terça-feira, 6 de abril de 2010

Curtas Rebeldes #1


O amor quando é despretensioso, no seu estado mais puro – verdadeiro. Não possui qualquer espécie de peso, não existem balanças com calibragem e métrica suficiente para o sentir. Na realidade levita, tal e qual como a alma de quem o sustem.

12 comentários:

Elisabete disse...

E com tão pouco, consegues dizer quase tudo :)

Joana ' disse...

Meu Bom Rebelde.... Tinha já saudades de te ler!
Continuas a fascinar com as tuas palavras. Apesar de poucas, têm imenso significado....
Parabéns, Joana'

Joana disse...

gostei *

Elo disse...

E sabe tão bem...

Elo.

Sara* disse...

Sem palavras, as tuas dizem tudo com simplicidade e abslutismo.

Beijinhos

Lexy disse...

Em belo e bom português "falado": "Mai nada". Verdadeiro e totalmente universal ;)
Bom voltar a ver-te pelas zonas.

Pipoca dos Saltos Altos disse...

E eis que disseste tudo.

Srtª Elis° disse...

gostei daqui
texto muito lindoo...


Um xero!

fabiana disse...

Muito verdade.

Marii Magalhães disse...

Perfeito.

S* disse...

É desinteressado. Dar mesmo sem receber.

Patife disse...

O Patife achou este texto sublime.