, traz-me à lembrança outros encontros ao pôr-do-sol onde partilhámos devaneios que ficaram para sempre por concretizar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na tua maré-alta quebras a monotonia, com as forças das tuas vagas revoltas empurras-me de encontro ao horizonte longínquo… Não me deixes imergir!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-2478714381483029954?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/2478714381483029954/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=2478714381483029954&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2478714381483029954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2478714381483029954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/06/este-meu-mar.html' title='Este meu mar !'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Si6TimPOUKI/AAAAAAAAACc/FV4tVD3DlUk/s72-c/Img120.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-7364128764499077321</id><published>2009-06-08T14:39:00.001+01:00</published><updated>2009-06-12T01:17:17.978+01:00</updated><title type='text'>Fora do Tempo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Si0VKyG1jHI/AAAAAAAAACU/1IsIcBqVp58/s1600-h/relogio.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 250px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Si0VKyG1jHI/AAAAAAAAACU/1IsIcBqVp58/s320/relogio.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5344951607751969906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente tenho andado a modos que &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;fora do tempo&lt;/span&gt;, fora de tudo, dentro de nada, talvez afectado por um mar de indecisões que teimam em toldar a minha existência, são leves e ténues encruzilhadas, que não me deixam ver o que ai vem, isto porque continuamente apresentam uma leve nebulosidade sinuosa que não permitem grandes visualizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;fora do tempo&lt;/span&gt; é isso mesmo, é conseguirmos olhar e observar continuamente os ponteiros do relógio horas a fio, sem sairmos do mesmo lugar, como se o próprio tempo tivesse a capacidade de nos prender a esse mesmo espaço que no fundo não é mais que a falta do mesmo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lá fora o mundo avança sem tempo a perder, esse nunca está fora, e por mais que queiramos ou não entra-nos todos os dias pela nossa vida dentro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estou &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;fora do tempo&lt;/span&gt;, mas anseio por encontrar novamente o carril que me faça prender-me a ele, que me coloque na linha, para que enfim possa desvendar o trilho, o percurso a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até lá, perco-me de amores pelos ponteiros!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-7364128764499077321?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/7364128764499077321/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=7364128764499077321&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/7364128764499077321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/7364128764499077321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/06/fora-do-tempo.html' title='Fora do Tempo'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/Si0VKyG1jHI/AAAAAAAAACU/1IsIcBqVp58/s72-c/relogio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-2699642222059239141</id><published>2009-05-14T01:54:00.000+01:00</published><updated>2009-05-14T01:55:01.094+01:00</updated><title type='text'>Necessidade de quebrar a Rotina: (estágio à vista).</title><content type='html'>Quando algo surge e vem para agitar a nossa rotina, normalmente é tido como algo com capacidade para modificar e alterar estados de espírito e situações que ao longo do tempo se vão tornando quase que “mecânicas”, moldando a nossa vida diária com poucas ou mesmo nenhumas alterações.&lt;br /&gt;E, é assim que actualmente me deparo, dou de caras com um novo começo, uma nova etapa, na minha existência, que veio agitar as aguas pouco turbulentas onde actualmente navego.&lt;br /&gt;Pois, ao que parece a minha etapa e consequente percurso (boa vida) académico (pelos menos no que à licenciatura diz respeito), caminha a passos largos para a extinção, e com este fechar de ciclo, eis que um novo se ergue de forma a colocar de facto o ponto final nestes últimos três anos. A mudança, essa, é composta pelo chegar do período de estágio, que ainda nem sequer está fechado e definido no que ao local diz respeito. Mas esta mera e insignificante novidade, é suficiente e assume-se como um novo descobrir que pode assumir-se como algo bastante significativo, e um projecto, do que irá ou eventualmente poderá ser a minha vida daqui para a frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um tema que me tem toldado a mente, e enquanto espero pelas novidades de onde passarei os próximos três meses, vou descarregando as energias nas passadeiras do ginásio e restantes equipamentos energéticos, enquanto espero pela boa-nova, visto que as aulas já findaram não existe nada de muito encantador para preencher os tempos-mortos, vou aproveitando para ler ao máximo (um rol imenso de livros em standby), acordar tarde (que confesso, não sou grande adepto), e para completar o circulo da minha actividade diária, tenho dedicado a explorar e aumentar a minha cultura musical, ao ponto de ter belas surpresas com algumas descobertas, verdadeiras pérolas musicais que agora estão alojadas e tocam vezes sem conta no meu Ipod.  ; )&lt;br /&gt;Julgo que em termos de novidades, para já, fico-me por aqui, mas pretendo tornar a minha assiduidade no blog, bem maior, até porque estava meio esquecido, coisa que de modo algum pretendo fazer.&lt;br /&gt;Como tal, vão acompanhando as novidades, “quentes e boas”.  ; D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-2699642222059239141?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/2699642222059239141/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=2699642222059239141&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2699642222059239141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/2699642222059239141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/05/necessidade-de-quebrar-rotina-estagio.html' title='Necessidade de quebrar a Rotina: (estágio à vista).'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5914203993227826864.post-3866686897129133960</id><published>2009-04-13T16:28:00.000+01:00</published><updated>2009-04-13T16:58:32.803+01:00</updated><title type='text'>Take One!</title><content type='html'>Geralmente quando estamos prestes a dar início a algo que é de facto novo, acabamos por ser preenchidos por um sentimento de empenho tremendo, e é assim que presentemente me sinto, até porque me deparo com a árdua tarefa de dar o tiro de partida em relação ao meu projecto de blog, sim projecto! (com tal, não se assustem!), até porque os conhecimentos deste universo “blogosferiano” ainda são algo primitivos, e encontro-me em plena fase embrionária ; ) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os conteúdos a abordar serão de alguma diversidade, inicialmente, a ideia era mesmo retratar o mundo das minhas leituras e do fantástico mundo da 7ª arte, do qual são fã à séria, mas como não me quero restringir ao óbvio, e de modo algum quero que o blog sofra de um qualquer processo de monotonia, decidi estender horizontes, e como tal não existirá uma temática pré-definida para cada post, tentarei divagar, e utilizar uma grande dose de diversidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eis que as honras estão feitas, sintam-se à vontade, e completamente autorizados, para usufruírem deste meu pequeno “cantinho”. ; D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5914203993227826864-3866686897129133960?l=cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/feeds/3866686897129133960/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5914203993227826864&amp;postID=3866686897129133960&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3866686897129133960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5914203993227826864/posts/default/3866686897129133960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cronicasdeumbomrebelde.blogspot.com/2009/04/take-one.html' title='Take One!'/><author><name>Rebelde</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06178213059167293422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_HDedm3ukEhQ/TBUUfzvRYfI/AAAAAAAAAM0/jIzrfsnaq_w/S220/andre2+(2).jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
